segunda-feira, 30 de junho de 2014

Mogadouro rejeita aderir à Associação de Língua e Cultura Mirandesa

A Assembleia Municipal de Mogadouro, de maioria PSD, rejeitou hoje uma proposta aprovada por unanimidade pelo Executivo municipal liderado pelo PS, para a adesão da autarquia à recém- criada Associação de Língua e Cultura Mirandesa.

A associação pretende alargar o estudo da língua mirandesa e da sua vertente cultural e de ensino para além do concelho de Miranda do Douro, passando igualmente a representar os municípios de Mogadouro, Vimioso, Bragança e parte do concelho de Vinhais, onde esta "peculiar" forma de cultura está igualmente enraizada.

A bancada do PSD na Assembleia Municipal de Mogadouro (AMM) é da opinião que "esta associação não representa os interesses da cultura do planalto mirandês", território onde estão incluídos os concelhos de Mogadouro, Miranda do Douro e Vimioso.

Retirado de www.noticiasdonordeste.com  

A criação de um agrupamento de produtores de morangos em S. Pedro Velho pode ser o primeiro-passo para a afirmação do produto no mercado e para evitar a flutuação do preço destes frutos.
Uma ideia que tem vindo a ser discutida pelos produtores e autarcas locais e que foi também defendida na última edição da Feira do Vinho e Morangos de S. Pedro Velho, no passado mês de maio, pelo director regional de Agricultura e Pescas do Norte. Em visita ao nordeste transmontano, o eurodeputado José Manuel Fernandes ouviu as principais preocupações dos produtores e autarcas em relação à comercialização do fruto que começa a ser cada vez mais procurado. José Manuel Fernandes recorda que visitou a Feira do Vinho e Morangos, numa altura em que estava em campanha para as eleições europeias, e que assumiu o compromisso de ajudar a consolidar a marca dos morangos de S. Pedro Velho. Uma promessa que quer cumprir. “Vim num compromisso que assumi com este território, um compromisso de proximidade com o distrito de Bragança. Quando estive aqui na feira dos morangos comprometi-me a vir a S.Pedro Velho e cá estou. Estive a aperceber-me das necessidades, dos objectivos dos produtores e das formas que temos de ajudar a melhor utilizar os recursos que temos à nossa disposição, nomeadamente os fundos comunitários”, salienta. O eurodeputado considera que ainda há muita coisa que pode ser feita à volta dos morangos de S. Pedro Velho. “Tem sido feito um trabalho notável mas apercebi-me que ainda há uma hipótese de expansão, de aumento de produção o que implica que se possa avançar para esse aumento desde que haja venda do produto”, sublinha. O presidente da Junta de Freguesia de S. Pedro velho, Carlos Pires reafirma que os produtores têm de mudar a mentalidade e deixar de trabalhar individualmente para passar a trabalhar em grupo, pois sem isso não será possível avançar com novas ideias. “Trabalham bem mas talvez ainda de uma forma muito amadora. Mas é inevitável, vão ter que se agrupar senão, dificilmente conseguirão sobreviver”, realça. Uma ideia partilhada pelo presidente da Câmara Municipal de Mirandela, António Branco, que acredita que ainda este ano se possa avançar com o agrupamento de produtores de morangos. “Aquilo que nós queremos fazer este ano é tentar fazer contactos com agrupamentos de compra para ver se conseguimos estabilizar a produção e valorizá-la”, revela. Neste encontro do eurodeputado José Manuel Fernandes com produtores e autarcas, que decorreu na passada sexta-feira em S. Pedro Velho, estiveram ainda em cima da mesa questões como a transformação e conservação dos morangos. O recém-eleito eurodeputado pelos distritos de Braga , Viana castelo, Vila Real e Bragança promete continuar a acompanhar a situação e apoiar, não só os produtores de morangos de S. Pedro Velho mas também outros produtores da região.

Escrito por Brigantia

Retirado de www.brigantia.pt

XVI Feira dos Produtos da Terra de Ervedosa proporciona dia de convívio a dezenas de participantes

Em Ervedosa, no concelho de Vinhais a Feira de Produtos da Terra serve, essencialmente, para proporcionar o convívio entre os habitantes da freguesia e de outras aldeias do nordeste transmontano que se fazem representar no certame.
A XVI Feira de Produtos da Terra decorreu ontem e contou com 38 expositores, número que a organização garante que só não foi ultrapassado por questões de logística, tendo sido rejeitadas algumas inscrições. Os vendedores vêm não tanto pelo volume de negócios mas pelo convívio. “Nem que não vendamos viemos igual, gostamos de vir pelo convívio”, confessa Isaura Santos. “Compensa vir pelo convívio e pela tradição mas não se vende quase nada”, acrescenta Fernanda Teixeira. A feira começou há 16 anos pelas mãos de Franclim Nascimento, na altura presidente da Junta de Freguesia. O actual secretário da Junta afirma que o certame continua a justificar-se para dar algum dinamismo à aldeia. “Estas iniciativas são sempre bem-vindas. Juntam-se as pessoas, conversam, revivem o passado… As pessoas vão vendendo, esgotam quase sempre os produtos”, salienta. A autarquia de Ervedosa quer continuar a promover nos próximos anos o certame que proporciona ainda um almoço convívio e actuação de vários grupos musicais ao longo da tarde. Recordo que a escola do 1º ciclo desta localidade esteve na lista de escolas a encerrar no próximo ano lectivo. Entretanto, os pedidos da junta de freguesia e da Câmara Municipal de Vinhais para que a escola não encerrasse foram ouvidos pelo Ministério da Educação, mantendo-se em funcionamento no próximo ano lectivo.

Escrito por Brigantia

Retirado de www.brigantia.pt

domingo, 29 de junho de 2014

Fase final de construção do Brigantia EcoPark


Encontra-se na fase final de construção a 1.ª fase do Brigantia EcoPark. Com um valor de adjudicação de 6,3 milhões de euros e um prazo de execução de 18 meses, o projeto está integrado no Parque de Ciência e Tecnologia de Trás-os-Montes e Alto Douro, representando um investimento total de 19,3 milhões de euros.

O Brigantia EcoPark tem como missão o acolhimento de empresas de base tecnológica e indústrias, de baixo impacto ambiental, nos clusters da ecoenergia, da ecoconstrução, do ecoturismo e dos produtos tradicionais, disponibilizando serviços de elevada qualidade e apresentando condições favoráveis à criação de redes de colaboração entre as instituições nele instaladas.

O projeto da 1ª fase do Brigantia EcoPark prevê a construção de um edifício central, o núcleo inicial do projeto, que será um elemento determinante para o desenvolvimento das restantes áreas empresariais do Parque de Ciência e Tecnologia.

Trata-se de um espaço multifuncional, onde se instalarão a Sociedade Gestora do Parque, bem como restaurante e cafetaria, salas de reunião e formação, incubadora de empresas, laboratórios de investigação e desenvolvimento, áreas para instalação de empresas pós-incubação ou já existentes.


Retirado de www.cm-braganca.pt

Inês de Castro e D. Pedro em Bragança

Ernesto Rodrigues


Os amores de Pedro e Inês ondearam por esta cidade, onde lhes nasceu o segundo filho, D. João de Portugal e Castro. Os historiadores da terra não o reivindicavam, por ignorância; mas, fazendo de Fernão Lopes bíblia (mal interpretada), contestam o casamento do mítico par, acto que não passaria de mera tradição. Na dúvida, um romancista casa quem bem entende; mal não lhe fica, todavia, fundar-se em documentos, como fiz em A Casa de Bragança (2013), resumindo no Mensageiro de Bragança (20 e 27 de Junho de 2013) quanto penso sobre esse sacramento e filho que urge resgatar. Vejamos novos elementos sobre tão falada união.
Nas 600 páginas do indispensável A Crise Nacional dos Fins do Século XIV. I. A Sucessão de D. Fernando (1960), Salvador Dias Arnaut começa por lembrar quanto escrevera em A Batalha de Trancoso (1947): «[…] cioso da independência, o povo aclamava rei em pensamento D. João, filho de D. Pedro e de D. Inês de Castro, infante que estava em Castela.» O meio-irmão D. João, mestre de Avis, «governaria o reino enquanto dele não pudesse tomar posse o infante D. João, preso em Toledo». Fernão Lopes não o nega; até veicula uma das versões para que o rei castelhano não o soltasse, sabendo «que os portugueses o mandaram chamar para lhe darem o trono» (1960, p. 1).
Menos as cortes de Coimbra ou acusações de invasor (quando reinava a odiosa Leonor Teles ou, após 1386, se sentia no direito de reinar sobre o que era seu) do que os feitos de Nun’Álvares impuseram um rei de facto ‒ que pensara retirar-se para Inglaterra… ‒ contra um rei de direito, que a propaganda dizia tão bastardo quanto o mestre, aliás, amicíssimo do irmão mais velho. As crónicas de Lopes, criado de D. João I, não poderiam asseverar o contrário; a negação do casamento ia de si.
Esse filho de Bragança é protagonista das partes centrais (p. 71-216) da dissertação de Arnaut, interessando-nos, agora, a «discutida união de D. Pedro e D. Inês de Castro (p. 5), à luz de novas sínteses. Não evoco a tradição, nem o romanceiro castelhano, João Baptista de Castro, José Hermano Saraiva, entre muitos que defendem casamento na igreja de S. Vicente ou noutra morada (Abade de Baçal), contra maioria indiferente ou passiva, que se limita a um digest de Fernão Lopes, por mim resumido nos artigos de Junho: «Na Crónica de D. João I, Fernão Lopes duvida da palavra do rei, que isso mesmo declarara, e fizera exarar, em Junho de 1360, em Cantanhede, perante a nobreza; e duvida, porque estranha que o monarca não soubesse a data certa de um momento tão importante na sua vida. […] estranhe-se que Fernão Lopes ignorasse a grande indiferença ao tempo na Idade Média.» Era este, já, o pensamento de João das Regras, a que responde Arnaut, após afirmar que «o infante quis casar com D. Inês»: «[…] não será natural que um homem esqueça a data do casamento quando este não marca o início de vida em comum? A ausência de datas precisas não militará antes a favor da veracidade do casamento?» (p. 102)O grande Historiador escreve sobre essa relação mais de oitenta anos depois e não pode consumá-la em casamento. Já documento anterior a 1383 ‒ ainda sem as perturbações da sucessão fernandina ou de Aljubarrota ‒ é taxativo. No índice dos Portugaliae Monumenta Historica. Nova Série. Volume II / 2 / Livro de Linhagens do Conde D. Pedro (1980, p. 250), diz-se que Inês de Castro «cc.» [casou com] Pedro I, porque o título 21B14 reza: «Casou outra vez este rei dom Pedro com a ifante dona Enês, filha de dom Pedro de Castro, e fez em ela / o ifante don Johan / e o ifante dom Dinis / e a ifante dona Beatriz.» (volume II / 1, p. 217) Há segunda referência no título 21M13: «E filhou-a el Rei dom Pedro de Portugal em seeendo ifante, […].» (p. 217) Não se vê onde haja, neste «filhar», recusa da «categoria de esposa», como sugere Arnaut (p. 97).
Documento latino de 1 de Novembro de 1388 (que Arnaut dá em extratexto, ao lado da p. 72), devido a Frei Vicente Gonçalves, confessor de D. Dinis, diz que seu pai teve duas mulheres, Constança e Inês.
Antes do final de Trezentos, Pero López de Ayala (1332-1407), no cap. XIV da Crónica de Don Pedro Primero, ‒ contemporâneo do nosso D. Pedro I, a quem requer os assassinos de Inês ‒, justifica a morte desta «por quanto le decían [a D. Afonso IV] que el infante Don Pedro su hijo quería casarse con ella. […] E este Infante Don Pedro de Portugal amaba tanto a la dicha Doña Inés de Castro, que decía a algunos de sus privados que era casado con ella; e por esto el Rey Don Alfonso su padre fízola matar […].» Reacção de D. Pedro: «[…] e luego quisiera matar a los que fueron en el consejo de la muerte de Doña Inés, la cual decía entonces que fuera su muger legítima, que él avía casado con ella, aunque non lo osara decir por miedo del rey su padre: […].» (Ed. de Madrid […], s. d. [1931?], p. 114-115) Ayala pode aludir à declaração régia de Cantanhede; ou a um núcleo restrito de «privados». É evidente a conclusão de António Resende de Oliveira (“As vidas de D. Pedro e de D. Inês de Castro na historiografia medieval portuguesa”, online): «A presença constante da referência ao casamento do infante com D. Inês assegura-nos, pelo menos, que ele seria tido como facto adquirido nos círculos da corte portuguesa após a declaração do rei nesse sentido.» (p. 117) Ayala reforça esse sentimento, ele que, tendo lutado em Aljubarrota, ficou preso por um ano em Portugal.
Vem Fernão Lopes. Antes de, no cap. XXIX da Crónica de D. Pedro, lançar «razooens» contra casamento declarado pelo rei (cap. XXVII) e corroborado pelo bispo da Guarda e Estêvão Lobato (cap. XXVIII), declara, no cap. I, que D. Pedro «nom quiz mais casar, depois da morte de Dona Enes em sendo Iffante, nem depois que reinou», aceitando o em que Arnaut, Resendes e eu concordamos, a saber, que o casamento se efectuara. Resendes lembra como Fernão Lopes aduz «a semelhança do facto com o que ocorrera com o rei de Castela e Maria Padilha. Na realidade, se imitação houve, o imitador terá sido o rei de Castela, que elevou a amante a rainha apenas cerca de dois anos depois de D. Pedro o ter feito!» (p. 118)
A negação do casamento, retomando argumentação jurídica de João das Regras nas cortes de Coimbra, aprofunda-se na Crónica de D. João I, cuja legitimação tem de anular a do irmão mais velho, D. João de Portugal e Castro, e demais. A palavra de D. Pedro, até ao testamento ante mortem de 17 de Janeiro de 1367, onde declara que Inês «foy nossa molher», pouco lhe importa, talvez porque não cita sequer o filho mestre de Avis; a trasladação (em 1360? 1362? 1363?) para o soberbo monumento alcobacense nada significa; o sermão de exéquias do arcebispo de Braga, comparando-os a Abraão e Sara (união que aquele, por medo, escondia do faraó; o sermão é analisado em António Brásio, “Duas notas marginais ao problema do casamento de D. Pedro com D. Inês de Castro”, Anais. Academia Portuguesa da História, 12, 1962, p. 97-103), é tido por retórica inútil e rasurada.

Vinhais recupera Festas de São João

Retomando uma tradição ‘extinta’ há mais de vinte anos, a Junta de Freguesia de Vinhais reavivou as Festas de São João 2014 na vila de Vinhais.


No quadro do Plano anual e Plurianual de Atividades em Curso a Junta de Freguesia de Vinhais recuperou a tradição das ‘Festas de São João’, às quais, entre muita chuva, acorreram inúmeras pessoas que congratularam o evento. 
Recuperando valores e rituais que as Gentes de Vinhais tão bem recordam, foi adquirida a figura de São João, a qual, após missa de bênção, foi centro da ‘Cascata de São João’, realizada na emblemática ‘Fonte do Cano’ da Vila de Vinhais.

Das festividades, fizeram ainda parte um arraial popular, marcado pela tradicional sardinha assada e respetivos acompanhamentos.
O mote está lançado, na certeza de que para o ano haverá mais.



sábado, 28 de junho de 2014

Primitive Reason, Keep Razors Sharp e Norton no festival Carviçais Rock

Os portugueses Primitive Reason, Keep Razors Sharp e Norton são as primeiras bandas confirmadas para o festival Carviçais Rock que acontece em agosto na aldeia de Carviçais, Torre de Moncorvo, disse  à Lusa fonte da organização.

O festival de música rock de Carviçais vai regressar em agosto àquela aldeia de Torre de Moncorvo, após seis anos de paragens, nos dias 11 e 12 de agosto.
Os Primitive Reason completaram 20 anos de carreira em 2013 e lançaram o trabalho Power To The People.
"Desde 1993 que brindam o seu público com uma sonoridade que cruza os estilos do ska, do rock, do reggae e do funk, sendo pioneiros e inigualáveis nesta sonoridade em Portugal", assinala a organização.
Já os Keep Razors Sharp avançam com quatro músicos, "todos de percursos bem trilhados na música, todos respeitados na cena nacional": Afonso (Sean Riley & The Slowriders), Rai (The Poppers), Bráulio (ex-Capitão Fantasma) e Bibi (Riding Panico). 
Os Norton vão a caminho do quarto álbum de originais, mas a "frescura com que se reinventam a cada disco que editam" faz do grupo "um dos melhores exemplos de como a pop e música alternativa podem andar de mãos dadas e serem felizes".
Perante este cenário, a organização do festival garante que se trata de um regresso "há muito esperado" do festival Carviçais Rock à aldeia. O festival vai passar a realizar-se anualmente no mês de agosto.
O Carviçais Rock vai ainda apostar em bandas da região trasmontana, escolhendo sempre para "cabeça de cartaz", para cada um dos dias do festival.
A ideia dos mentores da iniciativa musical do Douro Superior passa por construir um festival à dimensão da realidade da região, ou seja, "nada de megalomanias e com os pés bem assentes na terra". 
Segundo a organização, pretende-se orientar o Carviçais Rock para um público jovem e para os emigrantes da região, mas sempre de portas abertas para os entusiastas vindos de outros pontos do país.
Os mentores da iniciativa musical, garantem, que os contactos de bandas interessadas em participar no festival "têm sido contínuos em grande número", garantindo mesmo que "há uma fome de Carviçais Rock".
A organização do Carviçais Rock está a cargo da Junta de Freguesia, Câmara de Torre de Moncorvo e diversas associações culturais e desportivas do concelho.

FYP // JGJ Lusa/fim
Retirado de www.noticiasdonordeste.com

Festival Sete Sóis Sete Luas em Alfândega da Fé: iniciativas acontecem a 27 de junho e 26 de julho

Concertos, uma conferência dedicada à temática dos judeus e degustação de produtos do mediterrâneo marcam o regresso do Festival Sete Sóis Sete Luas a Alfândega da Fé.

As iniciativas acontecem a 27 de junho e 26 de julho e continuam a afirmar-se como um meio privilegiado de intercâmbio e divulgação da cultura, dos artistas e características dos países participantes. A ideia passa por continuar a manter o foco na promoção do diálogo intercultural, potenciando o conhecimento e o contacto entre localidades e países que promovem o festival. Trata-se de um evento internacional que convida à reflexão, à troca de experiências e à cooperação entre diferentes culturas.
Vai ser assim também na edição deste ano em Alfândega da Fé. O arranque do Sete Sóis, no concelho, faz-se com a realização do Seminário “Os Judeus em Trás-os-Montes”, a 27 de junho, às 14.00h, na Biblioteca Municipal. O tema já foi abordado na edição anterior, com a tónica a centrar-se nos Contributos para a Criação de uma Rota dos Judeus em Trás-os-Montes. Este ano, a análise vai abordar as marcas e contributos deixados pelos judeus na região e conta com uma conferência proferida por Sami SadaK.
O professor da Universidade Aix-en-Provence e Codiretor do BabelMed de Marselha vai abordar o tema “ Judeus Espanhóis e Marranos em Portugal.”.
O Seminário conta também com a participação Antero Neto, que vai apresentar o livro "Marcas Arquitetónicas Judaicas e Vítimas da Inquisição no Concelho de Mogadouro" e António Júlio Andrade que falará sobre" Jacob (Francisco) Rodrigues Pereira - Cidadão do Mundo, Serfadita e Transmontano". O Seminário termina com uma degustação de produtos mediterrânicos.
Nesse mesmo dia, mas à noite e em estreia nacional, os Mazagão.7Luas.Orkestra sobem ao palco instalado no Largo de S. Sebastião. Trata-se de uma nova criação artística original do  Festival Sete Sóis Sete Luas, nascida do trabalho conjunto de seis prestigiados músicos: José Barros (diretor musical, guitarra, bandolim e cavaquinho) e João Frade (acordeão) de Portugal, Soukaina Fahsi (voz) de El Jadida, Marrocos, Gustavo Roriz (baixo) do Brasil, Rosa Borges (voz) de Cabo Verde e David León (percussões) de Ceuta, Espanha, encontram-se partilhando as suas próprias tradições culturais e temas musicais e criando novas peças que demonstram a possibilidade de compreensão e cooperação entre diferentes culturas. A história desta orquestra é a história da cidade de El Jadida/antiga Mazagão e simboliza a viagem dos seus habitantes que cruzaram três continentes: África, Europa e América do Sul.
O Festival regressa a 26 de julho com a atuação AKIM EL SIKAMEYA da Argélia
 Recorde-se que o Festival Sete Sóis Sete Luas acontece em Alfândega da Fé desde 2010, altura em que o município aderiu à rede Cultural Sete Sóis Sete Luas. Este ano o festival decorre em 33 cidades da Europa, África e América do Sul. Em Portugal 7 localidades acolhem as iniciativas do Sete Sóis. Alfândega da Fé é o único concelho do norte do país onde se realiza este Festival internacional.


Retirado de www.noticiasdonordeste.com  

Cerca de 100 jovens da diocese de Bragança- Miranda aceitaram o desafio de "Caminhar Juntos"

Cerca de 100 jovens da diocese de Bragança- Miranda aceitaram o desafio de "Caminhar Juntos" no campo de ferias em Vila Flor, a convite do SDPJV e dos professores de EMRC: Paula Veloso, Alberto Pais, Delfim Gomes, Jorge Novo e Júlio Gomes.

 "Caminhar Juntos" é o tema do Campo de Férias que decorre desde a passada quarta-feira até ao próximo dia 28 de junho no parque de campismo em Vila Flor. Conhecer Vila Flor, cultivando o gosto pela nossa terra e pelas nossas raízes, valorizando a nossa história e identidade é também um dos objectivos que alicerçam esta actividade.
Este campo de férias pretende, além de mais, proporcionar aos jovens o desenvolvimento do espírito de equipa e fraternidade, o companheirismo, fomentar a amizade, a solidariedade, o respeito pelo ambiente, o dinamismo e o compromisso pelo bem comum, em clima de diversão, trabalho, diálogo, oração...
Para tal, para além das atividades permanentes, como a música\canção (viola, cavaquinho, flauta), um jornal de parede diário, jogos de mesa (cartas, damas, xadrez, monopólio…), há também o convite permanente aos jovens a abrir o coração à Esperança e à Confiança na oração.
Outros tantos momentos como o sarau cultural, os desportos radicais como paintball, slide, tiro com arco e com besta, bolas zorb; e no desporto podes contar com partidas de futebol, voleibol, basquetebol, atletismo e ténis e onde não falta também a sétima arte, fazem deste Campo de Férias um verdadeiro “Caminhar Juntos”, uma experiência de encontro com Deus, constituindo a oportunidade de saber viver num espírito de inter-ajuda, num crescimento como grupo, e de crescimento na Fé, sentindo o que o toque de Deus provoca em nós.
Esta é sem dúvida uma oportunidade para na Alegria responder a uma ProVocacão e descobrir que mais importante do que o que levamos para o caminho é aquilo que se traz.
"Seja Maria, a caminhar connosco neste Campo de Férias a nossa guia... Respondamos diariamente "Eis-me aqui envia-me"... Com esta confiança seremos capazes de caminhar juntos para nos encontrarmos, para construir agora o nosso presente e olharmos para o futuro com Esperança" desafia o diretor do SDPJV Pe Eduardo Novo.


sexta-feira, 27 de junho de 2014

Feira de São Pedro abre as portas no dia 28 de junho na cidade de Macedo de Cavaleiros

Entre 28 de junho e 5 de julho decorre a XXX I Feira de São Pedro em Macedo de Cavaleiros. A abertura oficial decorre no primeiro dia, no recinto do Parque Municipal de Exposições, contando com a participação do Eurodeputado José Manuel Fernandes.

Durante uma semana são esperados milhares de visitantes no recinto deste certame, o mais antigo na região, herdeiro da antiga feira dos segadores, que remonta aos anos 40, quando ranchos de ceifeiros de todo o país confluíam, vindos do sul, a Macedo de Cavaleiros.

Ao longo destes últimos 30 anos, a Feira de São Pedro afirmou-se como incontornável para a realização de negócios e representativa das melhores potencialidades económicas de Macedo de Cavaleiros e de toda a região transmontana.

O espaço de exposição e o orçamento foram este ano reduzidos, mas António Cunha, presidente da Associação Comercial e Industrial de Macedo de Cavaleiros, responsável pela organização, garantiu à Agência Lusa que se mantém a qualidade da feira com 240 expositores de todo o país e o habitual cartaz de espetáculos para atrair visitantes.

Segundo as contas da organização deste certame durante os 30 anos da feira passaram pelo seu recinto 2.250.000 de pessoas e cerca 6.000 expositores.

O responsável pela organização, António Cunha, garantiu à Lusa que a Feira de São Pedro de Macedo de Cavaleiros "é uma das quatro melhores" do país e a única do género que resistiu e continua a realizar-se no Distrito de Bragança.

O orçamento deste ano ronda os 350 mil euros, menos 100 mil euros do que na edição anterior. 

Retirado de www.noticiasdonordeste.com

Produtores de vinhos e músicos envolvem-se em campanha pelo Tua

A venda de edições limitadas de dois vinhos produzidos na região do Douro vai reverter a favor da Plataforma Salvar o Tua. A Plataforma, que inclui organizações ambientalistas e de desenvolvimento local e produtores vitivinícolas, defende a suspensão das obras da barragem de Foz Tua e um modelo de desenvolvimento para a região que passa pela agricultura e pelo turismo de natureza.

A manutenção da linha ferroviária do Tua e a sua rentabilização para exploração turística e é um dos argumentos da Plataforma Salvar o Tua que afirma que a barragem causará prejuízos ambientais , económicos e sociais.

Esta causa está também a ser defendida por empresários que produzem vinhos na região do Douro. A preocupação é um respeito integral pela paisagem e pelo ambiente desta região vitivinícola que é a região demarcada mais antiga do mundo.

O vinho “Assobio” da Quinta dos Murças e o Muxagata é um exemplo dessa preocupação, surgindo com um rótulo onde são exibidas palavras de ordem como “ Salvar o Tua, Proteger o Douro”. A campanha é ainda complementada por uma banda sonora intitulada “Os sitios mais lindos que vi - Musicos pelo TUA”, um original que conta com a interpretação do músico portuense Rui Reininho, líder da desaparecida banda Rock GNR, e ainda de Amélia Muge, André Tentugal (We trust), Catarina Salinas (Best Youth), Francisca Cortesão, Frankie Chavez, Hélio Morais, Luisa Sobral, Mafalda Veiga, Márcia, Marta Ren, Samuel Úria, Selma Uamusse, Susana Travassos e Tiago Bettencourt.

O objectivo desta campanha é sensibilizar a opinião pública para a preservação de um património natural e cultural que os elementos da Plataforma Salvar o Tua acreditam ter muito maior potencial para dinamizar a economia regional do que a tão polémica a barragem. 
Retirado de www.noticiasdonordeste.com

Cuidados Continuados avançam no Hospital Terra Quente

A Santa Casa da Misericórdia de Mirandela (SCMM) já tem acordos com o Governo, podendo assim abrir a Unidade de Cuidados Continuados, integrada no edifício do Hospital privado Terra Quente.
Estes acordos para 30 das 43 camas existentes representam um enorme alívio para a Santa Casa da Misericórdia de Mirandela, pois a instituição tinha que pagar o empréstimo no valor de 1,4 milhões de euros, sem qualquer rentabilidade do equipamento.
“É muito melhor do que nada, porque não se perspectivava, dados os cortes orçamentais que os ministérios têm tido. Nós não contávamos tão cedo com este despacho. Para nós, é fundamental, porque temos encargos financeiros demasiado grandes e a abertura da UCC vem-nos ajudar a ultrapassar as dificuldades”, refere o provedor da SCMM, Manuel Araújo.
O investimento nesta unidade foi superior a três milhões de euros, com apoios comunitários na ordem dos 1,7 milhões. Além deste dinheiro investido, também os recursos humanos já tinham feito formação.
“Eu estava muito preocupado, mas estes acordos vão permitir que nós possamos pôr a trabalhar esta Unidade, que já estava fechada há nove meses, toda equipada e com todas as condições. Também os recursos humanos já fizeram formação. Temos já formadas 16 auxiliares de acção médica e no total teremos 30 funcionários”, esclarece Manuel Araújo.
A ARS do Norte oficializou o acordo de convenção com a SCMM ,que permite abrir a UCC, ao que tudo indica, no início do mês de Agosto.

Gestão conjunta
Também a administração do Hospital Terra Quente (HTQ) já manifestou a sua satisfação pela abertura da UCC.
“Ficámos muito satisfeitos, porque embora a Unidade de Cuidados Continuados pertença à SCMM, foi toda ela idealizada numa gestão conjunta, em que sobretudo todos os recursos humanos ligados com a saúde seriam da administração do Hospital Terra Quente. Tivemos um ano e quatro meses sem tirarmos partido de algumas economias de escala e algumas sinergias que pensamos a partir de Agosto vir a obter”, explica o administrador do HTQ, Manuel Lemos.
O responsável acrescenta que o facto de as camas de convalescença continuarem sem acordos o deixa bastante preocupado, pois é uma valência “necessária para toda a região”.

Retirado de www.jornalnordeste.com

Casa cheia na apresentação do romance de Tiago Patrício

A Biblioteca Municipal de Torre de Moncorvo acolheu a apresentação do livro “ Mil Novecentos e Setenta e Cinco”, do autor Tiago Patrício.
A iniciativa teve início com a exibição de alguns excertos dos filmes “Gente do Norte” e “Felgar Ventos de Abril”, para enquadrar o livro e lembrar como eram as coisas em 1975.
De seguida, Leonel Brito apresentou o autor, referindo que “é um grande escritor numa terra de escritores”. Falou também sobre a obra “Mil Novecentos e Setenta e Cinco”, salientando que “ o livro tem muito de Trás-os-Montes, de Carviçais e de nós”.
O autor tomou a palavra para explicar que este livro tem 42 personagens e que ele não é nenhuma delas.
Referiu que “o livro é uma viagem de câmara na mão, o ‘cameraman’ que passa pela aldeia e vai filmando de perto e ouvindo aquelas conversas cheias de ironia”.
“Este não é um romance histórico, não tem relação nenhuma com aquela ideia da vida tal como ela é, nem tampouco tenho a pretensão de reproduzir nenhuma verdade dos factos”, ressalvou o autor.
Após a partilha de experiências por parte do público presente sobre o ano de 1975, seguiu-se uma sessão de autógrafos.


“Do gesto à palavra” uma nova exposição de João Ferreira

O artista brigantino, João Ferreira, tem patente ao público no espaço História e Arte, em Bragança, uma nova exposição “Do gesto à palavra”, com esculturas recentes nas quais utilizou várias madeiras autóctones, como a Nogueira, Carvalho, Castanheiro e Olmo. Uma mostra que “confronta com o Verbo entendido como Palavra, Discurso, Comunicação. O autor usa a oratória ou as novas e velhas tecnologias da comunicação para tentar entender ou questionar o aparato criado para facilitar a linguagem”, divulgou a galeria.
Segundo a responsável do espaço, Emília Nogueiro,  a exposição “não se trata de uma visão maniqueísta da realidade, mas de uma narrativa exploratória dos claros-escuros que lhe definem o caminho. A inquietação no prazer de por as mãos a fazer coisas define obstinadamente o processo criativo do João Ferreira, sempre corpóreo, concreto, objectual e enraizado na intemporalidade do gesto”.
Mais uma vez o artista mostra a sua vontade de transformar e reutilizar materiais desprezados, o que se supõe possa ser olhado como “mais que uma crítica ao consumo contemporâneo pois assume a intervenção como acção sobre o objecto que descontextualizado da sua funcionalidade é interpretado na obra como matéria-prima”, acrescentou.

Por: Glória Lopes

Retirado de www.mdb.pt

“Nunca mais voltaremos a ter a população densa e pobre que tivemos no passado”

Duas associações instaladas em aldeias do concelho de Miranda do Douro foram galardoadas com o “Dryland Champions Programme 2014 da CNUCD, uma distinção que contemplou 11 entidades nacionais, consideradas bons exemplos com práticas que permitem contrariar a tendência de desertificação do território. A  Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino (AEPGA) e a Associação Nacional de Criadores de Ovinos de Raça Churra Galega Mirandesa receberam os prémios no passado dia 17, em Palácios, local escolhido para a sessão pública comemorativa do Dia Mundial do Combate à Desertificação, promovido pela Câmara de Bragança. Têm feito a diferença na região.
O interior e o sul do país são as zonas mais susceptíveis de risco de desertificação. Só no norte um terço do território pode a ficar abandonado. “Tem a ver com a nossa condição do ponto de vista do clima, associada ao abandono da terra e à actividade humana. O desaparecimento dos proprietários das terras é devido a esse fenómeno”, enumerou Paula Sarmento, presidente da Comissão Nacional de Coordenação do Programa de Ação Nacional de Combate à Desertificação (CNCCD).


Por: Glória Lopes
Retirado de www.mdb.pt

Cada vez mais turistas passam pelo Posto de Turismo de Bragança

Aumentou mais de 30 por cento o número de turistas que passou pelo Posto de Turismo de Bragança, nos últimos três anos. Os dados são divulgados pelo município. Em 2010 passaram por este local de informação cerca de 17 mil turistas, tendo aumentado para mais de 24 mil no ano passado.
O presidente da autarquia, Hernâni Dias afirma que está a ser feito um registo mais cuidado dos turistas que passam pelo posto, para ajustar o plano de promoção turístico do município. “Estamos neste momento a fazer de forma mais cuidada o registo dos turistas que nos visitam, pelo menos aqueles que vão à procura de informação ao posto de turismo, para termos a noção clara do número de turistas, da sua origem, quais são os países que mais vêm aqui a Bragança, para também dessa forma podermos divulgar mais e melhor a nossa cidade. Quanto mais informação tivermos a esse nível mais nos ajudará a fazer a promoção do nosso território nesses países ou em outros países onde ainda não somos conhecidos”, salienta o autarca. A autarquia está agora a fazer obras no posto de turismo, para melhorar as condições de quem passa por aquele local. “Vamos fazer uma pequena intervenção no sentido de colocar aquele espaço mais atractivo para o turista, reorganização do espaço, decoração do espaço”, salienta Hernâni Dias. Até ao próximo dia 7 de Julho o posto de turismo vai funcionar no módulo ao lado do Teatro Municipal. Depois será instalado definitivamente num edifício que está a ser construído ao lado do Centro de Arte Graça Morais. “Esta é uma solução provisória deslocalizar o posto de turismo para junto do Teatro Municipal. Já iniciou a construção do edifício da presença sefardita em Bragança, que é junto ao Centro de Arte Graça Morais, onde também vai ficar instalado o posto de turismo”, adianta o autarca. As obras neste espaço cultural arrancaram há cerca de um mês e prevê-se que estejam concluídas no final do ano.

Escrito por Brigantia

Retirado de www.brigantia.pt

quarta-feira, 25 de junho de 2014

UNESCO diz que estão reunidas as condições para manter classificação do Douro

A UNESCO considera que estão reunidas todas as condições para manter o Alto Douro Vinhateiro (ADV) inscrito como Património Mundial, disse hoje, em Vila Real, uma das responsáveis pela comissão nacional desta organização.
"Neste momento a situação está resolvida e portanto todas as situações foram clarificadas e a UNESCO considera que estão reunidas todas as condições para manter o bem inscrito como Património Mundial", afirmou Elizabeth Silva, responsável pelo setor das Ciências na Comissão Nacional da UNESCO.

A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em Vila Real, está a ser palco do seminário "Património Mundial da UNESCO Alto Douro Vinhateiro - Aliança entre Ciência e Cultura".

Fonte: Lusa
Retirado de www.noticiasdonordeste.com

Música tradicional reabre antiga escola de Caravela

A antiga escola primária de Caravela, no concelho de Bragança, encerrou com a reorganização da rede escolar, mas agora volta a receber alunos.
São crianças e adultos que estão a aprender instrumentos tradicionais na recém- criada Escola de Música Tradicional da Lombada.
Este projecto, pioneiro no meio rural, é da União das Freguesias de S. Julião de Palácios e Deilão, que deu assim uma nova utilidade a um edifício encerrado há já alguns anos e recuperou uma tradição que se estava a perder na Lombada.
As aulas de música decorrem às sextas e sábados à noite e contam com cerca de 30 alunos, um número que superou a própria organização.
Depois do ensaio individual, o som da gaita-de-foles, dos bombos e das caixas faz-se ouvir até nas imediações da antiga escola primária de Caravela. Lá dentro, o antigo quadro de lousa é preenchido com notas musicais, que orientam os alunos, dos oito aos 62 anos.
A escola foi limpa e não deixa de cumprir a sua função, apenas mudam os intervenientes. “Deixamos de ter um professor primário passamos a ter um professor de música, e agora às crianças juntam-se adultos”, realça o presidente da União das Freguesias de S. Julião de Palácios e Deilão, Altino Pires, também ele aluno de gaita-de-foles.
Para o professor de Música, Bruno Aliste, a maior dificuldade é mesmo ensinar tantos alunos ao mesmo tempo.

Meirinhos é o novo grão-mestre da Grande Loja

O socialista Júlio Meirinhos foi eleito, no passado sábado, o novo grão-mestre da Grande Loja Legal de Portugal.
O actual vice-grão-mestre foi escolhido pelos "irmãos" da maçonaria regular para suceder a José Moreno, tendo vencido o arquitecto José Pereira da Silva.
Na maçonaria desde 1992, Meirinhos foi durante quatro mandatos presidente da Câmara Municipal de Miranda do Douro e deputado do PS. Nas últimas autárquicas, concorreu pelo PS à Câmara de Bragança, perdendo para Hernâni Dias, do PSD, que segundo o Diário de Notícias é seu "irmão" de Loja na R: L: Rigor.
Só em Setembro é que Júlio Meirinhos é "instalado" definitivamente como grão-mestre.


Retirado de www.jornalnordeste.com

Presidente da CIM Trás-os-Montes critica a forma como o encerramento de escolas foi comunicado

O presidente da Comunidade Intermunicipal de Trás-os-Montes, Américo Pereira, critica a forma como o encerramento das duas escolas do distrito de Bragança foi comunicado. 
Recordo que alguns autarcas da Comunidade Intermunicipal estiveram reunidos esta segunda-feira com o Diretor-Geral de Educação do Norte que não revelou a lista das escolas a encerrar. No entanto, durante a noite os autarcas de Mirandela e Vila Flor foram notificados por fax do encerramento da escola do cachão e Freixiel. Américo Pereira afirma que o governo está agir de má fé no processo de reorganização escolar. “O que não é correcto é a Comunidade Intermunicipal ter reunido com o representante do governo sobre esta matéria, dizer que não sabe nada, não consegue dar resposta absolutamente nenhuma e nas nossas costas comunica às câmaras municipais o resultado. Não me parece que exista aqui boa fé da parte do governo nesta questão das escolas”, considera. Ao divulgar a lista das 311 escolas que vão encerrar em todo o país no próximo ano lectivo, o Ministério da Educação afirma que a lista resulta de uma negociação com as autarquias. No entanto, o presidente da CIM de Trás-os-Montes afirma que não houve negociação alguma com os municípios transmontanos. “Não houve negociação nenhuma. O que houve foi uma oposição das autarquias face à proposta do governo”, afirma. Apesar de apenas 2 das 18 escolas inicialmente em risco, numa lista divulgada pela Associação Nacional de Municípios, estarem agora referenciadas pelo Ministério da Educação para encerramento, Américo Pereira garante que a Comunidade de Intermunicipal de Trás-os-Montes e os autarcas envolvidos vão continuar a lutar para evitar o encerramento destas escolas. O presidente da Comunidade Intermunicipal de Trás-os-Montes a criticar a forma como o Ministério da Educação comunicou o encerramento de duas escolas no distrito de Bragança e garantir que os autarcas vão continuar a lutar pela manutenção destas escolas.

Escrito por Brigantia

Retirado de www.brigantia.pt

Vespa do castanheiro pode chegar à região transmontana

Os agricultores transmontanos estão preocupados com a nova praga que afecta os soutos. A vespa do castanheiro já foi detectada no Minho, na zona de Barcelos. Chegar à região transmontana é uma questão de tempo.
A Direcção Regional de Agricultura, em colaboração com as associações de produtores, as instituições de ensino superior da região e as Juntas de Freguesia já estão a distribuir informação e a sensibilizar os agricultores para apostarem na prevenção. Em Espinhosela, no concelho de Bragança, os agricultores já receberam a informação. Quem vive essencialmente dos rendimentos da castanha está preocupado com o futuro desta cultura. Na região transmontana a palavra de ordem é prevenir. O presidente da Arborea- Associação Agro-Florestal e Ambiental da Terra Fria Transmontana, Eduardo Roxo, assegura que é fundamental os agricultores estarem atentos e terem cuidados com as novas plantações. “Temos que ter muita atenção e não importar, nem comprar plantas que não estejam devidamente certificadas e com garantias da sua sanidade. “Nós temos capacidade de controlar, de reduzir a dimensão desta praga. De que maneira? Estando atentos. Nesta altura do ano passar pelos soutos com frequência olhar para as folhas para ver se já existem alguns inchaços e se forem detectados cortar e queimar imediatamente”, realça Eduardo Roxo. O Instituto Politécnico de Bragança está já a desenvolver investigação na área dos parasitoides que pode ser útil para encontrar uma solução para controlar a praga da vespa. Pelo menos é a esperança de Albino Bento, director da Escola Superior Agrária de Bragança e investigador na área da Protecção Integrada e Luta Biológica contra Pragas no Centro de Investigação de Montanha. A vespa do castanheiro, uma praga que já foi detectada em Portugal, e as implicações poderá vir a ter na região transmontana, onde se produz mais castanha no País.

Escrito por Brigantia

Retirado de www.brigantia.pt

Concentração Motard de Mirandela promete conquistar centenas de amantes das duas rodas

Está a chegar o evento que os amantes das duas rodas aguardam na região, a 18ª Concentração Motard de Mirandela. São esperadas centenas de pessoas para a festa que este ano tem mais um dia e começa já amanhã.
O presidente do Moto clube de Mirandela, Paulo Guilherme, justifica a alteração do número de dias com a necessidade de tornar o evento melhor. Paulo Guilherme vai mais longe e diz mesmo que o objectivo é igualar a Concentração Motard de Mirandela a outras muito conhecidas no País, como é o caso da concentração de Faro. O presidente do Moto clube de Mirandela, Paulo Guilherme, a adiantar os pormenores para a 18ª concentração Motard de Mirandela. Entrevista para ouvir na íntegra depois das 17h.

Escrito por Brigantia

Retirado de www.brigantia.pt  

UCC da Misericórdia abre a 1 de setembro

Já está assinado o despacho que permite a abertura da Unidade de Cuidados Continuados da Santa Casa da Misericórdia de Bragança, confirmou ao Mensageiro o Provedor da instituição, Eleutério Alves.
“É o passo que faltava para que aquela unidade possa ser uma realidade, no sentido de que abra o mais rapidamente possível. Está previsto que a abertura seja a 1 de setembro. Nesta primeira fase vai abrir só com 40 camas. Vai ter duas tipologias, longa duração (25 camas) e média duração (15 camas). Mas estou convencido que a curto prazo teremos as restantes 15 camas ocupadas”, sublinhou o mesmo responsável.
Neste momento, falta apenas a publicação do despacho, que está assinado. “Presumo que seja uma questão de dias. Depois falta a assinatura do acordo de cooperação”, sublinhou.

Por: AGR

Retirado de www.mdb.pt

terça-feira, 24 de junho de 2014

Alunos do Agrupamento Emídio Garcia vão pela primeira vez ao Parlamento Europeu

Vinte e quatro estudantes do Agrupamento de Escolas Emídio Garcia, em Bragança vão, pela primeira vez, ao Parlamento Europeu em Estrasburgo, no próximo ano lectivo.
Uma viagem conseguida através da participação de duas alunas do 11º ano, Ana Aleixo e Sara Ramos, no concurso ”Euroescola”, patrocinado pelo Parlamento Europeu.
Uma viagem conseguida através da participação de duas alunas do 11º ano, Ana Aleixo e Sara Ramos, no concurso ”Euroescola”, patrocinado pelo Parlamento Europeu. As jovens conseguiram o 5º lugar a nível nacional o que permite que o Agrupamento Emídio Garcia seja um dos seis contemplados com a viagem. Ana Aleixo considera que o “Euroescola” é muito importante na formação dos jovens enquanto cidadãos. “São actividades que nos preparam para a vida. Ter boas notas não basta, temos de saber defender pontos de vista e saber provar e defender uma ideia”, considera. Para Sara Ramos a viagem ao Parlamento Europeu será uma oportunidade única.”Vamos conhecer o Parlamento Europeu, o que não é uma oportunidade que vamos ter muitas mais vezes na vida”. Depois de ter ganho a fase distrital do concurso com o tema “Crise demográfica- emigração, natalidade, envelhecimento”, as jovens representaram o distrito de Bragança a nível nacional tendo arrecadado o 5º lugar. Para o professor José de Barros, coordenador do projecto “Euroescola” no Agrupamento de Escolas Emídio Garcia, a escolha do tema para a participação das duas alunas não poderia ter sido mais acertado. “O facto de terem centrado a sua intervenção no tema da desertificação do interior do país. Todo o que seja feito para enaltecer a gravidade do problema é positivo. Mesmo no Parlamento Europeu penso que devem continuar a falar do facto de haver dois países num só: o país que situa no Interior e o que situa no litoral”, considera. Ao todo 24 alunos e 2 professores do Agrupamento de Escolas Emídio Garcia, em Bragança, vão representar o distrito e juntar-se aos restantes vencedores nacionais numa viagem ao Parlamento Europeu inserida no programa “Euroescola”.

Escrito por Brigantia

Retirado de www.brigantia.pt

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Arte é vida e vida é arte!


Retirado de www.cm-vinhais.pt 

VIII Encontro de Gerações


Retirado de www.cm-vinhais

Ervedosa


Retirado de www.cm-vinhais.pt 

Banca na Praça

Nos meses de verão, o Centro Histórico de Bragança ganha mais vida com a iniciativa “Banca na Praça”.

Promovido pela Câmara Municipal de Bragança, o projeto visa, sobretudo, dinamizar a economia local e o Centro Histórico da Cidade, como explicou o Presidente da Câmara Municipal de Bragança, Hernâni Dias, durante a apresentação da “Banca na Praça”, à Comunicação Social.

“Através desta iniciativa, o Município de Bragança pretende, acima de tudo, dar continuidade à estratégia de revitalizar e dinamizar a Zona Histórica. Com a Banca na Praça, trazemos expositores e produtores para a Praça da sé, onde poderão vender os seus produtos nos meses de maior afluência de turistas”, salientou o Presidente da Câmara Municipal de Bragança.

“Banca na Praça” contará, assim, com a presença, no segundo e quarto sábados dos meses de junho, julho e setembro, de dez bancas, onde estarão à venda os mais variados produtos, como artesanato, bolos e pão, hortícolas, antiguidades e frutos secos.

É, assim, mais uma aposta do Executivo Municipal na revitalização do Centro Histórico da Cidade de Bragança.


Retirado de www.cm-braganca.pt

Candura

estender o braço
colher uma nectarina
trincá-la de súbito e sentir
na língua o seu sabor
em mil pequenas gotas...

admirar a cor amarela
da polpa carnuda
morder novamente
sem culpas banais
na boca vermelha

requebros de prazer
na volúpia do beijo
que não se planeia
e entontece de pejo
a doce candura 
de um puro desejo

Mara Cepeda







Desejo

Na face serena,
sorriso de luz.
Na boca pequena
esperança reluz.

Olhar de esperança
de quem muito almeja.
Embora criança
é fada benfazeja.

Dá a mão à mãe
que traz no olhar
o brilho do amor
que tem para dar.

Sorriem as duas
um dia feliz.
As vidas são suas.

Ninguém as desdiz.

Mara Cepeda 

É verão?

No calendário. Lá fora, na rua, uma primavera quase verão. O calor suporta-se como a preguiça de fazer qualquer coisa sem vontade.
Nos jardins, profusão de flores, marias, rosas, coroas de rei, cravos de S. José, malmequeres, amores-perfeitos, petúnias...
Nos corações, nem primavera, nem verão, antes outono quase inverno.
Porquê razão assim acontece?
A vontade desvanece, encolhe-se, espalha-se pelo chão onde é pisoteada pela pressa das pessoas que, mesmo sem pressa, não param para muda contemplação do azul/cinzento do céu, dos muitos matizes do verde que cobre a paisagem dos campos incultos, salpicados, aqui e ali, de flores silvestres ou giestas amarelas.
Sempre a hora que tarda em acontecer... Sempre a vontade adiada de ser... que ser dá muito trabalho e pouco dinheiro...
Agradece-se que o verão aconteça simplesmente como simplesmente se nasce (Será?).
Se simplesmente se nascesse e tudo acontecesse porque sim, decretaria sempre primavera amena e soalheira, mar calmo e benfazejo, praias de areia branca e quente sob os pés calejados das muitas caminhadas. Poderíamos banhar-nos nas quentes lágrimas deste povo português que muitas salgou neste oceano de penas e mágoas.
E o meu olhar comprazer-se-ia nos verdes novos de todas as primaveras que sendo sempre as mesmas, são únicas e irrepetíveis.
Se esta saudável leveza das coisas pudesse voar nas frágeis asas de uma borboleta azul...

Mara Cepeda 


domingo, 22 de junho de 2014

Inauguração da Exposição sobre Santos Populares no Museu do Ferro e da Região de Moncorvo

No próximo dia 23 de Junho, pelas 18h00, tem lugar a inauguração da exposição sobre os Santos Populares, no Museu do Ferro e da Região de Moncorvo.

Em destaque nesta mostra estão os três Santos Populares: S. António, S. João e S. Pedro. Em exposição está a biografia de cada um deles e toda a parte lúdica que também faz parte das comemorações dos santos populares.

A exposição pode ser visitada no Museu do Ferro e da Região de Moncorvo até ao próximo dia 13 de Julho, de Terça-feira a Domingo, das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h00.



Retirado de www.noticiasdordeste.com  

Mogadouro recebe a 5ª edição do Festival Aéreo 'RedBurros'

Realizar-se-á dia 26 de Julho a quinta edição do RedBurros Fly-In no Aeródromo Municipal de Mogadouro 


O objectivo fundamental do Festival Aéreo “RedBurros” é divulgar e promover a aeronáutica, com destaque para o voo à vela, junto da população de Trás-Os-Montes, em especial para os jovens que despertam para as suas vocações académicas e profissionais.

O evento tem início logo pela manhã do dia 26 de Julho com a chegada ao aeródromo de Mogadouro dos participantes provenientes de todos os cantos do pais.

Cerca das 14 horas têm início as actividades mais radicais com evoluções em planador e de aeronaves de acrobacia pilotadas por alguns dos mais conceituados e experientes pilotos Nacionais.

Em exposição estática estarão algumas aeronaves as quais podem ser vistas de perto, poderá experimentar estar sentado no cockpit das máquinas voadoras e falar com os pilotos das mesmas.


sábado, 21 de junho de 2014

‘Lacre’: uma das revelações mais interessantes da música portuguesa de qualidade

É uma das revelações mais interessantes dos últimos tempos da música portuguesa de qualidade. E sim, são transmontanos de gema, nados e criados atrás destes montes onde nos pretendem esquecer, mas onde jamais seremos esquecidos, pelo menos enquanto existirem vozes e artistas com o talento e a grandeza dos Lacre.

Provenientes “da recôndita capital transmontana (Bragança), esquecida pelo país e pelo mundo” o grupo formou-se por um mero acaso, mas com o objectivo comum em “criar música genuína”.

O grupo apostou em fazer um som intimista “e que tocasse na alma dos ouvintes”. E está a conseguir, porque os Lacre, são, sem qualquer sombra de dúvida, uma das mais interessantes revelações da música que atualmente se faz em Portugal.

“Com o seu género canção de influências eruditas e levemente adornadas com a tristeza e melancolia do fado, esta formação pretende transportar-nos para um estado de alma mais elevado. Assim, com este semblante, pretendem encher as almas dos portugueses e aquecer todas as salas de espectáculos onde venham a actuar, passando para o público uma calma inquietante, que os faça pensar, sentir e levitar.”. 
E os Lacre estão a conseguir tudo isto, e no futuro conseguirão muito mais, porque a consistente qualidade acústica do grupo e a voz maravilhosa de Carolina Franco Vieira, chegarão, mais tarde ou mais cedo, ao conhecimento de todos os portugueses como um produto “made in Trás-os-Montes” de excelentíssima qualidade.

Constituição: Carolina Franco Vieira – Voz, Miguel Moita Fernandes - Guitarra Clássica, Yazalde Afonso - Guitarra Clássica, Rómulo Ferreira – Violoncelo, Igor Ferreira - Violino


CEE com nova vida abre as portas pelos santos populares

O Centro de Educação Especial (CEE) de Bragança vai em breve inaugurar a piscina coberta, construída há mais de uma década, mas que praticamente nunca foi utilizada. A estrutura será usada pelos utentes, bem como poderá ser aberta à comunidade e a outras instituições.
O equipamento desportivo foi recuperado por decisão da provedoria da Santa Casa da Misericórdia, entidade que passou a assumir a gestão do CEE desde setembro do ano passado. Foram investidos mais 15 mil euros na recuperação da piscina. “Foi construída na época em que o CEE era da responsabilidade da Segurança Social, mas não era usada. Muito material já estava degradado, foi necessário fazer a sua substituição. O próprio revestimento estava impróprio. Agora está tudo em condições para ser inaugurada. É uma boa estrutura, até para um trabalho específico na área da deficiência”, deu conta Eleutério Alves, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Bragança, à margem da Festa dos Santos Populares, realizada na passada quinta-feira.

Por: Glória Lopes

Retirado de www.mdb.pt

Destino da Maçonaria passa pelo distrito de Bragança

O antigo deputado pelo distrito de Bragança, Júlio Meirinhos, é um dos dois candidatos à liderança da Grande Loja Legal de Portugal/GLRP da Maçonaria, substituindo o mogadourense José Moreno, até agora o grão-mestre da ordem mas que não se pode recandidatar por já ter feito dois mandatos. As eleições para esta corrente maçónica decorrem no próximo sábado, com a votação a realizar-se em todo o país, incluindo uma urna no distrito de Bragança.

Júlio Meirinhos enfrenta José Pereira da Silva, um arquiteto oriundo das Caldas da Rainha que, segundo informações veiculadas pela imprensa nacional, pertencerá à Loja Jerusalém, com ligações a muitos dos antigos líderes desta obediência, tendo sido vice do antigo grão-mestre Nandim de Carvalho.
Recorde-se que Júlio Meirinhos foi candidato derrotado à Câmara de Bragança nas últimas autárquicas, pelo PS. Perdeu contra Hernâni Dias, atual presidente da autarquia, apontado pelo jornal SOL como um dos elementos da Loja Rigor, a mesma de Meirinhos, localizada em plena serra de Montesinho, algo nunca confirmado pelo autarca brigantino.
Uma loja conhecida pelas suas ligações à política ou ao Ensino Superior da região, para além do mundo empresarial.
Júlio Meirinhos começou a sua carreira política aos 25 anos, quando conquistou a Câmara de Miranda do Douro. Foi, também, deputado e um dos grandes responsáveis pelo reconhecimento do Mirandês como a segunda língua oficial de Portugal, tendo ocupado, ainda, o cargo de Governador Civil.
Atualmente, a Grande Loja Legal de Portugal contará com cerca de 2000 templos maçónicos espalhados por todo o país e pelo estrangeiro, incluindo Macau, antigo território com administração portuguesa.
As eleições decorrem com recurso a urnas, montadas nas capitais de distrito e nas ilhas, onde os maçons terão de se dirigir para votar.
Júlio Meirinhos conta com o apoio do atual grão-mestre.

A Maçonaria em Bragança

Em Bragança, são vários os símbolos maçónicos espalhados um pouco por toda a cidade. O mais conhecido é o monumento na rotunda do antigo centro de saúde, mesmo em frente ao edifício da Câmara Municipal, mandado colocar por Jorge Nunes, que representa um esquadro e um compasso. O esquadro é símbolo da retidão nas ações que é exigível ao homem de bem e que simboliza também a matéria. O compasso serve para traçar circunferências que delimitam círculos, simboliza os limites que se devem impor aos desejos e, portanto, a moderação. Mas a rotunda do NERBA, a rotunda do Caçador ou a rotunda da Liberdade, para além de diversos brasões retratados em painéis de azulejos junto à Flor da Ponte estão marcados pelos símbolos maçónicos.


Por: AGR 
Retirado de www.mdb.pt