segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Jorge Morais

Aí vai o prometido. Foto de época, de um sistema de extração do ouro líquido, tirada em dezembro de 2025, puxado a muares e força humana num lagar centenário em Latedo, pequeno pueblo perto de Alcanices, junto à fronteira com Portugal.

Bom ano e bons fluidos.

Jorge Morais



Mais uma vez, agradecemos ao Jorge Morais, amigo de longos anos, esta fotografia cheia de vida e movimento. Perfeita como todas as outras.

Maria e Marcolino

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Fotografia de Jorge Morais

            Aí vai uma análise cubista dos telhados da nossa velha Vila e castelo quando ainda havia nevadas ao sério, esta foto que eu tirei com uma velha Nikon, foi em Janeiro de 1997, faz agora quase 30 anos.

O casario da velha urbe tinha e ainda tem, em parte e apesar de algumas alterações, uma sequência interessante.

Com uns bons palmos de neve cobrindo os telhados e uniformizando o tom torna-se ainda mais simples a perceção das linhas limítrofes e dos volumes desfilando em sucessivo contraponto e ritmo que se direcionam para o topo em direção à torre da igreja de Santa Maria.

Boas nevadas é que precisamos, para acalmar e curar os campos e as mentes. Saúde.

Jorge Morais



        Mais uma vez, obrigado Jorge. É uma excelente fotografia, que nos deixa cheios de saudades de uma boa nevada. 
        Vamos ver se este inverno, mais frio do que o do ano passado, nos presenteia com uma bela nevada no Carnaval.
         Bom ano para todos! 
         Muita saúde e paz!

Maria e Marcolino Cepeda

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

A natureza em todo o seu esplendor

 

Que dizer desta imagem tão linda?

Que Deus nos ama?

Que nós não damos valor ao que nos cerca?

Que basta parar um momento e olhar para o que nos envolve?

É de graça. Não nos cobra nada, apenas respeito e cuidado.


Aldeia de França, rio Sabor, fim de tarde, inverno transmontano.

Maria Cepeda

sábado, 20 de dezembro de 2025

Feliz Natal para todos - Jorge Morais

Aí vai outra foto minha da antiga Praça do Mercado, zona dos talhos, num dia também de neve e que hoje evocamos com bastante saudade.

Bom Natal para todos. 

Jorge Morais


Obrigado Jorge. 

sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

Foto de Natal - Jorge Morais

Aí vai, caríssimos, para o Blogue, a minha oferta de Natal: Uma grande
nevada em 1997, daquelas de verdade e de que já quase não tínhamos
presente na memória os seus contornos visuais.

Acresce que foi tirada por uma Canon F1, rolo analógico, claro, e de um ponto a meio da rua Direita, enquadrando na estrela de iluminação, a torre de menagem e castelo, bem como rasando os telhados nevados de várias casas da rua.

Revelei em casa. Permito-me acrescentar que a decoração natalícia dessa rua Direita, nessa altura, era mais interessante e elaborada do que aquela que vemos hoje no mesmo local parecendo precisamente mais pobre do que a desse tempo e, iria mesmo dizer, a parente mais pobre de todas as iluminações de rua deste ano de 2025.

Boas Festas e saúde.

Jorge Morais


        Mais uma belíssima fotografia de Jorge Morais que nos relembra invernos passados. 
        O clima mudou, o aquecimento global nota-se e nós temos saudades de acordar com a brancura imaculada da neve. Obrigado Jorge.


Com o desejo de um Feliz Natal, em paz e harmonia com o coração cheio de alegria.

FELIZ NATAL!!!✨⛄ 

Maria e Marcolino Cepeda

  

terça-feira, 28 de outubro de 2025

Jorge Morais - D. Celeste Ferro

Celeste, dona Celeste Maria Ferro, falecida há aproximadamente um mês e que não resistiu a uma queda grave que deu nas fatídicas escadas das "Moreirinhas" que tantas vezes subiu e desceu nas suas iniciativas de pendor empresarial que a levavam a locais centrais da nossa cidade aonde amiúde a víamos de sorriso simples e afável mercadejando; em bom tempo, em plena Praça da Sé, vendendo tremoços e um ou outro aperitivo e, em tempo mais careta e de castanhas, ousando também preparar e vender estas iguarias de Outono, instalando-se às vezes, também, na pequena eira frente aos correios. 

Empresária de fracos recursos que começou por apresentar a sua mercadoria num carrinho quase de brincar adaptado a partir de coisas triviais e que aparentemente resultavam do seu próprio engenho, evoluiu, possivelmente auxiliada, para carrinhos mais elaborados ou transformados e formais de chapa e até de inox até que, por fim, a entidade camarária, vendo o seu engenho e agradabilidade para se relacionar e vender lhe arranjou um pequeno quiosque de madeira com assador e tudo frente aos correios. E era vê-la assim, porém, mais atarefada e concentrada preparando o saboroso produto para o público. Pessoalmente parecia-me, nessa condição e compromisso, menos à vontade, menos espontânea e sorridente, talvez porque mais sobrecarregada.

Cheguei a pensar que os simples tempos iniciais em que aparecia com os seus carrinhos eram também mais um pretexto para sair de casa e falar e cumprimentar as pessoas do que propriamente fazer dinheiro. De uma maneira, ou de outra, iluminava um pouco e diversificava humanamente as praças aonde a víamos. Gostava de conversar com ela e, com simpatia, anuiu, em tempos ainda de pandemia, a que eu lhe tirasse uma fotografia que aqui está.


 
Jorge Morais

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Aqui temos mais uma fotografia de Jorge Morais onde o lado humano é bem patente. Como fotógrafo humanista que também é, soube captar a sensibilidade, a simpatia e a leveza de uma alma simples e genuína que, ao mesmo tempo, serve como singela homenagem pela sua partida.

Maria Cepeda

quarta-feira, 22 de outubro de 2025

Hoje

Hoje, não sei porque, não me sinto verdadeiramente eu ou tu, ou sei lá quem.

Não sei quem amargamente sou ou serei ou seremos todos dos poucos que ainda insistem. 

O que se passa com o meu coração tão saltitante e oprimido que parece locomotiva desenfreada na corrida que não sabe para onde, quando ou porque irá. 

Abro a porta, fecho-a  a seguir. Olho para ontem. Não quero ir, não quero ficar, vou sair até conseguir voltar...

Parece uma tolice! O meu olhar anseia por areia e mar, por sol e calor, pelo vermelho do Sol a pousar na minha vontade de não querer ir nem ficar. 

Serei capaz de te amar hoje, amanhã e sempre sem deixar de me amar?


Maria Cepeda