Dada a predominância da azeitona na Terra Quente Transmontana, a ideia surgiu naturalmente, para fazer face às dificuldades identificadas.
Este foi o desafio lançado aos formandos para desenvolverem este protótipo que foi testado, na passada quinta-feira, numa demonstração de apara manual em algumas oliveiras da cidade, propriedade do Município de Mirandela.
Francisco Ferreira diz que o objetivo é que os agricultores “copiem a ideia” porque têm custos bem mais reduzidos comparativamente àquilo que se pode encontrar no mercado.
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Retirado de www.mdb.pt
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