quarta-feira, 7 de maio de 2014

Macedo de Cavaleiros recebe Final Distrital do Concurso Nacional de Leitura no próximo dia 8 de maio

No próximo dia 8, quinta-feira, realiza-se no Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros a 2ª Fase do Concurso Nacional de Leitura 2013/2014 – Fase Distrital. Estarão presentes 39 alunos do 3º Ciclo e 27 do ensino Secundário das escolas do distrito de Bragança.

Os alunos terão pela frente uma prova escrita, com a duração máxima de 30 minutos, constituída por questões de escolha múltipla e uma pergunta aberta de desenvolvimento, versando o conteúdo das obras selecionadas: 3º Ciclo – Nélson Mandela Uma Lição de Vida (Jack Lang); O Diabo Veio ao Enterro (A.M. Pires Cabral); Secundário – Relato de Um Naufrago (Gabriel Garcia Márquez); Os Livros que Devoraram o Meu Pai (Afonso Cruz).

Os cincos alunos de cada categoria mais pontuados da prova escrita, são selecionados para a Prova Oral em palco, já aberta ao público. Esta prova integra três desafios: questões de escolha múltipla, argumentação e leitura expressiva. 

Nesta fase serão apurados três alunos de cada nível de ensino (3º Ciclo e Secundário), saindo premiados da fase distrital. O vencedor em cada grau de ensino, representará o distrito na final nacional do Concurso agendada para junho em Lisboa. Com esta organização, a autarquia reforça o trabalho de promoção da leitura realizado pela Biblioteca Municipal, num concurso levado a efeito pela Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, em articulação com a Rede de Bibliotecas Públicas, Rede de Bibliotecas Escolares e RTP.


IPB quer incentivar os estudantes a criar empresas

É preciso incentivar os jovens a criar o próprio emprego. Esta é a convicção do Presidente do Instituto Politécnico de Bragança.
Sobrinho Teixeira considera que a criação de emprego está cada vez mais dependente da capacidade de iniciativa e espera que as conferências e workshops que estão a decorrer no âmbito da IV Feira de Emprego, Educação e Solidariedade contribuam para despertar o espírito empreendedor dos jovens. “Muito do emprego clássico está a diminuir e tem de ser essa capacidade de adquirir formação para fazer coisas e também capacidade para assumir o risco de as fazer. Não é a obtenção um diploma em si que é importante mas a obtenção de ferramentas, de capacidades que lhes permitam desenvolver e criar ideias de negócio e empresas”, sublinha. Declarações de Sobrinho Teixeira, à margem da conferência “Perspetivas de Emprego e Horizontes”, que decorreu ontem no Instituto Politécnico de Bragança.

Escrito por Brigantia

Retirado de www.brigantia.pt

Fórum Económico quer impulsionar desenvolvimento da região até 2020

Refletir sobre as condições para o crescimento económico e a criação de emprego é o principal objetivo do Fórum Económico de Trás-os-Montes que se irá realizar no próximo dia 30 de Maio no Auditório do NERBA.  Uma iniciativa que faz parte da Expo Trás-os-Montes e onde a inovação e competitividade e cooperação transfronteiriça são palavras-chave como explica Jorge Nunes, presidente da Comissão Organizadora do Fórum: “São temas centrais para a evolução da economia, para a criação de riqueza e para a melhoria da condição de vida e bem-estar das pessoas”. O Ex-autarca acredita que os transmontanos vão saber aproveitar a oportunidade para impulsionar a economia com a ajuda do novo programa comunitário de incentivo ao investimento, o “Portugal 2020”. Já o presidente do NERBA defende uma aposta na Internacionalização e na atração de novos investidores. Eduardo Malhão acredita que esse tipo de investimento ”potencia os recursos, cria emprego e aumenta o valor acrescentado bruto” e sublinha que cabe aos transmontanos desmistificar ideia de que esta é uma região “pobre” e com “pouca capacidade de afirmação”, apostando nos vários recursos disponíveis no mercado. As intervenções e conclusões resultantes do Fórum que conta com convidados de diversas áreas do sector empresarial serão compiladas numa brochura designada por “Livro Verde”.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

terça-feira, 6 de maio de 2014

Risco de incêndio elevado em Bragança

No distrito de Bragança o risco de incêndio é muito elevado. Esta é a conclusão de um estudo levado a cabo por docentes da Escola Superior Agrária, que foi divulgado este sábado, durante um seminário sobre Fogos Florestais, que decorreu em Bragança.
Felícia Fonseca, uma das investigadoras envolvidas neste estudo, dá conta que Torre de Moncorvo, Freixo de Espada à Cinta e Carrazeda de Ansiães são os concelhos onde o risco de incêndio é mais preocupante. Para esta situação contribui a desertificação do território e também a degradação dos solos. Felícia Fonseca defende que é preciso tomar medidas para minimizar estes problemas. Um estudo desenvolvido por docentes da Escola Superior Agrária de Bragança a concluir que o risco de incêndio no distrito é elevado e para isso contribui a desertificação e a degradação dos solos.

Escrito por Brigantia

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Presidente do ADS’s de Vinhais reclama mais apoios

Os apoios do Estado aos Agrupamentos de Defesa Sanitária (ADS`s) são cada vez menos e chegam cada vez mais tarde.  A constatação é do presidente do ADS de Vinhais. Moisés Alves lamenta que só em Fevereiro deste ano tenha chegado a primeira prestação relativa a 2013 e confessa que estas estruturas pecuárias estão a passar dificuldades. Declarações de Moisés Alves, ontem, nas comemorações dos 24 anos do ADS de Vinhais. Durante as cerimónias foi homenageado o autarca local pelo apoio que tem dado ao sector pecuário. Américo Pereira agradeceu o reconhecimento, mas garante que o mais importante é o crescimento da produção de animais verificado no concelho. O aniversário do ADS de Vinhais foi marcado, ainda, pela ausência de representantes do Governo da pasta da Agricultura. Estava prevista a vinda do secretário de Estado da Alimentação, mas Nuno Brito evocou motivos pessoais e enviou, apenas, uma mensagem. Também o director regional de Agricultura e Pescas do Norte, Manuel Cardoso, não marcou presença nas cerimónias, nem se fez representar.

Escrito por Brigantia

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Câmara gasta 6379 euros por mês com o aeródromo

Por: Glória Lopes 

Apesar de pouco ser utilizado, por causa da interrupção da ligação aérea Bragança-Vila Real-Lisboa, o aeródromo municipal de Bragança continua a obrigar à realização de investimentos e à manutenção dos funcionários. Mensalmente o município gasta 6379 euros. Em breve serão investidos 40 mil euros na pintura das marcações da pista. Uma vez que ainda se espera que a ligação seja retomada. “O aeródromo tem de manter as condições de operacionalidade. Porque a ligação está suspensa não podemos deixar degradar o património e impedir no futuro o restabelecimento da ligação porque a estrutura está inoperacional”, explicou o autarca.


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