quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Liceu estica orçamento para ter aquecimento

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O presidente do Agrupamento de Escolas Emídio Garcia, em Bragança, está preocupado com os possíveis cortes no orçamento do Estado para as escolas.
Eduardo Santos diz que quem gere os estabelecimentos de ensino do interior já tinha dificuldade em esticar o dinheiro para fazer face a todas as despesas, principalmente nos meses mais frios. E teme que mais cortes ponham em causa o normal funcionamento das escolas.
“Da maneira que o País está aquilo que seria de prever são cortes, mas eu gostaria que assim não fosse, porque o nosso orçamento de 2013 dá apenas para pagar as despesas de manutenção, como água, luz, gás, e comunicações. Ainda por cima estão previstos aumentos da luz e do gás natural e nós em Trás-os-Montes com o clima que temos nos meses de Inverno, o consumo é grande”, constata o responsável.
No ano passado, para que o aquecimento pudesse funcionar foi preciso alargar os prazos de pagamento a alguns fornecedores. E este ano, poderá funcionar menos horas.
“Temos que estar atentos. Nos meses de Dezembro, Janeiro, Fevereiro e Março, com os aumentos que estão previstos, o nosso duodécimo está no limite. Se houver cortes, teremos que repensar o número de horas que o aquecimento está ligado”, afirma Eduardo Santos.
O presidente do Agrupamento de Escolas Emídio Garcia preocupado com os possíveis cortes no orçamento para este ano. Recordo que está previsto um corte no Orçamento do Estado para a Educação na ordem dos 25 por cento. Resta agora saber com que dinheiro as escolas poderão contar este ano para custear o seu funcionamento.
Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

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