segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Zona de caça da Lombada passa a ser gerida pelo município

cacador.jpgA próxima época de caça na Lombada pode finalmente ser gerida pelo município de Bragança.A garantia foi deixada pelo Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Daniel Campelo, à margem do seminário “Zona de Caça Nacional da Lombada - Que futuro?”, realizado, no passado sábado, no âmbito da Norcaça, Norpesca e Norcastanha.“Na lei existe essa possibilidade de as zonas de caça passarem a ser geridas pelos municípios o que será favorável a todos”, refere o Daniel Campelo.O autarca de Bragança afirma que município já apresentou uma proposta tendo em vista a concessão da zona nacional de caça da Lombada. Jorge Nunes salienta, ainda, a importância de conseguir recursos para fazer a gestão desta zona de caça.“É preciso de facto a sensibilização e a cidadania mas é também necessária a fiscalização e o estado e a administração central tem agentes no terreno preparadas para esse efeito, por isso há que fazer um serviço de integração para que todos participem”, refere.
O município pretende fazer uma gestão da caça “mais eficaz”.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Muita castanha vendida na Norcaça, Norpesca e Norcastanha

castanhas_1.jpgMuita gente a ver, mas pouca a comprar. Este foi o balanço feito pelos expositores que participaram na 11ª edição da Norcaça, Norpesca e Norcastanha, que encerrou ontem, em Bragança.No sector da castanha, os vendedores mostraram-se satisfeitos com o negócio.“Vendeu-se muita castanha, mais do que o ano passado porque este ano a castanha tem mais qualidade”, refere um vendedor de castanha presente na feira.Já o vice-presidente da Câmara de Bragança, Rui Caseiro, diz que a feira superou as expectativas da organização. “Na minha opinião faço um balanço bastante positivo, todas as actividades correram muito bem e devo dizer que superou as nossas expectativas”, conclui Rui Caseiro.
Segundo os dados fornecidos pela organização, o número de visitantes tem vindo a aumentar ano após ano, e nesta edição não foi excepção.
Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Inaugurado Centro de Convívio e Jardim em Samil

samil.gifFoi inaugurado, este fim-de-semana, o Centro de Convívio e o Jardim do Lavrador, em Samil, no concelho de Bragança.Para o presidente da Junta de Freguesia, era uma obra necessária, tendo em conta o elevado número de idosos que habitam na aldeia.“É uma obra necessária porque temos cada vez mais idosos e as pessoas andavam aí um pouco desamparadas e assim podem estar neste espaço agradável e fazer alguma actividades e conviver”, refere Eduardo Portela.O jardim partiu de uma homenagem que Samil quis prestar aos seus lavradores.O presidente da Câmara Bragança, Jorge Nunes, elogiou as obras que têm sido feitas nesta freguesia.“ Está de parabéns o Sr. Presidente da junta de freguesia que foi uma pessoa muito persistente no objectivo de requalificar toda esta área da igreja e à semelhança com o largo central da aldeia que é um trabalho de muita qualidade”, diz Jorge Nunes.
As obras representam um investimento total de 500 mil euros.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

domingo, 4 de novembro de 2012

CGTP reclama apoios para a Sortegel

A Sortegel, uma empresa de transformação de castanha, em Bragança, está a ser prejudicada no acesso a apoios ao desenvolvimento.
A denúncia foi feita pelo secretário-geral da CGTP que visitou, na passada quarta-feira, o distrito de Bragança.
Na passagem pela fábrica, Arménio Carlos lamentou que o Governo não saiba dar a devida atenção a esta empresa. “Pelo facto de fazer parte da holding que estava ligada ao BPN está a ser prejudicada por ser uma média empresa, que não tem acesso a um conjunto de apoios. Da parte do Governo deveria haver a necessária atenção para não misturar aquilo que não deve ser misturável”, denuncia o sindicalista.
Arménio Carlos enaltece o contributo da Sortegel para a economia do País. “Transforma 9 mil toneladas de castanha e que exporta, deveria ter a atenção devida do Governo no que diz respeito a apoios e financiamento”, reclama o secretário-geral da CGTP.
Arménio Carlos salienta, ainda, que o desenvolvimento da região só pode ser feito através de investimento. “Esta região precisa de mais investimento e mais emprego para fixar as pessoas e isso só se faz com investimento público e privado”, refere o responsável.

Retirado de www.jornalnordeste.com

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Torre de Moncorvo: Tribunal Constitucional "chumba" referendo relativo a reorganização administrativa

O Tribunal Constitucional (TC) não admitiu o requerimento de apreciação da constitucionalidade e da legalidade da deliberação de realização de referendo local, submetido pelo presidente da Assembleia Municipal de Torre de Moncorvo.


Em causa está o processo de reorganização administrativa do concelho transmontano.
A Assembleia Municipal de Torre de Moncorvo aprovou uma "proposta de referendo", no sentido de os eleitores legitimarem o processo da reorganização autárquica, mas foi agora chumbada pelo TC.
Esta deliberação de realização de referendo local foi apresentada na sequência da aprovação da Lei n.º 22/2012, de 30 de maio, que entrou em vigor no dia seguinte, prevendo a reorganização das freguesias mediante parâmetros de agregação.
Segundo a Lei, a assembleia municipal deve deliberar sobre a reorganização administrativa do território das freguesias, sob a forma de uma "pronúncia", respeitando os parâmetros de agregação e considerando os princípios e as orientações estratégicas da lei.
"Face à proposta da unidade técnica, as assembleias municipais vão novamente ser chamadas a prenunciar-se, ou não? Porque se vão, o referendo fazia todo o sentido", disse o presidente da Câmara de Torre de Moncorvo, Aires Ferreira.
Segundo o autarca, não faz sentido anular a proposta de referendo como fez o TC, tudo por causa de um prazo que já terminou.
 
Retirado de www.rba.pt

Estudantes do IPB preocupados com a falta de verba para aquecimento

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Sem aquecimento das salas não haverá condições para ter aulas. É a reacção do presidente da Associação Académica do IPB ao corte no orçamento desta instituição de ensino.
O IPB tem apenas 40 mil euros para gastar no próximo ano em aquecimento.Uma verba que só chega para o mês de Janeiro.“Numa região fria como é Bragança só termos disponíveis 40 mil euros para aquecimento é irrisório pois são cinco escolas, duas cantinas, três residências. Não vai dar para as necessidades”, refere Luís Dias, acrescentando que “se não estamos confortáveis é meio caminho andado para não termos sucesso escolar”.Declarações feitas durante a apresentação da semana do caloiro que começa terça-feira.Vão ser cinco dias de animação dedicados aos novos alunos do IPB.O presidente da associação salienta que não foi fácil organizar esta semana em 10 dias, depois da tomada de posse da nova direcção.“A nossa maior dificuldade foi ter a disponibilidade das bandas escolhidas e acertar todos os pormenores em tão pouco espaço de tempo”, afirma. “Queríamos trazer uma banda na quarta-feira mas não estava disponível e depois acabámos por trazer Mind da Gap que estava disponível a um preço aceitável para esse dia”, acrescenta.Luís Dias prefere não falar nos valores do orçamento, mas realça que o preço do bilhete geral vai diminuir um euro.“Baixámos o preço do bilhete geral mas do diário ainda vamos analisar”, afirma. Mas já está decidido que “sexta-feira o bilhete vai ter um preço único para estudante e não-estudante porque não queremos fechar-nos na comunidade estudantil mas antes chamar a restante população da região”.
De 6 a 10 de Novembro vão passar pelo pavilhão do NERBA nomes como Mind da Gap, Mónica Ferraz, Quim Barreiros e Azeitonas.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

PS diz que Governo não vai poupar com o encerramento de tribunais

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O Governo não vai poupar com o encerramento de cinco tribunais no distrito de Bragança. A convicção é do presidente da Federação Distrital do PS.
Jorge Gomes lembra que a população vai ficar limitada no acesso à justiça, porque os tribunais que não encerram também perdem competências.“ Para além do encerramento dos cinco tribunais proposta no Orçamento de Estado para 2013, também vai haver uma desclassificação dos outros tribunais. O que quer dizer que mesmo onde continuem a existir não vão ter, nem autonomia, nem capacidade para julgar processos que ultrapassem um determinado montante. Os tribunais que se vão manter, à excepção de Bragança, não vão poder julgar acções com um valor superior a 30 mil euros”, denuncia o socialista.Jorge Gomes lembra que esta reorganização vai custar ao Governo 29 milhões de euros e lamenta que seja a população a pagar a factura para que o Estado possa vir a poupar a longo prazo com esta medida.“Sendo o nosso distrito um dos distritos com maiores distâncias, com deficiência ao nível dos transportes públicos, com dificuldades ao nível das acessibilidades e vamos ter os cidadãos longe da justiça. Isso não traz poupança nenhuma, aliás se alguma poupança directa traz para o Estado é transmitida para os cidadãos, que vão ficar mais sobrecarregados para terem acesso a um serviço a que têm direito”, salienta Jorge Gomes. Os autarcas também estão contra o encerramento e desclassificação de tribunais. Em Alfândega da Fé a luta continua. A autarca local, Berta Nunes, garante que todas as cores políticas estão mobilizadas contra o encerramento deste serviço.“O documento aprovado na Assembleia Municipal contesta o encerramento do tribunal pelas razões que nós temos vindo a referir, nomeadamente porque dificulta o acesso da população à Justiça. Vamos passar para o Tribunal de Vila Flor, que não tem condições para colher tanto trabalho, porque já é um tribunal antigo e passaria a concentrar ainda os processos de Carrazeda de Ansiães e de Alfândega da Fé”, realça a autarca.O documento subscrito pelos cerca de 40 elementos da Assembleia Municipal vai agora ser entregue à Ministra da Justiça. O objectivo é travar o encerramento do tribunal.
De recordar que o Governo quer encerrar os tribunais de Alfândega da Fé e de Carrazeda de Ansiães. Já Vinhais, Miranda do Douro e Vimioso vão deixar de ter tribunal e ficam, apenas, com uma extensão de justiça.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt