terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Que 2014 seja o melhor ano de sempre!


São os nossos desejos para todos os nossos amigos e seguidores.
 
Mara e Marcolino Cepeda

Pizzi e Arnaldinho juntos por causa solidária

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»Cerca de 400 pessoas aderiram ao Jogo Solidário, no passado sábado à noite, que colocou frente-a-frente os amigos de Arnaldo Pereira e Pizzi. São dois jogadores de futebol, naturais de Bragança, mundialmente conhecidos, e que se juntaram para angariar alimentos a favor da delegação da Cruz Vermelha Portuguesa, numa iniciativa organizada pela Escola de Futebol Arnaldo Pereira (EFAP), em parceria com a câmara de Bragança.
Para assistir, cada pessoa teria de levar um alimento e quem compareceu no Pavilhão Municipal, contribuiu. “Além de serem meus amigos, venho também contribuir para esta causa pois eu costumo ajudar nestas campanhas”, refere Fernando Rodrigues. Já Andreia Fernandes diz que foi “acompanhar o marido mas também para ajudar pois, já que são pessoas tão conhecidas acho bem que façam iniciativas como esta para ajudar quem precisa e até para dar a conhecer Bragança”.
Este é o segundo ano consecutivo que os dois jogadores se juntam para esta iniciativa solidária e ambos estão conscientes da necessidade de ajudar quem precisa. “O Pizzi é conhecido no mundo do futebol e eu sou conhecido no mundo do futsal, atraíamos mais gente e chamamos a atenção de que as pessoas precisam de ajuda”, refere Arnaldo Pereira, acrescentando que “nós sabemos da importância que temos e da visibilidade que temos e aproveitamos isso para ajudar através deste jogo solidário”.
“Já é o segundo ano consecutivo que fazemos isto e sendo nós caras conhecidas de Bragança, é muito importante estarmos aqui a apoiar”, afirma Pizzi, salientando que “desde o primeiro diz em que fomos convidados dissemos logo que sim, porque é muito importante”.

600 quilos de alimentos

O presidente da delegação manifesta-se satisfeito com a adesão. “Estou muito satisfeito com esta moldura humana e espero que os resultados sejam bons. No ano passado recolhemos à volta de uma tonelada de alimentos e penso que este ano deverá ser idêntico”, refere Fernando Freixo, acrescentando que “depois os géneros são distribuídos aos carenciados que já estão referenciados por nós e houve um grande aumento de pessoas inscritas pois passámos das 120 pessoas para cerca de 250”.
O jogo terminou empatado a oito bolas e dentro do campo reinou a boa disposição entre os jogadores que constituíram as duas equipas. É de salientar que o presidente da câmara de Bragança, Hernâni Dias, alinhou na equipa de Arnaldo Pereira.

Retirado de www.noticiasdonordeste.com

Vimioso reclama ligação à A4

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O presidente da Câmara Municipal de Vimioso reclama a ligação à Auto-Estrada Transmontana para poder atrair mais empresas para a zona industrial da vila. Jorge Fidalgo lembra que o município tem trabalhado no sentido de criar condições para a instalação de mais empresários, mas lembra que a criação de melhores acessibilidades é um factor determinante para o desenvolvimento económico do concelho.
“Os terrenos continuam a um cêntimo o metro quadrado e temos que continuar a fazer esta reivindicação já histórica do nosso município, que é uma boa ligação aos eixos estruturantes, nomeadamente à Auto-Estrada Transmontana. E portanto quando há aqui jovens que se querem fixar e que querem aproveitar o potencial do concelho, o governo central tem que olhar também para este nosso esforço, no sentido de eles poderem escoar melhor os seus produtos”, defende o autarca.
Relativamente ao facto de este novo quadro comunitário de apoio não apoiar a construção de novas estradas, Jorge Fidalgo sublinha que a empresa Estradas de Portugal pode avançar com a obra. “Não significa que ao nível da Estradas de Portugal seja assim tão difícil. Eu quero acreditar que concelhos como Vimioso vão conseguir essas ligações. Não pode haver filhos e enteados”, reivindica o edil.

Empresas novas em instalação

Jorge Fidalgo diz mesmo que já houve empresas que acabaram por não se instalar em Vimioso, devido à falta de acessibilidades.
“É fundamental. Nós já tivemos outras empresas que se quiseram instalar e obviamente devido à logística que eles tinham, nomeadamente de empresas com grandes transportes, os acessos dificultam. Nós temos apostado muito nos jovens locais. Numa época de crise a zona industrial de Vimioso tem crescido e nós vamos continuar a criar essas condições para continuar a crescer. Mas as ligações aos eixos estruturantes, quer ao IC5, quer fundamentalmente à A4, são fundamentais, porque estamos a 15 quilómetros de Espanha e precisamos dessas ligações”, realça Jorge Fidalgo.
Actualmente estão instaladas na zona industrial de Vimioso cerca de 12 empresas e há novos projectos a surgir, como é o caso de uma empresa de produção e comercialização de cogumelos.

Retirado de www.jornalnordeste.com

Mirandela: Alheira Kids já está no mercado

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Foi lançada mais uma variedade de alheira em Mirandela, desta vez destinada a conquistar o paladar dos mais pequenos.
A Alheira Kids foi concebida pela empresa “Alheiras Angelina”, apostando numa composição inovadora à base de carnes brancas, azeite e um conjunto de ervas aromáticas.
Este novo produto resultou de uma parceria da empresa com o Instituto Piaget e destina-se a um mercado que, segundo a proprietária da “Alheiras Angelina”, ainda não estava a ser explorado. “A principal diferença da alheira tradicional é o recurso às carnes brancas: a galinha, o peru e o coelho. Esta alheira também se destaca pela ausência de piri-piri e vai ao encontro ao paladar das crianças, substituindo este por ervas aromáticas”, explica Sónia Carvalho acrescentando que na condimentação leva orégãos “o que faz com que as crianças confundam o sabor da alheira com o da pizza”.
Esta nova variedade tem 100 gramas e é inspirada nos ‘reizinhos’ de antigamente, a alheira pequena que se dava às crianças na zona de Trás-os-Montes.
“O reizinho era aquela alheira pequenina que se fazia antigamente em casa. Eram os restos da massa, ou os inícios, e as tripas eram aquelas que iam rebentando. Guardavam-nas para o fim para fazer alheiras para os reizinhos, que eram as crianças da casa”, conta Sónia Carvalho.

Kids, Júnior e Natura

Para além da Alheira Kids, há mais dois produtos desta empresa que já estão disponíveis no mercado e que se destinam a consumidores juniores e adeptos dos produtos com menos gordura.
“A Alheira Kids é a que estamos a apostar mais porque é a direcionada às crianças. A Júnior é feita da mesma massa mas maior, para idades dos 10 aos 12 anos e a Natura tem uma redução ao nível das quilocalorias mas com sabor original e com recurso a mais carnes brancas”, conclui a empresária.

Retirado de www.jornalnordeste.com

Bragança: Sabores e tradições à solta em Parada

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AVI Feira de Artesanato e Produtos Regionais animou a aldeia de Parada este fim-de-semana. Ao convívio e aos bons sabores da terra juntou-se um vasto leque de actividades, alguns deles com longa tradição no concelho de Bragança
Artesanato, fumeiro e produtos da terra são os pratos fortes de um certame genuinamente transmontano, baseado em tradições bem enraizadas na comunidade.
A sexta edição da Feira de Artesanato e Produtos Regionais de Parada voltou a encher o Pavilhão Multiusos de Parada. O presidente da Junta de Freguesia, António Pires, acredita que esta feira tem sucesso pela qualidade dos produtos e pela vinda dos emigrantes nesta altura do ano. “O número de expositores e de visitantes tem vindo a aumentar de ano para ano porque os produtos são de muita qualidade e nesta altura há muitos emigrantes que nos visitam”.
Um certame que promove os sabores regionais transmontanos e o artesanato local, que este ano contou com 25 expositores. Foram muitos os que visitaram Parada este fim-de-semana, entre eles muitos emigrantes. Vítor Manuel, natural de Talhas está emigrado em Espanha e vêm todos os anos. “Venho sempre é uma feira pequena mas que reúne os melhores produtos da região, como estamos fora aproveitamos para comprar mel e fumeiro”, conta um dos visitantes do certame.
Casa nova
A abertura do certame ficou marcada pela inauguração da Casa de Santo Estevão. Os rapazes solteiros da aldeia acompanhados dos caretos realizaram o tradicional puxar do carro, transportando os mordomos e os convidados. Uma tradição que agora conta com um espaço próprio para e realizar a tradicional Galhofa. Uma dura luta greco-romana que se faz em tronco nu no meio da palha. A nova casa de Santo Estevão será a partir de agora o palco de todas as emoções.

Retirado de www.jornalnordeste.com

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Feliz Natal!


Boas Festas!

Feliz Natal e um excelente Ano de 2014
 
Esta paisagem tão bela
De branco, vestida
De frio, enfeitada
É pura magia.
 
A lua envergonhada,
Tenuemente ilumina,
A ponte pequenina
Que, sobre o rio gelado,
A todos encaminha
Para o outro lado
Não há pegadas.
A noite está fria.
O céu estrelado
Tudo alumia.
 
O pinheiro enfeitado
Salpica de cor,
Os sonhos que tenho
De paz e amor,
E uma mesa farta
Com muita alegria.

 

São os nossos sinceros votos.

Mara e Marcolino Cepeda

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Papel dos fundos comunitários debatido em Bragança

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O papel dos fundos comunitários para o desenvolvimento da região de Trás-os-Montes vai estar em debate hoje, em Bragança.
O NERBA – Associação Empresarial do Distrito de Bragança organiza uma conferência sobre o programa Portugal 2020, que vai privilegiar a economia e as empresas.
O representante dos empresários na região, Eduardo Malhão, sublinha que este é o momento certo para conhecer as novas linhas de apoio que podem ser captadas para a região.
“Numa fase importante de tomar conhecimento das novas regras e das novas linhas de apoio no âmbito do novo quadro comunitário designado Portugal 2020, julgamos que é de todo oportuno transferir esta informação para as empresas, para os nossos associados, no sentido de criar uma sensibilização e uma consciência colectiva de que as empresas têm um papel fundamental na criação de uma comunidade melhor, na criação de emprego e no acesso eficiente e eficaz aos fundos comunitários, sendo o próximo quadro comunitário preferencialmente orientado para a economia e para as empresas”, explica Eduardo Malhão. 
Eduardo Malhão acredita que este novo programa pode trazer mudanças para Trás-os-Montes e contribuir para aumentar a competitividade desta região a nível nacional e internacional.
“Nós acreditamos que é possível haver alguma mudança, haver de facto o fortalecimento do nosso tecido empresarial, de forma a que a região também tenha capacidade de ganhar competitividade, tornando-se mais forte no contexto nacional e internacional”, realça o presidente do NERBA.
A conferência está marcada para as cinco da tarde de hoje e conta já com 250 inscrições.
Entre os oradores presentes destaque para o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, Emídio Gomes.
Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

40 bebés nasceram em Vimioso este ano

2013 foi o ano em que nasceram mais bebés no concelho de Vimioso desde que a autarquia atribui incentivos à natalidade.
São 40.
 
A câmara municipal começou, em 2002, por conceder 500 euros a cada criança que nascia em Vimioso. O prémio foi aumentando e já vai nos mil euros. Recentemente passou também a apoiar a compra das vacinas não comparticipadas, no valor de cerca de 500 euros. Para o presidente da câmara este é o sinal que as políticas para a fixação de população estão a dar resultado. “Este é o ano em que temos mais bebés o que significa que aqui há condições para viver ao nível de educação, infra-estruturas e apoios que a câmara dá à população e que são um atractivo para que as pessoas possam constituir família”, afirma Jorge Fidalgo. Ontem os cheques foram entregues às famílias. Os pais dos bebés consideram este apoio fundamental numa altura em que se vivem dificuldades económicas. “É mais uma ajuda para eles porque não é pelo incentivo da câmara que vamos ter filhos”, refere Madalena Pássaro. “É uma boa iniciativa e o dinheiro é para comprar o que lhe fizer falta ou para guardar para quando ele tiver mais idade”, afirma António Almeida. Já Teresa Rodilhão salienta que “é uma ajuda sobretudo para as vacinas porque são muito caras. Na minha primeira filha tive de as pagar e são 80 euros cada vacina, num total de seis”. Este ano a câmara de Vimioso gastou cerca de 60 mil euros neste incentivo à natalidade.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Bruxelas não financia estradas

As estradas para ligar Bragança à Puebla de Sanábria e Vinhais à Auto-Estrada Transmontana poderão estar comprometidas, porque a construção de novas ligações rodoviárias não é prioridade no âmbito do próximo quadro comunitário de apoio.
A revelação foi feita, ontem, em Bragança, pelo próprio presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, no âmbito de um debate sobre o programa Portugal 2020.
 
Emídio Gomes admitiu que a construção destas novas estradas pode estar em causa, mas garantiu que a batalha com Bruxelas ainda não está perdida. “É uma batalha ainda não ganha. Ou seja, A Comissão Europeia ao colocar as estradas em prioridade negativa condiciona que aqueles trechos mais longos que ainda são importantes, a ligação a Vinhais, à Sanábria ou a Vimioso, efectivamente é algo com que não nos podemos comprometer neste momento, porque seria demagógico dizer que vamos conseguir. É prudente dizer que é um dossier difícil, não perdido, mas difícil de tratar”, afirma o presidente da CCDRN. Esta é uma questão que preocupa o presidente da Câmara Municipal de Bragança. Hernâni Dias confessa que resta agora sensibilizar o poder político para a importância destas ligações rodoviárias. “As estradas continuam a ser um factor de competitividade e no nosso território atendendo a que ainda temos essa carência o facto de ser uma prioridade negativa preocupa-nos. Temos que ter essa noção e temos que sensibilizar o poder político para que estejam também do nosso lado, no sentido dessas estradas virem a ser concretizadas. A ligação à Puebla de Sanábria é fundamental, porque temos do lado espanhol uma estação do TGV, que é uma infra-estrutura muito importante para o transporte de mercadorias, e estamos tão próximos, que uma ligação ao lado espanhol seria uma mais-valia para o nosso território”, constata o autarca. O autarca de Vinhais e presidente da Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes também mostra alguma preocupação com a falta de verbas comunitárias para acessibilidades. Ainda assim, Américo Pereira acredita que estas ligações vão ser construídas. “Estou convicto que esta estrada acabará por ser arranjada ou através de verbas comunitárias ou da própria Estradas de Portugal. De qualquer forma o assunto ainda não está encerrado. Há neste momento um pacote de 100 milhões de euros para acessibilidades e para casos pontuais e eu espero que esta estrada venha a ser incluída neste pacote, sendo certo que a própria CIM já a considerou um investimento prioritário a ligação de Vinhais à Auto-Estrada e de Vimioso a Bragança”, realça Américo Pereira. Este novo programa comunitário privilegia o tecido empresarial. O presidente do NERBA- Associação Empresarial do Distrito de Bragança, Eduardo Malhão, não tem dúvidas que esta é uma oportunidade para as empresas reforçarem a sua competitividade. “Podem a partir do momento que estruturem projectos inovadores, projectos virados para a competitividade e para a internacionalização. Pela participação que tivemos nesta conferência percebeu-se que os nossos empresários estão muito atentos e empenhados e conscientes de que não podemos desperdiçar esta oportunidade. Este é o quadro comunitário das empresas, pela primeira vez há um envelope financeiro muito generoso para as empresas e é preciso fazermos bem esse trabalho de casa e que daí resulte uma mais-valia para todos”, salienta o presidente do NERBA. As principais linhas do novo quadro comunitário de apoio 2014-2020 estiveram em debate, ontem, no pavilhão do NERBA, em Bragança.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

IPDJ entrega alimentos à ASCUDT

A ASCUDT (Associação Sócio-Cultural dos Deficientes de Trás-os-Montes) recebeu ontem um cabaz de alimentos entregues pela delegação de Bragança do Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ).
Uma iniciativa que resulta das comemorações do dia Internacional do Voluntariado que se assinalou no dia 5.
 
O director regional do IPDJ salienta que é uma entrega para complementar outras acções de solidariedade. “Com o apoio e participação directa dos jovens que estão nos programas de voluntariado fizemos uma recolha de alimentos para os distribuir a esta instituição”, refere Manuel Barros, acrescentando que “não se trata de uma acção exclusiva, mas sim complementar a todas as outras que existem e que fazem tanta falta nesta conjuntura”. A instituição agradece a oferta. A directora técnica do Centro de Actividades Ocupacionais da ASCUDT lembra que as necessidades são muitas. “Neste momento é rara a instituição que não se debate com dificuldades financeiras e tudo o que possa vir é bom porque são menos gastos que temos”, afirma Ângela Azevedo, salientando que “temos 34 residentes a comer todos os dias”. Os bens foram angariados por voluntárias dos programas que o IPDJ tem a cargo. Duas delas que dedicam parte do seu tempo a apoiar os idosos que vivem sozinhos na cidade de Bragança. Falam da experiência que tiveram mas que o mais importante é ajudar. “Foi muito bom porque com um pequeno gesto podemos ajudar pois podemos dar um grande contributo para quem mais precisa”, refere Daniela Rico. Já Andreia Cordeiro diz que “as pessoas foram-nos abrindo as portas aos poucos pois no início tinham algum receio”.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Bribanda assina protocolo com ESE

Partilhar recursos e promover a formação de músicos é o objectivo de um protocolo assinado entre a Banda Filarmónica de Bragança e a Escola Superior de Educação, do Instituto Politécnico de Bragança.
 
Com este acordo a Bribanda vai poder utilizar os espaços do estabelecimento de ensino para realizar workshops, palestras e outras actividades. “É um bom protocolo porque ambos saímos a ganhar pois a banda cede o equipamento e a ESE disponibiliza salas para que possamos realizar workshops”, refere o Presidente da direcção da Bribanda, Leonel Folhento, acrescentando que “é uma interajuda entre as duas instituições”. Por outro lado, os alunos finalistas do curso de Música da Escola Superior de Educação poderão realizar estágios na filarmónica para aprofundar os conhecimentos práticos em maestro. O director da Escola Superior de Educação salienta que esta é uma oportunidade de enriquecer a formação dos estudantes. “As bandas filarmónicas são instituições que dão uma experiência única”, realça António Ribeiro Alves. “É possível os alunos juntarem-se de forma espontânea e tocarem em conjunto, mas quando estão integrados numa instituição, com uma organização, podem ter a oportunidade de ocupar o papel de regente para efeitos formativos”, acrescenta o responsável, salientando que “aqui em Bragança só a Banda Filarmónica nos poderia possibilitar isso, o que é crucial para a formação”. A Banda Filarmónica de Bragança tem actualmente 55 elementos.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Viagem (ainda)

Inverno. Dezembro quase janeiro. Novo país, nova vida. Outro eu, o mesmo eu. Conflito. Saudade. Chocolate quente, denso, daqueles que fazem bigodes divertidos e brincalhões.
Tripé baixinho talhado pelo meu avô de um pau de castanho, agora meu.
Lato ao lume com a vianda dos porcos a fervilhar. Mais uma malga de trigo, algumas castanhas... "Já não querem comer.", diz a avó. "Está na hora de fazer a matança."
Manhã gélida, ar cortante apenas entrecortado pela fogueira generosa e polivalente.
Uma bela torrada na ponta da faca equilibrada na grelha. Mãos hábeis, viram-na para que torre pelo outro lado. No escano a azeiteira aguarda a sua vez. Observo. Aprendo e comparo.
Aqueço as mãos que tenho frias. Pequenas e alvas, pouco habituadas a trabalhos rudes. Apenas a maciez dos livros ávidos de serem lidos. Doces sobremesas aos fins de semana.
"Faz a tua cama! Arruma o teu quarto!" A voz incisiva da minha mãe, quando eu já carregava os livros e a sacola, atrasada para o ônibus que não podia perder.
Saltava os degraus como uma pantera, quase aterrando de joelhos no chão em precário equilíbrio. Não tinha tempo para cair. Porta fora, corria para a praça, manhã fresca de verão, ainda enfarruscada pela noite escura. Quase seis horas da manhã.
"Ai que já não o consigo apanhar!" Mais velocidade, um livro que cai falhando por pouco a valeta. "Puxa vida!"
Avisto o ônibus. Aceno ao motorista. Vê-me. Espera com o carro engatado. Todos olham para mim. Todos nos conhecemos e reconhecemos de todas as manhãs à mesma hora. Cheguei sem fôlego e sou içada por dois senhores que já sorriem.
"Bom dia!", em uníssono, cantada resposta com sabor a bossa nova.
Mostro o passe, passo a catraca, agradeço ao motorista, "Da próxima, eu não vou esperar por você." Sorriso malandro no canto da boca, fingindo zanga.
Ao longe, uma voz doce com sotaque português, desperta-me da minha viagem ao meu recentíssimo passado.
"Toma a torrada, filha! Pega no prato. Onde estarias tu, rapariga?"
Maquinalmente obedeci. "Obrigada, avó." Estava tão longe, tão alheada do meu lugar de agora que até o frio se tornara suportável, travestido de calor tropical.
"Estás pouco faladora, filha... Tens saudades, não é?"
O carinho e a ternura das suas palavras abriram o dique das minhas emoções e eu chorei como um rio no seu remanso mais calmo.
O andar arrastado do meu avô fez-me engolir todas as águas da minha mágoa. Vinha contente, pareceu-me... "Ainda és mais pimpona à luz do dia, rapariga! És parecida com o teu pai." Sorriso ténue nos lábios finos.
"Oh mulher, dá-me cá uma malga e um bucho de aguardente. É preciso aquecer o corpo que o frio impregna os ossos." Ao mesmo tempo pegou no pão e na sua navalha de bolso e cortou uma fatia de ponta a ponta que posou na toalha sobre a mesa do escano. Foi à mosqueira e tirou de lá um bocado de carne gorda cozida. Cortou uma boa fatia que colocou na grelha. O cheirinho espalhou-se como fumo invadindo as narinas agradavelmente.
A avó apareceu com um pequeno copo de vidro cheio de aguardente e uma malga vazia. Já o meu avô se sentara no seu banquinho de castanho. Ajeitou as brasas, pôs mais um pau ao lume e encheu a malga com o chocolate quente que se consolidava no pote. Deu um trago na aguardente e virou a carne que crepitava na grelha exalando todo o seu poder. Cortou a fatia de pão ao meio e, virando-se para a grelha, com a sua inseparável navalha, tirou um bocado generoso da crepitante carne gorda.
"Queres um cibinho, garota?"
Anuí e estendi a torrada em que ainda não tinha tocado. Embora saborosa, era muito forte para mim. Comi com algum esforço e não voltei a comer. O chocolate cresceu na minha caneca. A torrada parecia interminável. Um nó angustiante na garganta impedia-me de engolir fosse o que fosse. Levantei-me e, com alguma dificuldade, abri a porta da rua. O ar era tão frio que me fez bem. Acordei da minha tristeza e, pela primeira vez, conscientemente, a única rua da minha aldeia, onde, alguns metros mais acima, numa casa com uma pequena varanda cheia de craveiros, eu nascera, há pouco mais de vinte anos.
"Ui! Que frio! Entra e fecha a porta rapariga, que ainda congelas!" A minha tia, atrecida, embrulhada num belo xaile de lã. "Bom dia!"
Dez horas. Tudo branco. Pingentes a brilharem pendurados dos beirais... A viagem só agora começou.

Mara Cepeda            

Segunda árvore mais antiga de Portugal tem 2.450 anos

Segunda árvore mais antiga de Portugal tem 2.450 anosUma equipa de investigadores da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro descobriu aquela que é a segunda árvore mais antiga de Portugal, com cerca de 2.450 anos de idade. Trata-se de uma oliveira na localidade alentejana de Monsaraz, tendo sido datada através de um método científico inovador desenvolvido pelos especialistas da academia de Vila Real.

Comparativamente com a oliveira de Santa Iria de Azóia, datada há dois anos pela mesma instituição de ensino superior com 2.850 anos de idade, esta nova árvore surge como a segunda mais antiga do país, com um tronco que precisa de sete homens para ser integralmente abraçado. 

A técnica de datação aplicada para determinar a idade da árvores foi igualmente desenvolvida na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em parceria com a empresa 'Oliveira Milenares', tendo como mentores os investigadores do departamento de Ciências Florestais e Arquitetura Paisagista José Luís Louzada e Pacheco Marques.
A mesma consiste num cálculo, feito através de um modelo matemático, que relaciona a idade com uma característica dendrométrica do tronco, seja o raio, o diâmetro ou o perímetro do tronco.
Além disso, recorre-se também ao estudo de outras árvores, com características idênticas, para depois, para, por forma comparativa, se ir preenchendo a parte interior como se fosse um puzzle.

A metodologia não provoca a destruição da árvore, uma vez que não obriga ao seu abate, nem provoca lesões que comprometam a sua sanidade, permitindo estimar a idade de qualquer árvore muito idosa.
A oliveira de Monsaraz faz parte de um conjunto de sete que pertence a uma unidade hoteleira local e vai, agora, receber a 'certidão de idade' num ato público que irá decorrer na quarta-feira, em Monsaraz.
Já a direção do hotel diz pretender criar um percurso histórico dentro dos sete hectares que rodeiam a unidade e associar a idade das oliveiras a acontecimentos marcantes da história.

Presidente da CIM diz que é urgente concluir o Túnel do Marão

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O acidente no IP4 que ontem tirou a vida a um jovem de Torre de Moncorvo volta a trazer a lume as obras no Túnel do Marão, que estão paradas há mais de dois anos.
O presidente da Comunidade Intermunicipal Terras de Trás-os-Montes, Américo Pereira, alerta para o facto de o IP4 continuar a matar e sublinha que é urgente concluir o Túnel do Marão.
“Esta maldita estrada, o IP4, continua a matar pessoas. E se a taxa de sinistralidade no percurso Bragança-Porto reduziu para metade, foi graças aos troços de Auto-estrada que existem. Ontem aquela morte deu-se exactamente num troço onde não existe auto-estrada, o que significa que se as obras tivessem avançado tal como estava previsto e se o governo não tivesse parado aquela obra, se não nos tivesse mentido, aquela vítima mortal ontem não teria acontecido”, afirma o autarca.
Em Junho, Passos Coelho anunciou que o governo já tinha uma solução para concluir esta obra, numa visita a Trás-os-Montes, mas até agora os trabalhos continuam suspensos.
Américo Pereira pede ao governo que acelere este processo e lembra que está em causa a segurança dos automobilistas.
“Já disse que ia resolver hoje, amanhã e passado e o que é certo é que não se resolve e já poderia estar resolvido há muito tempo. Não se compreende porque é que as obras estão paradas”, salienta Américo Pereira, acrescentando que este processo tem que ser acelerado, porque “parte o coração passar naquela zona e olhar para as pontes e que não estão acabadas e para os dois buracos do túnel que não têm utilidade e saber que se gastaram ali tantos milhões”.
Recordo que os trabalhos no Túnel do Marão foram suspensos a 27 de Junho de 2011, por dificuldades financeiras do consórcio, quando já estava executada cerca de 70 por cento da obra.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Novas respostas sociais para pessoas com deficiência

Bragança vai ter ainda este mês mais três respostas sociais para pessoas portadoras de deficiência.
O projecto é do Centro Social e Paroquial dos Santos Mártires e contempla a abertura de um Lar Residencial, um Centro de Actividades Ocupacionais e Residências Autónomas.
 
O vice-presidente da instituição, Jorge Teixeira, diz que estes equipamentos vão permitir dar resposta a pessoas com necessidades especiais, que até agora não têm acompanhamento. “O estudo que a rede social fez indica que ainda há um grande número de utentes que necessitam de apoio. Embora haja alguma oferta está a descoberto uma percentagem muito elevada de pessoas portadoras de deficiência e isso levou-nos a enveredar por este tipo de resposta social”, realça Jorge Teixeira. Estas três respostas sociais vão ter capacidade para 77 utentes. A coordenadora do Contrato Local de Desenvolvimento Social dos Santos Mártires, Carla Pires, assegura que estas valências estão adaptadas para pessoas com diferentes graus de deficiência. “O Lar Residencial é destinado àquelas pessoas com menor capacidade de viver e gerir o seu dia-a-dia e que precisam de um apoio mais completo. Vão ter apoio por terapeutas da fala, psicólogos, fisioterapeutas, e vão ser trabalhados diferentes ateliers, sobretudo na área das artes. No Centro de Actividades Ocupacionais vão tem a oportunidade de participar em diversos ateliers e receber formação. As Residências Autónomas, com capacidade para 13 pessoas, destinam-se a pessoas que embora sejam portadoras de deficiência têm autonomia para fazer o seu dia-a-dia e necessitam, apenas, de algum acompanhamento”, explica Carla Pires. Este projecto representa um investimento de cerca de um milhão e 700 mil euros, comparticipados pela Segurança Social, no âmbito do Programa Operacional Potencial Humano – POPH. As inscrições estão abertas para pessoas portadoras de deficiência maiores de 16 anos.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Autarquia de Vinhais premeia os melhores alunos

Pelo terceiro ano consecutivo, a Autarquia de Vinhais investiu mais de 3 mil euros nos prémios de mérito escolar atribuídos aos melhores alunos de cada ano.
Este ano, e pela primeira vez, também o melhor aluno do 4º ano foi premiado com 100 euros e foi subindo 50 euros atingindo os 500 euros no 12º ano.
 
O presidente da Câmara Municipal considera que a educação e a formação dos jovens é um pilar fundamental da sociedade. Américo Pereira diz mesmo que este prémio “tem sido uma forte motivação para os alunos e que isso já se reflectiu no ranking das escolas”. Para o melhor aluno do 6º ano, Jorge Ventura, este prémio é um reforço de motivação para continuar o percurso académico. A melhor aluna do 12º ano ganhou 500 euros. Jéssica Rodrigues está neste momento a frequentar o ensino superior e diz que o dinheiro veio na melhor altura. A média dos alunos que terminaram o secundário foi de 14 valores. A Câmara de Vinhais gasta cerca de 700 mil euros por ano em apoios à Educação.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Montanhismo atrai cada vez mais pessoas

“São cada vez mais as pessoas que procuram as actividades ao ar livre”, a afirmação é do técnico da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal que ministrou, ontem, o Workshop de Montanhismo, em Alfândega da Fé.
 
Este tipo de iniciativas tem sido uma aposta da Autarquia local, no sentido de promover os recursos naturais do concelho. Para os participantes, que vieram de vários pontos do país, esta foi uma boa oportunidade para obter alguns conhecimentos desta prática. “Eu vim pelo facto de haver poucos destes workshops na região e quando preciso tenho que me deslocar. Foi um dia muito interessante e deveria acontecer com mais frequência”, refere Carla Couceiro. Este dia que começou cedo, pelas 10 da manhã, e foi preenchido por diversas actividades ao ar livre como “orientação, pedestrianismo, rapel, cordas e finalizamos com o bootcamp”, enumera Domingos Pires. Neste evento participaram mais de duas dezenas de pessoas. Para o Dia Mundial da Árvore, que se assinala a 21 de Março, o Município de Alfândega da Fé já tem agendado outra actividade semelhante.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Beirais em ruínas ameaçam pessoas e veículos



Há cada vez mais casas em ruínas no centro de Bragança. Beirais dos telhados ameaçam cair, pondo em risco pessoas e automóveis. Tratam-se de edifícios privados, cujos proprietários não fazem obras de recuperação há vários anos.
A câmara instalou nas últimas semanas grades de proteção na via pública junto a vários edifícios em ruínas como forma de proteção, evitando o estacionamento e a circulação de transeuntes para minimizar possíveis problemas. Entretanto, os Bombeiros Voluntários de Bragança procederam recentemente a intervenções em diversos prédios, de modo a retirar partes das estruturas que ameaçam ruir.


«Quarteto de Cinco» - Concerto Ibérico Orquestra Barroca no Teatro Municipal de Bragança

"Quarteto de Cinco" é um programa do Concerto Ibérico que explora a relação entre duas linhas divergentes do Barroco musical: a herança da tradição polifónica renascentista e a génese de um dos mais férteis repertórios instrumentais do período Clássico, que foi o quarteto. Serão apresentadas obras de Scarlatti, Handel, Telemann e Haydn.

Onde: Teatro Municipal de Bragança
Quando: 28 de dezembro
Hora: 15:00 horas
Preço: EUR 6,00 / EUR 2,50 (crianças)
Classificação: M06

Retirado de www.noticiasdonordeste.com

Catedral de Bragança está paga, bispo dá "Graças a Deus"

A dívida da catedral de Bragança encontra-se finalmente liquidada, 30 anos depois do início daquela que se tornou na mais emblemática e problemática obra da Diocese de Bragança-Miranda, anunciou hoje o bispo José Cordeiro.



"Graças a Deus", desabafou o prelado, numa entrevista à Lusa em que admitiu que saldar esta dívida "é a libertação de um grande peso, quase um fantasma" para a Diocese.

O bispo confessa "sinceramente" não saber dizer "o volume total da obra", que "já vai em 30 anos, com sucessivas comissões e com três bispos".

José Cordeiro herdou este dossiê quando chegou à Diocese de Bragança-Miranda há dois anos.

"Eu já perguntei, tentei, estudei, vi, mas é impossível saber com clareza o custo total desta obra, isto dava para uma tese de doutoramento", brincou, explicando que "os dados estão disponíveis, só que são tantos e tão dispersos que é preciso fazer uma organização dos mesmos".

Mesmo sem as contas feitas, ao longo do percurso desta obra foram sendo avançados dados que apontam para um custo final de pelo menos no dobro dos 750 mil contos (3,75 milhões de euros) calculados quando o bispo António Rafael lançou a primeira pedra, em 1982.

José Cordeiro espera um dia "poder vir a saber todo este desenrolar da história desta catedral, que era intenção desde 1780, aquando da transferência da sede de Miranda para Bragança e da criação da Diocese Bragança-Miranda" e que foi construída à quinta tentativa.

A sua preocupação desde que chegou a Bragança "foi saber qual era a dívida real e tentar libertar deste peso a Diocese, procurando por todos os meios ao alcance da generosidade das pessoas".

Em dois anos conseguiu reunir os 650 mil euros em falta "pedindo às pessoas, às instituições, dentro e fora da Diocese, dentro e fora do país".

"Muitas aceitaram que o seu nome aparecesse e está numa lista que pode ser consultada, outras pediram o seu anonimato, mas são muitas as pessoas às quais a Diocese está agradecida", afirmou.

No dia 08 de dezembro foram contados os donativos que perfizeram os últimos 73.644 euros que faltava pagar. O bispo realçou que, "com tudo isto, nunca foi beliscada a ação social da caridade na Diocese, nas diferentes instituições da igreja e as pessoas souberam sempre distinguir".

Mas reconhece que "as pessoas estavam cansadas de ouvir falar nas dívidas da catedral, também de dar para a catedral".

"Neste momento, nós podemos encerrar esse dossiê e olhar com mais alegria e com mais esperança para a nossa realidade", declarou.

A nova catedral de Bragança foi o desígnio dos 30 anos de episcopado do bispo António Rafael, que ficou conhecido como "o bispo da catedral" por ter insistido em construir uma nova "igreja mãe" na sede da Diocese.

O atual bispo entende que esta catedral "era necessária", mas "se calhar nestas dimensões, não".
HFI // JGJ
 Lusa/fim

Fonte: Agência Lusa
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Ajudas ainda não chegaram a quem perdeu bens e culturas no incêndio

incendios.jpg Cinco meses depois de o grande incêndio que deflagrou em Picões, no concelho de Alfândega da Fé, ter deixado um rasto de destruição no sul do distrito de Bragança, as pessoas que viram bens e culturas dizimadas pelas chamas ainda não receberam nenhuma ajuda do Estado. Na altura, o secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural deslocou-se à região e prometeu ajuda. Certo é que até agora o único apoio que as populações afectadas pelo incêndio receberam foi das Câmaras Municipais. Em Alfândega da Fé, a autarca, Berta Nunes, confessa que o município teve que avançar com ajuda, porque havia pessoas a passar dificuldades. “Nós temos algumas famílias que perderam bens, são famílias carenciadas, nomeadamente famílias de pastores, que o único apoio que receberam até à data foi o apoio da autarquia, porque nós tomámos uma decisão de apoiar monetariamente as pessoas para que conseguissem comprar algum alimento para o gado”, realça a autarca. Os agricultores que viram as culturas destruídas pelo fogo são, na sua maioria, idosos, que já não têm forças para começar do zero.“O que nós temos vindo a verificar é que de facto são agricultores idosos, muitos deles tinham uma pensão baixa, mas tinham ali um acréscimo de rendimento, e agora apesar  dos apoios já não se sentem com forças para replantar e começar tudo de novo. Isto é de facto um drama”, realça Berta Nunes. A situação repete-se nos restantes três concelhos afectados por este grande incêndio, nomeadamente Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta e Torre de Moncorvo.Entretanto, o governo disponibilizou um Fundo de Emergência para os municípios afectados pelo grande incêndio que afectou o sul do distrito de Bragança. No entanto, esta medida não agrada aos autarcas. Berta Nunes lembra que inicialmente estava previsto que os apoios fossem concedidos a cem por cento, mas entretanto os municípios tiveram a indicação de que a comparticipação é, apenas, de 60 por cento. “É evidente que se for a 60 por cento, nós não temos nenhum interesse em ir buscar mais um empréstimo, porque teremos que o pagar. E isso vai ser um constrangimento para as autarquias. Vamos ter muito menos possibilidade e capacidade de fazer tudo o que estava previsto. Entretanto, abriu uma linha PRODER que financia candidaturas a cem por cento. Em articulação com as Juntas de Freguesia vamos fazer candidaturas que em parte já se sobrepõem àquelas que tínhamos feito ao Fundo de Emergência, que é limpar caminhos, reflorestar, limpar linhas de água”, constata a autarca de Alfândega da Fé.Também em Freixo de Espada à Cinta, o PRODER vai permitir recuperar o que foi destruído pelas chamas. O vice-presidente do município, Artur Parra, diz que a área ardida se concentra na freguesia de Lagoaça “As verbas que vierem a ser concedidas é através do PRODER e, portanto, acho que se os agricultores forem ressarcidos dos seus prejuízos penso que vale sempre a pena”, salienta Artur Parra. Em Torre de Moncorvo, a vereadora Piedade Menezes assegura que o município vai recorrer às duas medidas de apoio. “Estamos agora a efectuar os estudos, no sentido de fazermos as candidaturas às ajudas de acordo com a tipologia”, garante a vereadora da autarquia.
Os municípios afectados pelo grande incêndio a recorrer ao PRODER que concede apoios a fundo perdido, no entanto só contempla os sectores agrícola e florestal.

Escrito por Brigantia
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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Memórias de Trás-os-Montes e Alto Douro em livro

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“Memórias de Trás-os-Montes e Alto Douro” é o título do último livro de Carlos Carvalho Dias, um arquitecto que apresentou a sua obra na passada sexta-feira, no Museu Abade Baçal, em Bragança.
O livro é composto por uma compilação de memórias pessoais à volta de trabalhos levados a cabo por terras transmontanas e alto-durienses, na juntamente com o seu colega de trabalho, Arnaldo Araújo. Carlos Carvalho Dias apresenta-se como minhoto, mas transmontano de coração, tendo dedicado 55 anos da sua vida a esta região, agora retratados em livro. O levantamento feito em Trás-os-Montes e Alto Douro tinha por objectivo analisar a arquitectura regional, mas acabou para ir mais além, como explica o autor, que chegou a privar com Miguel Torga.
 “Memórias de Trás-os-Montes e Alto Douro” é uma edição da Opera Omnia, com apoio da Direcção Regional de Cultural do Norte.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Professor do IPB premiado

luisjacob.jpg  Um professor do Instituto Politécnico de Bragança recebeu o prémio “Herói do ano 2013” atribuído pela revista Visão. Destina-se a galardoar personalidades que se destacaram na acção social.  O docente da Escola Superior de Saúde é também o director da RUTIS (Associação Rede de Universidades da Terceira Idade) e foi pelo trabalho aqui realizado, que a revista o premiou.A atribuição do prémio “deveu-se basicamente ao trabalho que tenho desenvolvido na área do envelhecimento, nomeadamente pela constituição da RUTIS, mas no fundo é quase um premio de carreira pelo que tenho feito ao longo dos anos”, afirma Luís Jacob, acrescentando que “quando começámos a trabalhar havia 15 universidades e actualmente são 220, somo a maior rede mundial de universidades seniores”. Luís Jacob salienta que o IPB também teve um papel fundamental na obtenção deste prémio “porque me ajuda a promover esta área do envelhecimento e da investigação”. Além disso, “isto também é bom para a escola porque ajuda a promover a licenciatura em Gerontologia que é cada vez mais precisa num país tão envelhecido como Portugal”, conclui o docente.
De realçar que Luís Jacob é também membro do Conselho Económico e Social do Estado Português.
Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Desejo

O dia está cinzento.
Constatação visual interiorizada pelo meu coração que acinzentou também, embora já não estivesse muito ensolarado.
Deixei-me influenciar pelo olhar... não filtrei a tristeza do dia que, irremediavelmente, turvou a minha, talvez, alegria.
Nevará? Pergunta a minha necessidade de brancura imaculada.
Como responderei a esta necessidade tão absurdamente premente de pureza?
Que negritude nos envolve!
A palpável tristeza que agora sinto não é parte de mim. Cerca-me como matilha faminta de lobos selvagens e não sei que fazer para dela escapar.
Fora eu um qualquer super herói imaginário com soluções escondidas em cada milímetro cúbico da minha alma, transformaria este mundo desumano e ávido.
As imagens que me invadem são de violência gratuita. Os olhares que vejo choram lágrimas de fome, desespero e desesperança.
As horas passam tormentosas por não saber fazer luz. Que venha, ao menos, a pureza imaculada de um sorriso de criança.

Mara Cepeda  

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Vinhais: A exposição de pintura de J. Freire “O Rosto que mudou o Mundo”

“Até 25 de Janeiro de 2014, a Capela do Centro Cultural Solar dos Condes de Vinhais acolhe a exposição de pintura de J. Freire “O Rosto que mudou o Mundo”
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A mostra foi inaugurada no passado dia 1, com uma reflexão inicial a cargo do pároco de Vinhais, Pe. Luís Morais.
Nesta exposição, J. Freire apresenta a sua perspectiva do rosto de Cristo associado a frases bíblicas, nos 17 quadros de 40 X 50 cm, em técnica mista de aguarela com lápis, expostos na Capela de São Caetano.
A mostra pode ser visitada, diariamente, entre as 9:00 e as 17:30 horas.

Retirado de www.jornalnordeste.com 

LEQUE inaugura refeitório social

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A LEQUE – Associação de Pais e Amigos de Pessoas com Necessidades Especiais, sedeada em Alfândega da Fé, inaugurou ontem um refeitório.
A criação deste espaço contou com o patrocínio da Missão Sorriso 2012. A partir de agora a LEQUE consegue fornecer refeições aos utentes, que já não necessitam de se deslocar a pé, a uma cantina local, para almoçar, explicou a directora da instituição.A criação deste refeitório deixa Celmira Macedo satisfeita, apesar da associação ainda não ter conseguido acordo de cooperação com a Segurança Social.O processo arrasta-se há cerca de três anos e preocupa a responsável da instituição.O refeitório novo da LEQUE, conta com apoio da restauração local, que vai fazer chegar refeições às famílias dos utentes mais carenciados. Está já assegurando o jantar para vinte pessoas diariamente. A presidente da Câmara Municipal de Alfândega da Fé, Berta Nunes, não tem dúvidas que este espaço vem dar resposta a um problema social.A Missão Sorriso trouxe assim um sorriso aos utentes da LEQUE. 
A construção do novo refeitório custou 17.500 euros, comparticipados pela Missão Sorriso, com o apoio do município de Alfândega da Fé.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt 

Municípios estudam implementação de projecto para facilitar o acesso a informação

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Os nove municípios que integram a Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes estão a estudar a implementação do projecto de atendimento público digital assistido.
A iniciativa insere-se no plano de modernização administrativa que o governo tem em marcha.O presidente da CIM diz que o objectivo é facilitar a vida às pessoas no acesso à informação disponibilizada pelos diversos serviços do Estado.“A maior parte das pessoas não tem condições para aceder às informações dos serviços do Estado que são disponibilizadas online, se não houver alguém que saiba consultar os sites, que saiba consultar essa informação e lhe forneça essa informação. O que se pretende é ajudar a resolver uma ou outra questão, mas não substituir os serviços que existem”, explica o presidente da CIM.Ainda assim, Américo Pereira assegura que os autarcas não aceitam que esta proposta possa contribuir para o encerramento de serviços na região.“Não podemos aceitar de forma nenhuma que esta proposta venha contribuir para o encerramento de mais serviços”, assegura Américo Pereira.
Os autarcas vão agora discutir este assunto na próxima reunião da CIM de Trás-os-Montes, para, posteriormente, comunicarem a decisão à tutela.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt 

Faltam assistentes operacionais na Escola Emídio Garcia

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A Federação Nacional de Educação está preocupada com a falta de assistentes técnicos no agrupamento de Escolas Emídio Garcia, em Bragança. Os dirigentes nacionais visitaram as instalações da escola-sede que foi alvo de uma requalificação através do programa Parque Escolar.O Secretário-geral da FNE considera que a escola proporciona todas as condições de ensino que estão a ser postas em causa pela organização do sistema.“Neste agrupamento de escolas há claramente uma insuficiência de assistentes operacionais que possam garantir o apoio necessário na limpeza, no acompanhamento dos alunos”, afirma João Dias da Silva.Também a Presidente do Sindicato dos Professores da Zona Norte (SPZN) ficou surpreendida com a situação e entende que desta forma não pode haver sucesso no ensino.“Ficámos espantados ao saber que há seis funcionários para fazer a limpeza da escola pois é uma escola muito grande que precisa de ser limpa e também é preciso uma manutenção constante”, refere Lucinda Dâmaso, acrescentando que “não tem os funcionários que precisa e assim não é possível ela funcionar para o sucesso”.
O Sindicato dos Professores da Zona Norte tem cerca de 500 associados no distrito de Bragança.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt 

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

MIRANDA DO DOURO: ORDENADOS DOIS DIÁCONOS NA SÉ NUMA CERIMÓNIA QUE NÃO ACONTECIA HÁ 230 ANOS

A Sé de Miranda Douro acolheu a ordenação de dois novos diáconos numa cerimónia que não se realizava há cerca de 230 anos na cidade que já foi sede da diocese Bragança-Miranda.



O bispo diocesano José Cordeiro que presidiu às ordenações destacou que "o momento é particularmente simbólico", já que decorreu no local que viu nascer a diocese a 22 maio de 1545.
"A ordenação dos novos diáconos significa uma hora de esperança, havendo assim jovens que continuam a responder aos apelos da Igreja e da religião", disse o prelado, que é mais novo bispo em Portugal.
A diocese nordestina nasceu em Miranda do Douro há 468 anos, mas desde que a sede foi transferida para Bragança nunca mais houve ordenações naquele espaço, agora denominado de Concatedral.
"A diocese está a viver o Ano da Vocação pelo que estas ordenações têm um significado muito importante, numa esperança de fé e comunhão que se reabre na região do nordeste transmontano", enfatizou José Cordeiro.
No decurso da homilia, o bispo relembrou palavras atribuídas a Nelson Mandela ao utilizar uma frase atribuída ao carismático líder sul-africano: "tu não és amado porque és bom. Tu és bom porque és amado", destacando que é preciso "criar laços para que a vida tenha mais sentido".
Tiago Alves, 23 anos, um dos diáconos hoje ordenado disse que este dia é um "marco de vida" especialmente "quando se é natural daquela cidade que já foi sede de diocese".
Manuel Rodrigues, 25 anos, o outro diácono ordenado frisou que a celebração destas ordenações "é um dia importante para a Diocese já que demonstra igualdade entre Bragança e Miranda do Douro no espaço diocesano".
Segundo os investigadores, em 1780, o Papa Pio VI reuniu as dioceses de Bragança e Miranda numa só, com sede em Bragança.
A Diocese de Bragança-Miranda é das menos populosas, com 136.500 habitantes, mas a maior do norte do país em território, com 326 paróquias e 434 comunidades e conta com apenas 60 sacerdotes.

Retirado de www.rba.pt 

50 famílias carenciadas de Bragança receberam uma refeição quente

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50 famílias carenciadas de Bragança receberam ontem uma refeição quente numa iniciativa solidária da União de Freguesias da Sé, Santa Maria e Meixedo. Este é o terceiro consecutivo que se realiza o “Almoço Solidário”.O presidente da junta salienta que este ano as crianças também tiveram direito a um mimo.“É sempre importante ajudar os mais carenciados e com pouco podemos fazer muito”, afirma José Pires, acrescentando que “este ano além da ajudar alimentar, também as crianças recebem brinquedos que foram oferecidos por um armazém chinês”.As famílias beneficiadas dizem que toda a ajuda é bem-vinda.“Esta ajuda vem mesmo a calhar porque somos nove pessoas em casa e com poucas condições”, refere Eusébia Vaz. Também Maria Piedade diz que “a vida está difícil porque a minha filha ficou se trabalho”. “É uma boa ajuda, pode ser pequena mas para nós é muito grande”, afirma Ana Luísa Martins.A refeição foi confeccionada pelo Restaurante “O Copinhos”.A proprietária considera que em épocas difíceis como a que se vive é preciso estender a mão a quem mais precisa.“É um acto de solidariedade com as pessoas pois vivemos numa altura de muitas necessidades e se todos ajudarmos um pouco as pessoas sentem-se mais felizes”, considera Fernanda Reis.
A iniciativa contou ainda com a colaboração de outras entidades, que forneceram o pão, a fruta e os recipientes.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt 

Exposição de presépios de Maria Cavaco Silva em Bragança

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A família Cavaco Silva esteve ontem em Bragança para participar na inauguração de uma exposição de presépios da colecção da primeira-dama de Portugal. O chefe de estado não quis prestar declarações à comunicação social com o argumento de que estava apenas a acompanhar a esposa.A mostra conta com cerca de 250 presépios representativos de vários pontos do país e do mundo e tem uma vertente solidária.“Faço questão que haja sempre um carácter solidário e eu própria começo por comprar o meu bilhete à entrada porque, se não for assim, uma exposição de presépios não faz sentido”, considera Maria Cavaco Silva.A receita da bilheteira vai reverter a favor do Lar de S. Francisco, em Bragança.O representante da instituição adianta que o dinheiro angariado vai ser canalizado para assegurar o bem-estar das jovens ali acolhidas.“É uma iniciativa muito importante porque além de ser um sinal de que a primeira-dama está atenta aos problemas sociais e aos mais desfavorecidos, vem contribuir para que consigamos melhorar o nível de vida das jovens residentes”, afirma Jorge Teixeira, acrescentando que o dinheiro vai ser investido “na melhoria do espaço e em roupas que as meninas necessitem”.Ontem a colecção ficou enriquecida uma vez que Maria Cavaco Silva recebeu mais três presépios.“Este foi-me oferecido pelas meninas do lar e espero que as pessoas que vêm à exposição sejam muito generosas. Aquele foi doado pela câmara e tem uma das coisas que eu mais gosto no presépio que é a ruralidade com estas abóboras, a lenha e esta carroça. O outro foi oferecido pela Museu Abade de Baçal que é um pombal e lá dentro tem uma coisa que eu gosto muito que são os caretos. È uma mistura felicíssima que nunca me vai deixar esquecer esta passagem por Bragança”, refere a primeira-dama.
A exposição vai estar patente no Museu Abade de Baçal até 26 de Janeiro.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt 

Jorge Nunes condecorado pelos bombeiros

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O ex-presidente da câmara de Bragança foi condecorado pela Liga dos Bombeiros Portugueses. O presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros de Bragançarevela que propôs à Liga que Jorge Nunes fosse agraciado “porque achámos que durante os 16 anos em que esteve à frente da câmara de Bragança prestou um serviço magnífico aos bombeiros e à população”. Rui Correia acrescenta que “esteve sempre connosco mesmo nas horas mais difíceis pois quando o hospital se atrasou bastante a pagar-nos, a câmara adiantou sempre o dinheiro do protocolo o que fez com que a balança estivesse equilibrada”.A medalha foi atribuída pelo próprio presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses.Jaime Marta Soares salienta a importância do poder local apoiar as corporações de bombeiros.“A Liga tem de estar atenta às pessoas que ao logo dos anos têm feito muita coisa pelos bombeiros”, afirma. “O poder local tem sido o que mais tem contribuído para que os bombeiros possam evoluir e ter menos dificuldades em termos de sustentabilidade financeira”.Jorge Nunes agradece a condecoração e diz que não fez mais do que seu dever.“Recebo esta homenagem com sentimento de gratidão e convicto de que continuarei a assumir o espírito de bombeiro até ao último dia da minha vida”, refere o ex-autarca, acrescentando que “esta é uma atitude de generosidade dos bombeiros pois eu não fiz mais do que era o meu sentimento de respeito e compreensão da missão de bem-fazer por parte dos bombeiros do nosso município”.
Esta homenagem foi prestada ontem durante as cerimónias em honra da padroeira dos bombeiros de Bragança.

Escrito por Brigantia
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domingo, 8 de dezembro de 2013

“Ruja Ruja, quem quiser que fuja!”

De 2 de dezembro a 3 de janeiro, a Biblioteca Municipal de Miranda do Douro recebe a exposição “Ruja Ruja, quem quiser que fuja!”, de Cristina Magalhães. Esta é uma mostra de ilustrações da gravura e dos têxteis.



A música “Ruja Ruja” (dos Realejo - Coimbra) está na génese deste trabalho. É o jogo da apanhada que se reporta às brincadeiras infantis, às pessoas, aos objectos e aos lugares de memória. Através da música exploram-se várias ideias alusivas aos jogos infantis, materializadas pela combinação da gravura e dos têxteis.

Maria Cristina Afonso Magalhães é natural de Couto de Dornelas, Vila Grande – Boticas - Vila Real. É Licenciada em Professores do 2º CEB - Educação Visual e Tecnológica pela Escola Superior de Educação de Bragança (1999). É Mestre em Estudos da Criança, especialização em Comunicação Visual e Expressão Plástica pela Universidade do Minho – Instituto de Estudos da Criança (2006).

Frequenta o Curso de Doutoramento em Estudos da Criança na Universidade do Minho - Instituto de Educação. É docente do Departamento de Artes Visuais da Escola Superior de Educação de Bragança. Tem desenvolvido a sua actividade artística nas áreas da ilustração, da gravura e dos têxteis. Tem participado em diversas exposições individuais e colectivas, no país e no estrangeiro.

Onde: Biblioteca Municipal de Miranda do Douro
Quando: De 2 de dezembro a 3 de janeiro






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