quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Praxe Solidária a favor de cinco instituições de Bragança

Os estudantes da Escola Superior Agrária de Bragança vão mais um ano fazer da praxe um momento solidário com a recolha de alimentos e vestuário para doar a cinco instituições de Bragança, anunciou hoje a organização.



A iniciativa é da Associação de Estudantes da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) que nos últimos anos tem transformado a receção ao caloiro em festa e solidariedade.

A Praxe Solidária decorre este ano durante todo o dia de quarta-feira com peditórios nos hipermercados e porta-a-porta na cidade e um arraial, divulgaram hoje os promotores, em comunicado.

Os caloiros vão fazer durante o dia o peditório e à noite participam no arraial solidário, no hangar da escola, em que toda a comunidade académica é convidada a levar um alimento ou peça de roupa para doar.

O resultado da iniciativa reverte e para as instituições de solidariedade social das aldeias de Babe, Baçal, França, Espinhosela e Santa Comba de Rossas, no concelho de Bragança.

Este ano, os caloiros da Agrária realizam ainda a Praxe do Voluntariado, disponibilizando-se para durante o dia de quinta-feira ajudarem em instituições da cidade de Bragança como os centros paroquiais do Santo Condestável e Santos Mártires, Obra Social Padre Miguel e Fundação Betânia.

A Praxe Solidária, que se tornou uma tradição na Escola Superior Agrária de Bragança, bateu no ano passado o recorde de doações, com mais de uma tonelada de alimentos recolhidos pelos estudantes.

Com esta iniciativa, a Associação de Estudantes pretende fazer das praxes, que marcam a receção aos caloiros, um momento de inserção, mas também de partilha com a comunidade local, "dando algo de útil à sociedade".

A Escola Superior Agrária é entre as cinco do Instituto Politécnico de Bragança a que menos alunos tem, mas a associação quer mostrar que, mesmo sendo poucos, podem fazer alguma coisa.
 HFI // JGJ
Lusa/fim

Fonte: Agência Lusa
Retirado de www.noticiasdonordeste.com

Miranda do Douro recebe Jornadas Micológicas no próximo dia 9 de novembro

Realizam-se no próximo dia 9 de novembro, a partir das 9 horas, junto ao Pavilhão Multiusos de Miranda do Douro, as Jornadas Micológicas.





Estas jornadas têm como objetivo proporcionar aos participantes um melhor conhecimento e aproveitamento dos cogumelos. Este é um evento organizado pela Corane, Câmara Municipal de Miranda do Douro e a Xixorra, Associação Micológica da Terra Fria.

As inscrições podem ser feitas através dos emails; geral@cm-mdouro.pt, terrafria@corane.pt ou xixorra@hotmail.com. Do programa consta um passeio micológico, um workshop de identificação de cogumelos e degustação de cogumelos.

Retirado de www.noticiasdonordeste.com

“ O que estás a Fazer?” estreia a 31 de outubro em Alfândega da Fé

No próximo dia 31 de outubro, pelas 16.00h, Alfândega da Fé recebe um espetáculo inserido no projeto Comunicar em Segurança, da Fundação Portugal Telecom. A peça "O que estás a fazer?" visa alertar para as questões de segurança na utilização das novas tecnologias da informação. 

 O espetáculo estreia em Alfândega da Fé e vai andar a percorrer o país. "O que estás a fazer?" destina-se aos alunos do 5º, 6º e 7º anos e tem também associado uma componente de solidariedade.

O projeto Comunicar em Segurança, da Fundação Portugal Telecom, chega a Alfândega da Fé com a apresentação da peça de teatro “O que estás a fazer?". Em estreia nacional no auditório da Casa da Cultura Mestre José Rodrigues, no dia 31 de outubro, às 16.00h, este espetáculo pretende alertar os mais novos para a importância das questões da segurança na utilização das novas tecnologias da informação.

Com os atores Vicente Morais, Pedro Górgia e Alexandre Silva a peça é dirigida aos alunos do 2º e 3º ciclos. Para além da componente pedagógica tem também associada uma componente de solidariedade. É que o valor realizado com a venda dos bilhetes, com o preço simbólico de 1€, será duplicado pela Fundação e o montante vai ser utilizado para “ajudar jovens a terminarem os estudos, através do projeto “Bolsas Sociais”, da responsabilidade da associação EPIS”.

“O que estás a fazer” insere-se num programa mais vasto que a Fundação Portugal Telecom está a desenvolver em todo país. Trata-se do projeto Comunicar em Segurança. “Uma iniciativa de voluntariado empresarial da Fundação Portugal Telecom, que pretende alertar a comunidade educativa para a utilização correta e segura das tecnologias de informação, nomeadamente, Internet e telemóvel”. Do programa fazem parte diferentes ações e iniciativas.

Atenta à importância desta temática a Câmara Municipal de Alfândega da Fé associou-se a esta iniciativa, ciente da necessidade de informar e sensibilizar a comunidade sobre a utilização segura das novas tecnologias. Isto numa altura em que o acesso generalizado a estas tecnologias impõe uma informação e consciencialização sobre os riscos e perigos associados à sua utilização.

Retirado de www.noticiasdonordeste.com

Américo Pereira é o novo presidente da CIM de Trás-os-Montes

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Américo Pereira é o novo presidente da Comunidade Intermunicipal de Trás-os-Montes.
O autarca de Vinhais foi eleito, ontem, por unanimidade, para um mandato de quatro anos. A CIM Trás-os-Montes é constituída por nove municípios do distrito de Bragança. “Foi uma decisão que muito me honra por ser uma escolha de consenso e sinto-me lisonjeado com ela”, refere, acrescentando que “a minha preocupação neste momento é o trabalho que temos pela frente e estamos muito determinados a dar um grande impulso sobre o que é a nossa visão para a integração de todos os concelhos no desenvolvimento harmonioso da região de Trás-os-Montes”. Américo Pereira salienta que o Alto Trás-os-Montes inicia agora uma nova fase em termos políticos e de organização administrativa. “Deixámos um sinal muito claro de que a partir de agora tem de existir um forte entendimento entre os autarcas para traçar um caminho comum, deixando de olhar apenas para a sua capelinha e começar a olhar para região no seu todo, para a tingir os nossos objectivos que são a coesão económica, social e territorial”, afirma.
O autarca de Vinhais é acompanhado, na vice-presidência, pelo presidente da Câmara de Macedo de Cavaleiros, Duarte Moreno, e pelo presidente da Câmara de Vila Flor, Fernando Barros.
 



Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Utentes de Mirandela dão nota negativa ao Sistema Nacional de Saúde

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O sistema nacional de saúde é razoável, mas existem muitas áreas a merecer nota negativa por parte dos utentes.

Esta foi a opinião manifestada pelos mirandelenses que participaram num inquérito realizado pelos formandos do curso de técnicos auxiliares de saúde, promovido pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional.
Segundo a formanda Ana Madureira e Jorge Rodrigues, para a maioria dos 215 inquiridos, a sociedade não sabe lidar com a 3ª idade, classificando os profissionais de saúde dos lares e centros de dia como razoáveis.
Na pergunta "o sistema nacional de saúde é satisfatório", 113 responderam que não, 168 consideram ser demasiado o tempo de espera nas unidades de saúde, as informações são insuficientes e a maioria desconhecia a existência do guia do utente. As informações dadas pelos profissionais de saúde não são claras. Nota positiva para o horário das consultas externas, 117 acham que o sistema de triagem de Manchester trouxe melhorias, 129 considera as condições de higiene satisfatórias, embora 86 digam que não. 205 Consideramos serviço de pediatria importante no hospital de Mirandela, 205 que a isenção de taxas deveria ser alargada até aos 18 anos de idade. 203 Continuam a considerar que o encerramento da maternidade foi negativo. No final, apenas 121 dos inquiridos recomendariam os serviços locais de saúde. Feita a média, o sistema nacional de saúde, ao nível local, é razoável. Uma classificação lamentável para os formandos.
Os resultados deste inquérito serão remetidos para as entidades locais de saúde e cuidados na terceira idade. Para Ana Madureira e Jorge Rodrigues, a importância da formação é fundamental para inverter estes dados.
São 21 desempregados que frequentam esta formação de técnicos auxiliares de saúde, e esperam agora que estas instituições possam dar oportunidades de emprego.
Dar a conhecer a opinião dos Mirandelenses pode ser uma forma de estimular oportunidades de emprego para profissionais com formação específica. Este é o objectivo deste inquérito, elaborado pelos formandos do curso de técnicos auxiliares de saúde, do IEFP de Mirandela.

Escrito por Terra Quente (CIR)

Retirado de www.brigantia.pt

Estudantes conhecem Geoparque Terras de Cavaleiros

geoparque.jpg O Agrupamento de Escolas de Macedo de Cavaleiros vai associar-se ao Projecto Geoparque para dar a conhecer aos jovens estudantes as singularidades do território do concelho. Através de percursos educativos, proporcionando o contacto “in loco” com a fauna, flora, geologia e biologia.O director do Agrupamento, Paulo Dias, revela alguns dos projectos que estão em curso. “Temos hoje um parceiro muito importante, o Geoparque Terras de Cavaleiros. Vamos iniciar uma série de visitas com os nossos alunos ao geoparque, para conhecerem a fauna, a flora, a geologia. Vão conhecer melhor o seu concelho”, salienta o professor.  O responsável acredita que o Geoparque poderá ser o futuro de Macedo de Cavaleiros.“Se os macedenses quiserem conhecer o projecto, quiserem ter uma noção mínima daquilo que o projecto envolve, o Geoparque será em grande parte o futuro de Macedo”, sublinha Paulo Dias.  
O Agrupamento Vertical de Escolas de Macedo de Cavaleiros a coordenar uma parceria com o Geoparque Terras de Cavaleiros.
Escrito por Onda Livre (CIR)
Retirado de www.brigantia.pt

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Incêndio causou grandes prejuízos no setor da caça

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A caça também foi afectada pelo grande incêndio que este Verão destruiu mato e floresta nos concelhos de Torre de Moncorvo, Mogadouro, Alfândega da Fé e Freixo de Espada à Cinta.
A constatação é do presidente da Federação das Associações de Caçadores da 1.ª Região Cinegética. Castanheira Pinto não tem dúvidas que o incêndio teve um impacto negativo numa vasta área muito procurada por caçadores. “Teve bastante impacto, como sempre que existe uma situação em que há uma alteração profunda do coberto vegetal. E pelo próprio stress que é causado nas espécies na altura do incêndio e a própria possibilidade de elas não terem hipótese de fuga e acabarem queimada. É uma situação grave e com impacto na região e dada a sua extensão. Estamos a falar numa área com aptidão cinegética que se estende por cerca de 25 mil hectares”, frisa o presidente da Federação. As chamas destruíram os habitats dos animais, nomeadamente perdiz, lebre, coelho bravo e javali. Ainda assim, a maior redução de efectivo regista-se no coelho bravo. Castanheira Pinto explica porquê.“ O problema do coelho é que acresce à situação do incêndio a diminuição drástica do coelho este ano. Há um agravamento relativamente à hemorrágica viral, uma nova estirpe que foi detectada já em 2010 em França e só no ano passado e com grande impacto e grande incidência já este ano é que se tem vindo a fazer notar. Há uma diminuição muito grande da quantidade de coelhos. Nós temos zonas onde não há coelhos”, realça Castanheira Pinto. A criação de condições para que as espécies cinegéticas voltem à zona queimada poderá demorar anos. Castanheira Pinto entende que o Instituto da Conservação da Natureza e Florestas deveria ter uma atenção especial na recuperação desta zona. “Eu penso que o prejuízo é muito grande e o importante é que haja sensibilidade de quem de direito e das autoridades que aqui possam ajudar, nomeadamente a tutela da caça, concretamente o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, que poderá ter aqui um papel importante no sentido de apoiar as associações de caçadores, no sentido de minimizar os danos que foram causados”, defende o responsável.
Prejuízos avultados ao nível cinegético causados pelo grande incêndio que atingiu quatro concelhos do distrito de Bragança. Foi afectada uma vasta área onde não existem condições actualmente para caçar.
Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Investigação desenvolve tratamento para o cancro do castanheiro

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No próximo ano vão ser conhecidos os primeiros resultados da investigação que está a ser desenvolvida pelo Instituto Politécnico de Bragança, para combater o cancro do castanheiro.
A informação é avançada pelo presidente da Arborea – Associação Agro-Florestal e Ambiental da Terra Fria Transmontana, que é parceira neste projecto. Eduardo Roxo explica que o objectivo é aplicar nos soutos um tratamento biológico da doença.“Estamos num projecto, juntamente com o IPB, para encontrar um combate genético, biológico, para o próprio cancro. Já não é só fortalecer o castanheiro, embora fortalecer o castanheiro é importante para ele se defender melhor da doença. Agora o que se está à procura e para o ano vai haver já uma apresentação do que foi feito e do que está a ser feito, já com resultados, sobre o combate ao cancro por forma biológica. Ou seja, é um cancro que mata outro cancro. No fundo é isto”, esclarece Eduardo Roxo. Depois de concluído o trabalho em laboratório, o objectivo é produzir este tratamento de forma industrial.“O que se pretende é criar em quantidade industrial. Ou seja criar condições para uma produção industrial, para que um produtor possa comprar e possa aplicar”, acrescenta o presidente da Arborea.
Começam a surgir os primeiros sinais científicos para combater o cancro do castanheiro.
Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Transmontanos criam movimento contra o abandono da região

Um movimento contra o abandono de Trás-os-Montes está a ser criado em Varge, uma aldeia de Bragança, com o propósito de envolver os cidadãos na discussão dos principais problemas e de contrariar as políticas do poder central.

O Movimento Cívico Defender, Autonomizar e Rejuvenescer Trás-os-Montes (DART) pretende estender-se a outras localidades transmontanas, prevendo na sua atuação a discussão pública de grandes projetos e a elaboração e concretização de outros de menor dimensão com reconhecido interesse para a revitalização das aldeias e para a promoção da região«, como adiantou à Lusa um dos promotores, Francisco Alves.
»Inconformados com a desertificação, o abandono, o envelhecimento e o desrespeito a que desde sempre o Poder Central tem votado o Interior e, bem assim, a Sub-Região Alto Trás-os-Montes, um conjunto de transmontanos, de descendentes ou amigos de transmontanos, moradores permanentes ou temporários ou simplesmente pessoas que se afeiçoaram a Trás-os-Montes« decidiram constituir o novo movimento cívico que será apresentado publicamente na sexta-feira, ma aldeia de Varge.

Diário Digital / Lusa
Retirado de www.diariodigital.sapo.pt

Luís Fraga em 2º lugar no Nacional

O mirandelense Luís Fraga, piloto de Jet Ski do Moto Clube de Mirandela, participou no Campeonato de Jet Ski e Motas de Água organizado pela Federação Portuguesa de Motonáutica em São Martinho do Porto.



No escalão de Ski Juvenis o piloto classificou-se em 2º lugar na prova que decidia quem seria o Campeão Nacional da corrente temporada.

No que diz respeito ao campeonato organizado pela Federação de Jet Ski, Luís Fraga ainda ocupou o 3º lugar na competição após o Grande Prémio de Mirandela, mas acabou por se classificar em 8º lugar no final do campeonato.

O jovem miradelense, que se iniciou na modalidade por volta dos sete anos de idade, continua assim uma carreira ascendente no mundo do jet Ski, um desporto bastante oneroso e que só poderá ser mantido pelos atletas se devidamente patrocinados.

Retirado de www.noticiasdonordeste.com

Núcleo de Turismo da EsACT organizou 1º Seminário de Turismo

O Núcleo de Turismo da Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo de Mirandela (EsACT) organizou o 1º Seminário de Turismo dirigido a alunos que decorreu no dia 22 de outubro, no Auditório Municipal de Mirandela.


O Seminário teve como principal objetivo divulgar um conjunto de boas práticas ao nível do turismo no contexto local e regional e ao mesmo tempo promover o debate sobre as potencialidades de produtos como o contexto rural, a paisagem e a gastronomia na afirmação do concelho de Mirandela e da região como destino turístico.

Participaram neste seminário empresários e técnicos que partilharam com a audiência as suas experiências e estratégias para o desenvolvimento dos produtos turísticos regionais.

O aluno Tito Resende, atual Presidente do Núcleo de Estudantes de Turismo da EsACT e responsável pela organização do evento, revela que a iniciativa foi um sucesso com a participação massiva dos alunos do curso de Turismo.

Para a próxima edição fica o desafio de atrair os alunos dos outros cursos, uma vez que o turismo é um setor transversal que deve beneficiar da atividade conjunta de várias áreas de ação.

Retirado de www.noticiasdonordeste.com

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Dez milhões de investimento para produção de castanha em Trás-os-Montes

O sector da castanha está a atrair investimento nacional e estrangeiro à região transmontana com novos projectos em curso que irão atingir 10 milhões de euros, anunciou hoje o director regional de Agricultura e Pescas do Norte. 



Manuel Cardoso adiantou à Lusa que "neste momento existem vários investimentos em curso, que irão atingir quase 10 milhões de euros nos próximos ano e meio, dois anos e metade é investimento estrangeiro".

A castanha que, em 2012, contribuiu com 17,5 milhões de euros para as exportações portuguesas é, segundo o director regional, "neste momento o único sector que está a fazer com que haja incorporação de capital estrangeiro nos investimentos que estão a ser feitos" na região. milhões de euros nos próximos ano e meio, dois anos e metade é investimento estrangeiro".

Manuel Cardoso realçou que os novos investimentos "têm uma componente associada que é muito promissora em termos de postos de trabalho", com uma laboração menos sazonal ao trabalharem com outros produtos. milhões de euros nos próximos ano e meio, dois anos e metade é investimento estrangeiro".

O responsável perspectiva que os novos projectos "venham a possibilitar o aparecimento de dezenas de postos de trabalho, talvez cinco dezenas durante já o próximo ano". milhões de euros nos próximos ano e meio, dois anos e metade é investimento estrangeiro".

Na região existem já várias unidades industriais e organizações de produtores que comercializam e transformam a castanha. milhões de euros nos próximos ano e meio, dois anos e metade é investimento estrangeiro".

Em Trás-os-Montes concentram-se quase 30 mil dos 35 mil hectares de soutos nacionais e perto de 80 por cento das 19 mil toneladas de produção anual de castanha. milhões de euros nos próximos ano e meio, dois anos e metade é investimento estrangeiro".

Das quatro "Denominações de Origem Protegida" (DOP) para a castanha que existem em Portugal, três centram-se em Trás-os-Montes: a Castanha da Terra Fria, Castanha da Padrela e Castanha dos Soutos da Lapa. milhões de euros nos próximos ano e meio, dois anos e metade é investimento estrangeiro".

O castanheiro passou em menos de três décadas de "árvore do pão" que alimentava os mais pobres da população rural do interior a fonte de riqueza com real expressão económica no rendimento agrícola familiar. milhões de euros nos próximos ano e meio, dois anos e metade é investimento estrangeiro".

A castanha é hoje em dia aceite no mercado como um "artigo de luxo" e aquela que é produzida na região de Trás-os-Montes destina-se essencialmente à exportação para países como Itália, Brasil, França, Suíça, Canadá, Alemanha, Holanda, Luxemburgo, Bélgica, Espanha, Angola, Estados Unidos da América, Áustria, Cabo Verde, entre outros. milhões de euros nos próximos ano e meio, dois anos e metade é investimento estrangeiro".

A área de soutos de castanheiros mais do que duplicou em Portugal, com especial expressão nos últimos dois anos, mas o director regional acredita que é possível duplicar este número e tornar o país mais competitivo em relação a outros países produtores. milhões de euros nos próximos ano e meio, dois anos e metade é investimento estrangeiro".

Manuel Cardoso garantiu que "vai haver dinheiro no próximo Quadro Comunitário de Apoio" e com a simplificação do PRODER (Programa de Desenvolvimento Regional) acredita será possível "arrancar para um verdadeiro fomento desta cultura". milhões de euros nos próximos ano e meio, dois anos e metade é investimento estrangeiro".

"Estou a apelar aos jovens e a todas as pessoas que tenham terrenos disponíveis e que não precisem da sua utilização imediata, porque os castanheiros não começam a produzir no ano em que são plantados, começam a produzir apenas alguns anos depois. milhões de euros nos próximos ano e meio, dois anos e metade é investimento estrangeiro".

Acho que nós devemos tomar isso como sendo um investimento estratégico para a nossa região", afirmou. milhões de euros nos próximos ano e meio, dois anos e metade é investimento estrangeiro".

O director regional alertou, no entanto para a necessidade da "organização interprofissional do sector", exortando as organizações de produtores a aproveitar ao máximo o próximo Quadro Comunitário de Apoio para se porem a funcionar com uma escala que a nível internacional represente de facto algo significativo". milhões de euros nos próximos ano e meio, dois anos e metade é investimento estrangeiro".

Fonte: Agência Lusa
Retirado de www.noticiasdonordeste.com

Mogadouro: Potencial gastronómico e comercial dos cogumelos cresce no Nordeste Transmontano

O potencial dos cogumelos silvestres aumenta de ano para ano na região do Nordeste Transmontano, como consequência da identificação pelos especialistas de um maior número de espécies comestíveis e rentáveis do ponto de vista comercial.   
"Podemos percorrer o mesmo sítio durante 20 anos e encontramos sempre espécies de cogumelos diferentes no mesmo espaço", disse o micólogo e investigador António Monteiro, no decurso do XV Encontro Micológico Transmontano, que decorre até domingo em Mogadouro.
O especialista disse ter conhecimento de que houve um apanhador que, num hectare de terreno, colheu cerca de 100 quilogramas de "boletus edulis", sendo esta uma espécie "altamente comercializável".
"Ao longo de uma década ou duas, um souto de castanheiros poderá ser mais rentável do ponto de vista micológico que propriamente na produção de castanha, ou madeira", exemplificou o também vice-presidente da associação micológica "A Pantorra", com sede em Mogadouro.
Face a esta situação, os especialistas que estudam os cogumelos alertam para "os perigos escondidos" associados a esta "comida de risco", devendo ter-se em conta que estes fungos só devem ser recolhidos por quem conhece e estuda as diversas espécies.
"Só se deve confecionar e comer o que se tem a certeza que é comestível. E para se ter certeza no mundo dos cogumelos há que ter sempre o apoio de literatura científica atualizada e não confiar nas tradições populares", acrescentou António Monteiro.
"Num ano rico em cogumelos como aquele que foi 2013, há o conhecimento de pelo menos seis mortes provocadas pela ingestão de cogumelos venenosos", frisou o também médico.
O Encontro Micológico de Mogadouro conta com participantes de diversas idades e vários pontos do país, além de uma associação micológica norueguesa, que está a assinalar 40 anos.

Retirado de www.rba.pt

Muitos visitantes na Rural Castanea

castanhas_1.jpg Chegou ao fim mais uma edição da Rural Castanea, em Vinhais.

Expositores e organização fazem um balanço positivo do certame.


Tal como em anos anteriores, houve concursos e prémios. Manuel Ferreira e Irene Pires foram os vencedores na melhor castanha, nas variedades boa ventura, judia e longal.
A organização estava satisfeita com a edição deste ano. Para o presidente da Câmara Municipal de Vinhais, Américo Pereira, esta foi mesmo a melhor edição de sempre da Rural Castanea.
Três dias de festa em Vinhais, com muita castanha, produtos da região e muitos visitantes.
Escrito por Rádio Vinhais (CIR)
Retirado de www.brigantia.pt

Mais gente na segunda edição da Feira da Azeitona em Vale de Gouvinhas

azeitona.jpg A 2ª edição da Feira da Azeitona e Mecanização Agrícola de Vale de Gouvinhas, no concelho de Mirandela, encerrou com balanço positivo. Segundo o presidente da Junta de Freguesia, a afluência dos expositores e do público foi maior, no entanto, Rui Sá, diz que as datas desta feira vão ser repensadas no próximo ano para que não volte a coincidir com o certame de Vinhais. “ Estamos muito satisfeitos, houve uma afluência maior dos expositores e também do público. Efetivamente estas feiras não têm o público que nós gostaríamos que tivessem, mas também é um bocado a realidade das freguesias e do mundo rural e depois também coincide com a de Vinhais o que não é um ponto positivo”, refere Rui Sá.  Embora seja um certame que está a dar os primeiros passos, os expositores consideram uma boa oportunidade para mostrar e vender os produtos da terra.“ Esta feira é boa para mostrar o que se faz na terra e para divulgar a tradição daquilo que se fazia antigamente. Já ca estive este ano e não me posso queixar das vendas, explica Wanda Vadrez, uma das expositoras presentes na feira. A freguesia de Vale Gouvinhas tem cerca de 70 por cento de superfície agrícola útil e produz em média 700 toneladas de azeitona por ano.
Durante o fim de semana foram desenvolvidas um conjunto de actividades cinegéticas, aliadas ao certame, que contaram com a presença de mais de 50 caçadores vindos de vários pontos do País.
Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Tamborileiros debatem padronização dos instrumentos

gaiteiros.jpg O Encontro de Tamborileiros regressou a Sendim, concelho Miranda do Douro, no passado sábado, mas desta vez organizado pela Lérias. Segundo Ricardo Santos, membro desta Associação Cultural e também professor de música, este encontro pretende revitalizar o conjunto instrumental, flauta pastoril e tamboril, e assim incentivar novos músicos a tocá-lo. “ A ideia é tentar juntar toda esta gente porque a opinião de todos é importante para que a flauta pastoril e o tamboril tenham a presença que tem por exemplo na vizinha Espanha. Queremos fazer deste instrumento cada vez mais popular”, refere Ricardo Santos. Paulo Preto, gaiteiro do grupo musical Galandum Galundaina, foi também chamado a este encontro para debater o futuro dos instrumentos típicos mirandeses. “ É muito importante que nós consigamos falar com os construtores e pôr a nossa experiência na mesa e tentar, já que se vai fazer uma padronização do instrumento para desenvolver a escola, que esse instrumento possa tocar com as gaitas, as sanfonas, a guitarra e outros instrumentos”, explica. Para Francisco Porfírio, um dos poucos construtores de flautas pastoris existentes no planalto, esta é uma actividade pouco lucrativa mas que dá muito prazer. “ Eu estou reformado e trabalhei sempre de carpinteiro mas isto de construir uma flauta não dá dinheiro é só um desejo e uma intuição”.
Um dos objectivo da Lérias é padronizar os instrumentos para que seja possível criar uma escola, dando assim continuidade à tradição.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Bragança acolhe Encontro Internacional de Grupos Corais

coralbrigantino.jpg O fim-de-semana foi de azáfama para a Associação Coral Brigantino de N. Sra. das Graças que organizou Encontro Internacional de Grupos Corais, que vai já na 16ª edição. O grupo coral brigantino Infanto-juvenil abriu o espectáculo e apresentou um repertório internacional composto por quatro músicas. Depois foi a vez de França mostrar o que vale com a actuação dos cerca de 40 pequenos cantores que compõem o Coro des Polysons, na sua maioria não sabem ler música mas já actuaram nos mais prestigiados lugares como por exemplo no teatro dos Campos Elísios. Como não podiam faltar, os vizinhos espanhóis também estiveram presentes com o Coro Vegazana de Léon. Para o maestro Jaime Cifuentes é sempre “muito bom cantar a Portugal”. O espectáculo encerrou, como manda a tradição, com a actuação do grupo anfitrião: o Coral Brigantino. E no domingo a festa terminou com os mais pequenos desta vez no museu Abade Baçal, em Bragança com a actuação e convívio do Coral Brigantino Infantil.
Para estes pequenos em idade mas com a garra dos graúdos cantar acima de tudo é divertido.
Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

O castanheiro e a guerra

Natália nasceu em novembro de 1935, quatro anos antes do início da II Guerra Mundial, numa pequeníssima aldeia do concelho de Vinhais, em Trás-os-Montes.
Tinha, portanto, dez anos quando a guerra acabou. Diz ela que não se recorda de nada relacionado com a guerra, apenas da fome que grassava no minúsculo mundo que conhecia. Nem sequer se lembra de alguma vez ter chegado a Vinhais. Ia com a mãe, que era cesteira, pelas aldeias em redor sempre que havia trabalho. Não gostava de a acompanhar, mas como era muito pequena, não tinha outro remédio. Sentia-se assoberbada. Era muito tímida e ao mesmo tempo bastante inteligente. Umas vezes era muito bem tratada e acarinhada, outras relegada ao seu lugar de filha da cesteira, gente simples e operária. De tudo se apercebia na sua tenra idade e isso marcou-a. Deixou de acompanhar a mãe logo que se tornou capaz de fazer um caldo, ainda a guerra não tinha acabado.
Desse e de outros tempos, recorda-se das muitas crianças da aldeia, esfomeadas, despidas e descalças.
Disso, recorda-se com tristeza porque era uma delas, apesar de alguma coisa "mais rica".
Ainda sente o frio a enregelar-lhe a alma, vestida de trapos, com remendos sobre remendos, mas nunca andou descalça. Sempre teve um casaco remendado para vestir por cima do velho vestido. Tinha os socos que a mãe nunca lhe deixou faltar. Um vestido de chita novo pela Páscoa. As meias, que cedo aprendeu a tricotar, eram feitas da rude lã das ovelhas e cerzidas até não ser possível mais cerzi-las. Ela tinha meias. Outros tinham os pés nus, vermelhos e gretados, tão frios como a geada que caía quase todas as noites de inverno. Alguns, poucos, tinham botas de cabedal e as mesmas meias de lã de ovelha, menos puídas.
Na lareira ardiam as urzes, as giestas, os galhos que se apanhavam pelos caminhos e os paus de uma ou outra árvore que caía de velha ou era abatida por uma tempestade e que se traziam às costas ou a cavalo num qualquer burrico faminto e quezilento. Poupava-se a lenha mais do que o pão negro que nem todos tinham.    
Não tinha fartura mas tinha sempre um bocado de pão centeio, amargo como a vida, quase intragável, mas coberto de mel, quando a fome era tanta que já não havia mau pão. Quem, naquele tempo, naquele lugar, se podia dar ao luxo de comer um bocado de trigo? 
Nunca lhe faltou um punhado de figos secos, algumas nozes, um caldo de couves e batatas, um ovo de vez em quando, um naco de carne gorda, um cibo de unto para temperar o caldo e tornar menos intragável o pão. Nem todos tinham a sua sorte.
Recorda-se, mal, do racionamento de alimentos. Ela e a mãe tinha direito a um tudo nada de açúcar e sal, uma malguinha de arroz, um bocadinho de queijo... Aquilo a que cada família tinha direito baseava-se no número de elementos que possuía. Por mais que fossem, se não houvesse dinheiro, não havia senhas. A miséria era tanta que é impossível de esquecer.
Embora neutral, Portugal e o seu povo sentiram a guerra mesmo sem saber que o mundo estava em guerra. Os ecos chegavam às aldeias transmontanas aos pinguinhos. Os mais pobres tinham outras preocupações, sendo a mais premente, não morrer à fome. A vida seguia o seu triste e desamparado rumo para a maioria da população. Natália não se recorda da guerra, nem sabia se era a segunda ou a primeira ou a vigésima.      
Do que se recorda com carinho, é do castanheiro da fotografia que ilustra este pequeno texto. Era dentro do tronco oco desta árvore ancestral que ela e a restante garotada, acendiam o lume com os guicinhos que iam apanhando por ali à volta, ou os que arrancavam do próprio castanheiro para se aquecerem nos dias de inverno. Ali se abrigavam da chuva. Ali assavam batatas e cebolas que comiam como lauto manjar.
Não se lembra de quando o castanheiro ficou neste estado. Também não era da lembrança da sua mãe. Sempre o conheceu assim, esventrado, queimado, mas vivo e a dar castanhas. Sempre se admirou com a resistência deste gigante e nunca passa junto dele que não o reverencie e fale dos seus tempos de criança em que se sentia aconchegada e quente como se fosse o colo da sua mãe.

Mara Cepeda

domingo, 27 de outubro de 2013

INTERIOR COM MENOS 30% DA POPULAÇÃO EM 2040

O Interior do país terá menos 30% da população em 2040. É uma das conclusões do estudo demográfico realizado pelas universidades de Aveiro, Beira Interior e Coimbra e Institutos Politécnicos de Castelo Branco e Leiria e apresentado esta manhã no Fundão.
 
 
RCB
Segundo o estudo, se nada for feito, dentro de 30 anos serão menos 157 mil pessoas na faixa que vai desde Trás os Montes ao Alentejo.  Um problema demográfico que não é nacional mas sim regional, é o primeiro mito que este estudo vem quebrar "se não for revertida a situação o interior do país terá menos 30% da população do que tem actualemente, sem entrar nem sair ninguém, não é por sairem pessoas, apenas porque os que morrem são muito mais do que aqueles que nascem". Eduardo Castro, professor na Universidade de Aveiro e coordenador do estudo denominado Demospin, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.
Outro mito que cai por terra é que o declínio demográfico tem a ver com a migração do interior para o litoral. O problema está no perfil deste fluxo migratório já que no interior estão a entrar idosos e a sair jovens "porque é que os jovens vão embora e entram idosos? primeiro porque a atractividade do interior em termos de sossego e qualidade de vida é melhor para certos grupos etários do que para os jovens ou porque o perfil de emprego que aqui existe não interessa aos jovens, o que nós dizemos é que tem que haver um estudo sério, por parte dos decisores políticos, de como atrair jovens para o interior do país, é a única maneira de reverter esta situação".
O estudo, que analisa também a componente económica, aponta para uma perda de 20 a 30% do emprego no interior do país, mas ainda assim não haverá gente suficiente para o emprego que exista "o que é expectável é que a produção diminua, vamos por o cenário ou que diminua, ou que fica como está agora, a mesma produção significa menos emprego ou uma produção menor significa muito menos emprego, e é isso que nós esperamos, reduções de 30 a 20% do total do emprego face ao que há agora, o que é espectacular é que mesmo com isso, as pessoas que restam não são suficientes para esse emprego reduzido, ou seja, há menos emprego mais vai haver ainda menos pessoas".
Outro dado impressionante é o caso do Pinhal interior sul, que engloba os concelhos de Vila de Rei, Oleiros, Sertã e Proença a Nova, e que é apontado como o pior exemplo à escala europeia. Estes 4 concelhos reduziram a população de 90 mil habitantes, em 1950, para 40 mil em 2010. Segundo o estudo, em 2040 serão apenas 26 mil, sendo que destes apenas 3.500 serão menores "o pinhal interior sul é o caso mais espectacular mas toda a faixa que vai desde Bragança até ao Alentejo, tem um problema semelhante, referi o pinhal interior sul porque é ligeiramente pior que os outros, mas não é muito pior que os outros".
Segundo os responsáveis do estudo o principal objectivo é alertar as autoridades para a necessidade de tomar medidas no imediato já que os resultado só serão visíveis dentro das próximas décadas.

por Paula Brito
Retirado de  www.rcb-radiocovadabeira.pt

ACISB encerrada desde o final de Setembro

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Bragança (ACISB) está encerrada há vários dias e os seis funcionários encontram-se em casa desde o dia 27 de Setembro, adiantou uma fonte ligada ao organismo, que deu ainda conta que desde Maio que os trabalhadores não recebem os vencimentos. Os funcionários estão revoltados com a situação e temem pelos seus postos de trabalho, mas garantem que havia serviço suficiente para poderem continuar a trabalhar.
A associação terá proposto aos funcionários que assinassem uma proposta de cessação do contrato de trabalho por tempo indeterminado motivado por vencimentos em mora. Estes aceitaram, inscreveram-se no centro de emprego, mas até à data ainda não receberam qualquer apoio. Foi-lhe prometido que a ACISB saldaria os salários em atraso este mês, o que ainda não sucedeu. Os trabalhadores garantem que até agora “ninguém (responsáveis da ACISB) disse mais nada”.


Retirado de www.mdb.pt

sábado, 26 de outubro de 2013

IPB ao nível dos melhores na investigação

           

O Instituto Politécnico de Bragança foi reconhecido como uma das instituições portuguesas de ensino superior de maior prestígio, tendo por base os trabalhos publicados. A análise abrangeu todo o mundo ibero-americano. O IPB destaca-se, claramente, como o melhor instituto politécnico português e à frente de muitas universidades, incluindo a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, de Vila Real.
“É um reconhecimento ao mais alto nível”, frisa o presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, orgulhoso com os indicadores, que podem não se ficar por aqui. É que, para já, foram apresentados cinco indicadores (o IPB lidera dois) mas poderá vir a ser criado mais um.
“Aparecemos na maior parte dos índices como um Politécnico de maior qualidade e revela a boa aposta na qualificação do corpo docente que fizemos ao longo dos últimos anos”, frisa Sobrinho Teixeira.
“É a prova de que é possível produzir com qualidade no interior do país”, conclui o responsável máximo do IPB, frisando ainda que é possível fazer “investigação aplicada com questões colocadas pela própria região” e ajudar “ao seu desenvolvimento”.


 

O São Martinho em Macedo de Cavaleiros











































Retirado de www.noticiasdonordeste.com

“Reciclar é uma Arte” exposição de Judite Lopes na Casa da Cultura de Miranda

De 28 de outubro a 25 de novembro, a Casa da Cultura de Miranda do Douro recebe a exposição “Reciclar é uma Arte” de Judite Lopes, natural de Duas Igrejas, concelho de Miranda do Douro.



Judite Lopes afirma que “sempre fui sonhadora de grandes convicções e de grandes ideais, e com esta exposição venho, caros amigos e conterrâneos, pedir a vossa opinião no que toca a esta minha ideia de Reciclar é uma Arte”. Acrescentando ainda “Faz-me imensa impressão a quantidade de coisas que diariamente deitamos ao lixo e, que de certa forma, dando asas à imaginação podemos transformar e dar-lhe um novo sentido”.

Para além disso, a artista diz que também “estamos a passar tempos difíceis da realidade dos nossos dias, quem sou eu para mudar o mundo, mas porque não, começar pelas pequenas coisas, criar ideias a até quem sabe no futuro possamos ter um mundo melhor”, termina.



Companhia do Chapitô apresenta Macbeth no Teatro Municipal de Bragança

A Companhia do Chapitô apresenta Macbeth no Teatro Municipal de Bragança no próximo dia 2 de Novembro pelas 21:30 horas. A tragédia de Shakespeare passou a comédia. Três atores representam todos os personagens.



O que é que oculta um kilt? 
Barão? 
Pois barão duas vezes!! 
Fá-lo Rei! 
Como? 
Por trás de um grande homem... 
Uma Lady? 
Será ele capaz? 
Sim...eles fazem tudo!! 
Até cavam o seu próprio destino! 
Acreditam em bruxas? 
 Mas o que é que isto tem a ver com o Kilt? 
Já vão ver!!

Criação Colectiva Encenação: John Mowat
Assistente de encenação: José Carlos Garcia
Interpretação: Jorge Cruz | Ricardo Peres | Tiago Viegas
Produção: Tânia Melo Rodrigues
Assessoria de Imprensa: Joana Domingues
Técnico de luz: Samuel Rodrigues
Kilts: Glória Mendes
Design Gráfico: Sílvio Rosado
Fotografia: Sílvio Rosado | Simão Anahory | Susana Chicó 
Audiovisuais: Nádia Santos | Simão Anahory

Onde: Teatro Municipal de Bragança
Quando: 2 de Novembro de 2013-10-26 Hora: 21:30 horas
Entrada: 6 euros



“Florestar Portugal": mais de 900 árvores autóctones estão já reservadas para manutenção e rejuvenescimento dos recursos florestais

O projeto “Amo Portugal – Associação Mãos à Obra Florestar Portugal 2013” tem em mãos uma tarefa que consiste na plantação e sementeira de flora autóctone, envolvendo um número significativo de concelhos que estão interessado na manutenção e rejuvenescimento dos seus recursos florestais.

Mais de 90.000 árvores autóctones estão já reservadas para mais de 70 concelhos que se candidataram ao programa de incentivo à reflorestação FLORESTA COMUM.

“Os restantes concelhos podem e devem apelar à responsabilidade ambiental da sociedade civil para que se consiga, em conjunto, no dia 23 de novembro, Florestar Portugal “ lê-se num comunicado da organização desta iniciativa.

Para a época de reflorestação 2013/14 foram aceites 58 candidaturas referentes a 74 municípios, onde se incluem os concelhos de Alfândega da Fé, Associação Geoparque Terras de Cavaleiros de Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro e Mirandela.

Com a organização e coordenação das Estruturas Locais da AMO Portugal, em muitos concelhos decorrem já as inscrições para voluntários que no dia 23 de novembro queiram “meter mãos à obra”.

Retirado de www.noticiasdonordeste.com

Tribunal aceita nova providência cautelar para que "heli" do INEM fique em Macedo

O Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Mirandela aceitou a nova providência cautelar apresentada pelos autarcas do distrito de Bragança para o helicóptero do INEM permanecer em Macedo de Cavaleiros, adiantou hoje à Lusa um advogado ligado ao processo.


Paulo Moura Marques afirmou que "a juíza já determinou a aceitação" do processo e "mandou citar" as partes, que podem ainda pronunciar-se. Só depois se saberá se o tribunal decide favoravelmente ou não a pretensão dos autarcas.

A nova providência cautelar foi apresentada na quarta-feira, depois de uma reunião dos representantes das 12 câmaras do distrito de Bragança, que agora avançam para tribunal a título pessoal, recorrendo à figura da ação popular.

Esta é a segunda ação judicial intentada pelos autarcas contra a intenção do Instituto Nacional de Emergência Médica de deslocalizar de Macedo de Cavaleiros para Vila Real o meio de socorro aéreo. Correrá termos paralelamente à primeira, intentada há mais de um ano, cuja ação principal ainda aguarda julgamento no TAF de Mirandela.

Uma primeira providência cautelar impediu a saída do helicóptero durante mais de um ano, mas, depois de ter sido inicialmente aceite, acabou por ser indeferida por uma decisão do Supremo Tribunal Administrativo, no final de setembro.

Com a nova ação popular, os autarcas "estão a pedir para o helicóptero não sair" até haver uma decisão judicial definitiva sobre o processo.

Os autarcas aguardam também pela resposta do INEM a um pedido de reunião para saberem a posição da nova presidente do instituto sobre esta questão.

Para o dia 02 de novembro foi convoca, nas redes sociais, uma manifestação, em Macedo de Cavaleiros, contra a saída do meio de socorro. Os autarcas associam-se à iniciativa e vão aproveitar para pedir à população que subscrever a nova ação popular.

Os presidentes de Câmara da região alegam que está em causa "o direito à saúde e à vida" dos cidadãos da região e consideram que o Ministério da Saúde está a violar os protocolos celebrados, em 2007, em que se comprometeu a reforçar a emergência médica na região, nomeadamente com o helicóptero, como contrapartida pelo encerramento noturno dos centros de saúde.

O presidente da Câmara de Macedo de Cavaleiros, Duarte Moreno, anfitrião da reunião de quarta-feira, em que foi decidida a nova providência cautelar, afirmou, naquela ocasião, que a colocação do meio de socorro em Vila Real deixará de fora do raio de ação concelhos como Miranda do Douro, Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta, os mais afastados dos principais hospitais.

"Uma parte significativa da população do distrito ficaria sem esse meio de cobertura, além disso (o helicóptero) não vai só buscar doentes, também leva a ação médica muito próximo onde é necessário", realçou.

O helicóptero do INEM sediado em Macedo de Cavaleiros continua a ser o que mais saídas regista entre toda a frota aérea nacional de emergência médica do INEM.

Lusa

Diocese tem património material e imaterial para desenvolver o turismo religioso

Alexandrina Fernandes, da Pastoral do Turismo de Bragança-Miranda, afirma que esta diocese tem grande potencialidade turística em termos religiosos.





“A Diocese de Bragança – Miranda tem muitas manifestações e possibilidades de desenvolvimento da atividade pastoral relacionada com o turismo” sustenta Alexandrina Fernandes, num artigo de opinião publicado esta quinta-feira no semanário digital ECCLESIA.

Ao nível do património edificado a responsável pela Pastoral do Turismo de Bragança-Miranda destaca as “magníficas” igrejas que podem ser visitadas nesta região, nomeadamente “a de Santa Maria do Castelo em Bragança, a Igreja Matriz de Torre de Moncorvo, a Igreja Matriz de Freixo de Espada à Cinta, a de Santo Cristo de Outeiro, Algosinho, Castro de Avelãs e sobretudo a Concatedral de Miranda do Douro”.

A Pastoral do Turismo de Bragança-Miranda tenta também “desenvolver alguns roteiros entre os vários santuários da diocese, rotas por estilos de construção e ainda uma rota das catedrais”, que englobará a Catedral de Bragança e a Concatedral de Miranda do Douro.

No artigo de opinião publicado no semanário digital ECCLESIA Alexandrina Fernandes revela que neste momento a Pastoral do Turismo de Bragança–Miranda “procede ao inventário do património da Diocese, estando já inventariadas mais do que 13000 peças”, o que revela que o património móvel da Diocese pode também ser “um importante atrativo para trazer visitantes à região, pois, além de vasto, é riquíssimo, com interesse histórico, artístico e cultural”.

O património imaterial poderá também ser outra das chaves para capitalizar o turismo na região dado que “também neste âmbito, a Diocese de Bragança-Miranda é riquíssima, com inúmeras romarias seculares, lendas, contos”, escreve Alexandrina Fernandes.

Esta leiga, que integra o departamento diocesano da pastoral do turismo, relembra ainda que os caminhos de Santiago são “outro fator que pode potenciar o turismo religioso nesta Diocese”.

Para tirar partido do fato destes caminhos passarem pelo Nordeste Transmontano, Alexandrina refere que “é importante criar condições de acolhimento aos peregrinos que por aqui passam, dinamizar estes caminhos, preservando-os e divulgando-os”.

Alexandrina Fernandes conclui o seu artigo publicado esta quinta-feira no semanário digital ECCLESIA desafiando todos a visitar Trás-os-Montes dando a garantia de que “vale a pena ir à Diocese de Bragança-Miranda, aquele reino a quem já chamaram de “Reino Maravilhoso”, conhecer as suas gentes, o seu belo património material e imaterial e sentir-se tocado pelo ar puro e tranquilidade que por aqui se respira”.
 MD

Fonte: Agência Ecclesia
Retirado de www.noticiasdonordeste.com

Rede Social de Mirandela promoveu workshop de Educação Financeira

Rede Social de Mirandela promoveu no dia 21 de outubro um workshop formativo sobre Educação Financeira para técnicos e técnicas da ação social do concelho que trabalham com famílias em situação de vulnerabilidade social.


O convite foi feito ao Conselho Local de Ação Social (CLAS) pela Rede Europeia Anti-pobreza – Núcleo de Bragança, tendo o workshop sido dinamizado pela entidade formadora Associação Nacional para a Ação Familiar (ANJAF) e a entidade promotora o Banco Montepio.

A ação teve como principais objetivos: dar a conhecer a importância da gestão dos gastos/rendimentos, ensinar a elaborar um orçamento familiar adequado e a prevenir situações de eventual endividamento.

Participaram nesta ação 30 elementos de 10 entidades que pertencem à Rede Social de Mirandela.

Retirado de www.noticiasdonordeste.com

Rota do Azeite de Trás-os-Montes vai abrir lojas na América do Sul

A administração da Rota do Azeite de Trás-os-Montes promoveu um projeto de internacionalização que vai permitir a venda de produtos transmontanos em lojas da Rota do Azeite em países do continente Americano.



No passado dia 10 de outubro, uma comitiva empresarial da América do Sul esteve em Mirandela onde foi inaugurada simbolicamente a primeira das 250 lojas da Rota do Azeite previstas.

Já foi constituído o grupo de empresas da região que integram esta fase inicial do projeto e que vão poder escoar produtos como alheiras, azeite, mel, queijo, cogumelos, compotas e vinho em mercados com grande potencial e ainda por explorar.

Retirado de www.noticiasdonordeste.com

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Festa da Castanha de Vinhais anima fim-de-semana

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Já abriu portas mais uma edição da Rural Castanea – Festa da Castanha, em Vinhais.
Um certame que vai na sua oitava edição e que se prolonga até ao próximo Domingo. Três dias que vão marcar esta vila com muita animação e diversas actividades que vão estar disponíveis para quem visitar Vinhais. Américo Pereira, presidente da Câmara de Vinhais, salienta a importância deste certame para o concelho e para a economia de muitos produtores, não só de castanha, como de outros produtos regionais.
“Fui dizendo ao longo destes anos que ia caminhar rapidamente para ter a dimensão e a projecção da Feira do Fumeiro e já não está muito aquém daquilo que se pretende. Já ultrapassámos a centena de expositores. O espaço este ano também aumentou consideravelmente, tem um programa recheado. E o impacto económico deste certame na região é extremamente forte, porque o concelho de Vinhais e Bragança produzem cerca de 70 por cento da produção de castanha a nível nacional”, sublinha o autarca.
Mais de uma centena de expositores estão presentes nesta Rural Castanea – Festa da Castanha de Vinhais. E trazem dos mais variados produtos para mostrar e vender a quem visitar este certame.
Na abertura desta festa, esteve Melchior Moreira, presidente do Turismo Porto e Norte de Portugal, que enaltece a importância deste género de feiras, também para o desenvolvimento turístico desta região, apesar de ser necessário maior apoio na divulgação deste tipo de eventos.
“O esforço que hoje os municípios estão a fazer na promoção turística destes produtos, trazendo aqui os seus produtores, dando-lhe visibilidade à castanha e aos seus derivados, a nível nacional. Mas é preciso fazer cada vez mais promoção internacional. E portanto temos que olhar no futuro que acções como esta têm que ter mais apoios para a promoção deste evento em termos internacionais”, defende o responsável.
Expositores com produtos variados, concursos, jornadas técnicas, raids Todo o Terreno e magustos, com castanhas assadas no maior assador de castanhas do mundo, e animação musical, são condimentos do programa deste ano da Rural Castanea – Festa da Castanha de Vinhais, que decorre durante o fim de semana.
Escrito por Rádio Vinhais (CIR)
Retirado de www.brigantia.pt  

Autarcas transmontanos receptivos a proposta de Rui Moreira

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Os autarcas transmontanos vêem com os bons olhos a proposta do presidente da Câmara do Porto para a criação de uma Liga de Cidades da região Norte.
Rui Moreira defendeu esta semana a criação de uma rede de cidades entre o Porto e Bragança, sem pôr em causa uniões intermunicipais. O objectivo é que a região ganhe poder reivindicativo.
O presidente da Câmara de Bragança, Hernâni Dias, diz que o município está receptivo a todas as propostas que contribuam para atenuar assimetrias entre o litoral e o interior.
“Tudo aquilo que nós pudermos fazer em estreita colaboração com os vários municípios será sempre um benefício para todos e, portanto, se for para promover o desenvolvimento das cidades do interior estaremos também a dar o nosso contributo. E esperamos que essa proposta seja uma proposta que vá de encontro àquilo que são as cidades do interior, mais isoladas, e por isso estamos para contribuir e para dar o nosso melhor a favor desse objectivo”, salienta o autarca.
O presidente da Câmara de Mirandela, António Branco, defende este conceito de agregação e lembra que é fundamental que as cidades do litoral sejam mais solidárias com as cidades do interior do País.
“É sempre importante existir um conceito de agregação e principalmente de participação e de parceria até em termos regionais. O facto de ser um eixo que começaria no Porto e terminaria em Bragança seria ainda mais significativo. No entanto, também é preciso ter em conta que já existem alguns organismos que não tendo essa denominação também trabalho em prol e em conjunto para o desenvolvimento dos conjuntos urbanos e transfronteiriços, e dou o exemplo do Eixo Atlântico. E que são organismos que muitas vezes são desprezados por alguns actores políticos e podam ter algum papel importante. De qualquer forma o mais importante nesta proposta terá que ser sempre um conceito de solidariedade entre a dimensão das cidades e aquilo que é a sua representatividade”, defende o autarca mirandelense. 
A presidente da Câmara de Alfândega da Fé também vê com bons olhos esta proposta. Berta Nunes lembra, no entanto, que também é importante associar as vilas a esta rede de municípios.
“Esta ideia de criar a rede é uma boa ideia no sentido de que não vem com o fantasma antigo de que o Porto se quereria afirmar como a capital do Norte, mas em detrimento das outras cidades, mas sim como uma ideia que inclui todas as cidades e toda a região nas decisões e na visão de um futuro para a região Norte. O único senão que eu poderia apontar é que as vilas deveriam também ter um papel nesta ideia de uma região Norte coesa”, realça a edil.
A criação de uma Liga de Cidades, entre o Porto e Bragança, a agradar aos autarcas transmontanos, que defendem uma maior união entre os municípios do litoral e os do interior.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Câmara e ULS unem-se nas aulas de ginástica

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Os Serviços Sociais do Pessoal da Câmara de Bragança e o Centro de Cultura e Desporto da ULS do Nordeste decidiram unir-se num projecto que promove aulas de ginástica para os funcionários das duas instituições.
As aulas começaram esta semana e estão já 60 pessoas inscritas.Os participantes mostram-se satisfeitos com o convívio, mas também com os benefícios para a saúde das aulas de ginástica. O presidente da direcção dos Serviços Sociais da Câmara de Bragança, João Cameira, explica como surgiu este protocolo de cooperação, que pretende promover actividades lúdicas e recreativas conjuntas.“Esta cooperação surge quer para aproveitar recursos físicos, quer recursos técnicos e humanos. E lembrámo-nos de iniciar com as aulas de ginástica de manutenção”, realça João Cameira.
As aulas decorrem às segundas e quartas, ao final da tarde, no espaço dos Serviços Sociais do Pessoal da Câmara de Bragança.
Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Área ardida quase duplicou

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Quase duplicou a área ardida no distrito de Bragança, em relação ao ano passado.
Em 2012, os incêndios consumiram cerca de 13 mil hectares, até à primeira quinzena de Outubro, e este ano foram destruídos perto de 23 mil hectares de floresta durante o mesmo período.
 
Para isso contribuiu o maior incêndio registado este ano, que deflagrou no lugar de Picões, no concelho de Alfândega da Fé, que se estendeu a quatro concelhos. Foram destruídos mais de 14 mil hectares nos municípios de Alfândega da Fé, Torre de Moncorvo, Mogadouro e Freixo de Espada à Cinta.
Os dados são avançados nos relatórios divulgados pelo Departamento de Gestão de áreas Classificadas, Públicas e de Protecção Ambiental.
Em relação ao número de ocorrências diminuiu este ano, tendo-se registado menos 508 incêndios e fogachos no distrito de Bragança.
Ainda assim o concelho de Mirandela foi o que registou mais incêndios com área ardida igual ou superior a 100 hectares, entre 1 de Janeiro e 15 de Outubro.
Olhando para o panorama nacional, Viseu é o distrito com mais área ardida (cerca de 35 mil hectares), seguindo-se Vila Real (com perto de 24 mil hectares) e Bragança (com perto de 23 mil hectares).
Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt  

Até sempre Rui.

Ontem não consegui dizer o que me vai na alma, Rui.
Julgo que também hoje não conseguirei. Gostaria muito de dizer à tua valente mulher, Helena, que vos admiro muito. Sempre admirei a vossa força, a vossa valentia... que pena teres ido embora tão cedo!
Sinto, na garganta, um nó que se mantém desde que te soube "doente", no Hospital de Santo António, de má memória para mim e para o Marcolino.
Não consigo que o nó se desfaça, mesmo com o choro convulso da natureza no dia do teu funeral. Quanto choveu Rui! Quantas lágrimas choraram os anjos!
Se alguma vez a tua filha, Sara, eventualmente ler isto, espero que consiga sentir a grande amizade que eu nutria por ti.
Considerava-te um grande amigo, daqueles que nos fazem bem só porque sim, só pelo simples facto de nos concederem a honra da sua amizade.
Tenho os olhos marejados de lágrimas que insistem em cair, mas a maior mágoa é que já não estejas aqui a cuidar do teu filho, a levar a tua filha à escola, a amar a tua mulher, a amparar os teus pais, a tua tia...
A tua família inteira e os teus amigos, Rui, choram-te como se choram os heróis mais sublimes.
Os teus amigos, incrédulos, saíam da igreja como se estivessem a assistir a um mau filme. Não podia ser verdade.
É verdade. Já não estás aqui. Já não nos respondes quando falamos de ti. Já não ouvimos o teu rir e a tua voz bem disposta. Já não podemos contar com a tua disponibilidade e a tua ajuda.
Já não posso dizer "Rui, tenho um problema no blogue. Diz-me como resolvê-lo, por favor!"
Sim. Este blogue é obra tua. Todo o seu design, a sua estrutura... Quase todos os dias aqui vimos e todos os dias nos lembraremos de ti.

Até sempre Rui.

Mara e Marcolino Cepeda     

Rui, hoje fui ao teu funeral

Rui, hoje fui ao teu funeral. Despedi-me de ti na sexta-feira, no parque de estacionamento da escola quando ias buscar a tua filha. Cumprimentei-te e recebi em troca o teu sorriso franco, aberto e amigo que não esquecerei. Mal sabia que seria a última vez que te veria com vida, cheio de energia, rubicundo de esperança num mundo melhor.
Nesse dia não te pedi nenhum favor. Não tinha nenhuma avaria no computador, não tinha nenhum disco externo desconfigurado... Tantos me fizeste e eu nunca te agradeci suficientemente. Como farei, agora, para te agradecer? Como poderei alguma vez retribuir-te?
Fomos esperar-te no teu regresso do Porto e só assim, mesmo sabendo que era uma premissa irrefutável, acreditei que já não nos abençoarás com o teu sorriso e que não voltaremos a ouvir a tua fácil gargalhada.

24-10-2013 
Mara Cepeda

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Extinção de quase 50 tribunais mantém-se, com algumas alterações

A última proposta do Ministério da Justiça para a Reforma Judiciária, a que a Lusa teve hoje acesso, mantém a extinção de quase meia centena de tribunais com algumas alterações dos concelhos visados e a substituição por mais secções de proximidade. 


O documento aponta para a extinção de 47 tribunais, menos dois do que a proposta conhecida há um ano, um número que contempla os que encerram definitivamente e aqueles que serão substituídos por secções de proximidade.

Comparando com a proposta anunciada há um ano, o número de tribunais a encerrar passa de 26 para 22 e o número de secções de proximidade aumenta de 23 para 25. As novidades passam pela retirada da lista de encerramentos dos tribunais de Oleiros, em Castelo Branco, e Melgaço, em Viana do Castelo, que surgem agora como secções de competência genérica, e pelo encerramento do tribunal da Meda, na Guarda, para onde estava anteriormente prevista uma secção de proximidade.

 O número de secções de proximidade é maior na nova versão e passam a abranger concelhos que inicialmente ficariam sem tribunais como Alfândega da Fé, em Bragança, Avis, em Portalegre ou Golegã, em Santarém. Os dados constam do anteprojecto de decreto-lei do Regime de Organização e Funcionamento dos Tribunais Judiciais a que a Lusa teve hoje acesso e que regulamenta a Lei da Organização do Sistema Judiciário publicada a 26 de Agosto em Diário da República.

O Ministério da Justiça tinha 60 dias para proceder à regulamentação, depois da publicação, e a poucos dias de terminar o prazo está a distribuir a proposta de anteprojecto de decreto-lei para apreciação dos grupos parlamentares e parceiros sociais.

No preâmbulo do anteprojecto de decreto-lei, o Ministério da Justiça justifica que se "reequacionaram algumas propostas entretanto divulgadas, em resultado de audições e consultas públicas, bem como da análise detalhada às características das comarcas existentes, ao respectivo volume processual, ao contexto geográfico e demográfico onde estas se inserem, à dimensão territorial de algumas das instâncias locais, à qualidade do edificado existente e à dimensão de recursos humanos em causa".

Na lista definitiva de encerramentos constam os tribunais de Carrazeda de Ansiães, em Bragança, Penela, em Coimbra, Portel, em Évora, Monchique, em Faro, Fornos de Algodres e Meda, na Guarda, Bombarral, em Leiria, Cadaval (Lisboa Norte), Castelo de Vide, em Portalegre, Sines, em Setúbal, Sever do Vouga, em Aveiro, e Paredes de Coura, em Viana do Castelo.

Os distritos onde está previsto o maior número de tribunais a fechar são Vila Real, com Boticas, Mesão Frio, Murça e Sabrosa, e Viseu, com Armamar, Castro Daire, Resende e Tabuaço.

Santarém perde os tribunais de Ferreira do Zêzere e Mação. Os tribunais serão substituídos por secções de proximidade em Povoação e Nordeste (Açores), Mértola (Beja), Vinhais, Vimioso, Miranda do Douro e Alfândega da Fé (Bragança) Penamacor (Castelo Branco) Mira, Pampilhosa da Serra e Soure (Coimbra), Arraiolos (Évora), Sabugal (Guarda), Alvaiázere e Ansião (Leiria), São Vicente (Madeira), Nisa e Avis (Portalegre), Alcanena e Golegã (Santarém), Alcácer do Sal (Setúbal), Mondim de Basto (Vila Real) e São João da Pesqueira, Vouzela e Oliveira de Frades (Viseu).

O essencial da reforma consta da lei aprovada em Agosto e que reduz os atuais 231 tribunais de comarca e 77 tribunais de competência especializada a 23 tribunais judiciais de 1/a instância, com uma abrangência territorial correspondente aos distritos que passam a denominar-se tribunais de comarca. Cada tribunal de comarca é composto por uma instância central e por diversas instâncias locais que são secções de competência genérica ou de proximidade.

Fonte: Agência Lusa
Retirado de www.noticiasdonordeste.com

Mogadouro: Cogumelos atraem noruegueses durante três dias ao encontro miológico

Especialistas noruegueses integram um grupo que vai ajudar a identificar, colher e confecionar "em segurança" as variadas espécies cogumelos que crescem nas matas nordestinas, durante o 15.º Encontro Micológico Transmontano, a realizar de sexta-feira a domingo em Mogadouro.   
O grupo norueguês é composto por cerca de 30 especialistas da Fredrikstad Soppforening (Associação Micológica de Fredrikstad), que está a assinalar 40 anos de existência.
"O encontro micológico serve para dar a conhecer as potencialidades dos cogumelos, não só as gastronómicas, mas também as cientificas, de forma a potenciar os conhecimentos relacionados com estes fungos. Este ano haverá igualmente formas de mostrar uma nova aplicação dos cogumelos em produtos de artesanato", disse hoje à Lusa Manuel Moredo, o presidente da Associação Micológica "A Pantorra", promotora da iniciativa.
Na opinião do micólogo, a maioria dos participantes vem ao encontro não só para apanhar cogumelos comestíveis, mas também para os estudar, fotografar e conhecer as diversas espécies micológicas.
O Encontro Micológico Transmontano tem este ano como tema "Etnomicologia - Os cogumelos na tradição popular".
No que respeita ao ano micológico, Manuel Moredo é da opinião que a proliferação dos cogumelos este ano está a ser "boa" e espera-se que haja diversas espécies nesta altura do ano devidos as condições climatéricas favoráveis.
"As condições climatéricas são favoráveis, já que há humidade e calor. Temos a convicção de que vai ser um bom ano micológico. Nos próximos 15 dias a três semanas haverá cogumelos com fartura", acrescentou.
Em relação aos dias em que decorre o encontro, o micólogo prefere falar nas variedades das espécies que de podem encontrar em detrimento das quantidades.
As potencialidades gastronómicas dos cogumelos são inúmeras, sendo "muito importante" ter conhecimentos micológicos para sua a seleção das espécies comestíveis, disse ainda o especialista.
Os micólogos advertem que os cogumelos são alimentos de risco e por isso é preciso ter cuidados com as espécies que se apanham e depois de cozinham.
No campo gastronómico, decorre até sexta-feira a 5.ª semana gastronómica da micológica, onde participam diversos restaurantes do concelho de Mogadouro.
Sanchas, boletos, repolgas ou míscaros são, nesta altura do ano, dos fungos mais procurados pelos apreciadores na região do Interior Norte.

Retirado de www.rba.pt

Nova providência cautelar deu entrada hoje no Tribunal de Mirandela

heli_inem.jpg Já deu entrada no Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela a nova providência cautelar, sob a forma de acção popular, para travar a saída do helicóptero do INEM de Macedo de Cavaleiros. A decisão foi tomada esta manhã, numa reunião onde marcaram presença os 12 autarcas do distrito de Bragança. O advogado que representa os municípios, Paulo Moura Marques, realça os argumentos que sustentam esta nova providência cautelar. “Estes processos que vamos agora iniciar são diferentes, distanciam-se daqueles que já existem, desde logo porque é motivado pela preocupação da população. As pessoas que no fundo vão começar a acção são os próprios cidadãos comuns, alguns deles obviamente ocupando cargos públicos, mas fundamentalmente estamos a falar de uma acção popular. Portanto, são pessoas que vêm proteger o direito à vida, à saúde pública, e o helicóptero é exactamente para isso. É uma acção motivada pelas pessoas, que são as beneficiárias deste serviços, que estão a dizer que deve manter-se”, explica o advogado.  Recordo que o Supremo Tribunal de Justiça já deu carta branca ao INEM para retirar o meio aéreo de emergência do distrito. O jurista avança que esta providência cautelar pretende impedir que o helicóptero saia de Macedo de Cavaleiros, através de uma providência cautelar motivada pelas próprias pessoas da região. “Estamos a falar de uma providência cautelar que imediatamente será apreciada por um juiz e aquilo que fará é imediatamente despachar se achar que a acção deve prosseguir. E nesse caso será pedido claramente para ser decretado que enquanto se discute a própria providência cautelar o meio não deve ser deslocalizado porque é esse o nosso pedido. No fundo um processo paralelo àquilo que já viram acontecer há cerca de um ano atrás, mas neste momento com motivos reforçados”, sublinha Paulo Moura Marques. O advogado avançou ainda que tem outras cartas na manga para manter o helicóptero no distrito de Bragança, e que, à medida que o processo avança na justiça, poderão ser lançadas a qualquer altura. Mas para já não quis revelar quais. Para breve está também agendada uma reunião com a nova presidente do INEM, para fazer valer os argumentos que unem autarcas e cidadãos do distrito de Bragança. O presidente da câmara municipal de Macedo de Cavaleiros, Duarte Moreno, sublinha que o objectivo é impedir que o helicóptero saia do distrito e avança que já foram feitas vistorias no heliporto de Vila Real para deslocalizar o meio aéreo de emergência. “Tem por objectivo não deixar sair o helicóptero, porque nós sabemos que já foram vistoriar o heliporto de Vila Real e de facto nós precisamos de anteciparmo-nos a essa situação. Não sabemos de nenhuma data, mas de qualquer forma se for inspeccionado e se tiver as condições. E nos sabemos também que houve um despacho para ele sair de Macedo de Cavaleiros. Nós estamos a jogar pela antecipação. Nós estamos todos unidos e não vamos baixar os braços e penso que está o distrito todo unido nesta mesma causa”, adianta o autarca. Deu entrada hoje a nova providência cautelar no Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela para impedir a saída o helicóptero do INEM de Macedo de Cavaleiros, depois de o Supremo Tribunal de Justiça ter rejeitado a anterior providência cautelar interposta pelos autarcas transmontanos.
Está também marcada para 2 de Novembro, em Macedo de Cavaleiros, uma manifestação contra a retirada deste serviço do distrito de Bragança.
Escrito por Onda Livre (CIR)
Retirado de www.brigantia.pt