sábado, 4 de agosto de 2012

Biografia do Padre António Augusto Rodrigues Amado, natural de Picote, Vimioso


Padre António Augusto Rodrigues Amado, natural da freguesia de Pinelo, concelho de Vimioso, setenta e dois anos;
Pároco de Vimioso, Algoso, Campo de Víboras e Pinelo.
Foi missionário em Moçambique;
Foi professor de religião e moral até ao ano 2000;
É Director do secretariado diocesano das obras missionárias pontifícias;
Publicou recentemente o livro “Pinelo, terra com memória”.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Sendim: Intercéltico promete nomes de referência da folk europeia

Sendim: Intercéltico promete nomes de referência da folk europeia



O Festival Intercéltico de Sendim (FIS) arranca na sexta-feira e promete concertos na sua 13.ª edição de dois grupos da folk que são "verdadeiras instituições" musicais, promete a organização.


Os destaques vão para os Gwendal, uma formação proveniente da Bretanha francesa, a celebrar 40 anos de vida, e Nuevo Master de Juglaria, grupo fundado em finais de 1969 e oriundo da província espanhola de Castela e Leão.
"São duas apostas fortíssimas, às quais não podemos deixar de acrescentar a vinda de um dos mais aclamados grupos no que se refere a concertos ao vivo, o Brian Finnegam Quartet (Irlanda). E de paragens ainda mais remotas, mas de inequívoca sonoridade intercéltica, os polacos Beltaine", acrescentou o diretor do festival, Mário Correia.
O Intercéltico terá uma representação da folk portuguesa, com dois grupos "da respetiva frente de excelência": os Realejo e Toques do Caramulo, bem como os Sabão Macaco.
A 13.ª edição do festival realiza-se de sexta-feira e domingo, com produção e organização do Centro de Música Tradicional Sons da Terra.
Para além da música de inspiração folk, cerca de 120 pessoas, com idades compreendidas entre os sete e os 80 anos, inscreveram-se através da rede social "Facebook" para a leitura da versão traduzida para língua mirandesa de "Os Lusíadas".
Trata-se de um acontecimento único, cujo elo de ligação é a língua mirandesa para diversas gerações de pessoas oriundas um pouco de todo o país.
A maratona de leitura está agendada para o primeiro fim de semana de agosto e fará parte das atividades paralelas do festival.
A leitura de "Os Lusíadas" será registada em áudio e vídeo, para assim se "preservar a memória coletiva de um povo".
Toda a iniciativa será "supervisionada" por uma comissão de leitura composta por diversos especialistas em língua mirandesa e que fará todo o acompanhamento para que a leitura seja ininterrupta.
As iniciativas serão acompanhadas de perto pelo secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas.
O Festival apresenta ainda um programa de atividades paralelas que são já "uma marca do evento", tais como as rotas de descoberta da paisagem das arribas do Douro, os encontros informais de músicos e instrumentistas nas praças e esplanadas e a divulgação dos produtos locais.
A Taberna dos Celtas está de regresso ao festival e, desta vez, num espaço novo, com outras condições acústicas ou sanitárias.

Retirado de www.rba.pt

Vila Nova de Foz Côa: É preciso dinamizar o equipamento, garante o presidente da Câmara


O presidente da Câmara de Vila Nova de Foz Côa rejeitou a ideia de que o Museu do Côa (MC) se possa transformar num "elefante branco", garantindo que é possível ir mais além para dinamizar o equipamento

"Fruto de alguns contratempos iniciais, o museu só agora é que está praticamente a funcionar em pleno e acredito que daqui para a frente a afluência dos visitantes poderá aumentar", avançou Gustavo Duarte.
Segundo o autarca, o MC não pode se encarado como "um elefante branco", mas sim como um foco dinamizador do potencial da região do Douro Superior.
"Estão reunidas todas as condições para que o museu possa ser cada vez mais um polo dinamizador de todo a região", acrescentou o autarca.
A unidade museológica acaba de ser dotada de uma cafetaria e de um restaurante, equipamentos que poderão levar mais gente a visitar o museu.
"Agora, o que é preciso fazer de futuro é dinamizar as atividades do museu", realçou Gustavo Duarte.
A título de exemplo, no dia 24 de agosto o museu será o palco para uma ópera, acompanhada pela Orquestra do Norte.
As novas acessibilidades, como o IC5 e o IP2, bem como o futuro caís fluvial do Pocinho, são encaradas como alavancas para que o número de visitantes aumente ao longo dos próximos tempos.
Por seu lado, o responsável pela Entidade Regional de Turismo do Douro, Antonio Martinho, destaca a importância de dois patrimónios da Humanidade na classificação da UNESCO - as Gravuras Rupestres do Côa e o Alto Douro Vinhateiro, encarando estas classificações como uma contribuição de uma maior autoestima das populações da região do Douro e, desse modo, também, para a valorização das suas referências identitárias.
"O museu já constitui um excelente equipamento para dar a conhecer o mais importante sítio de arte rupestre paleolítica ao ar livre no mundo", acrescentou.

Retirado de www.rba.pt

 

Escola de Hotelaria e Turismo de Mirandela vai mesmo fechar

Está confirmado. O Governo vai fechar a Escola de Hotelaria e Turismo de Mirandela (EHTM) que funciona há oito anos, em Carvalhais, com cerca de 70 alunos, a frequentar os cursos de cozinha e bar/restauração. O Turismo de Portugal só está à espera de saber se a câmara de Mirandela aceita ficar apenas com a formação. A secretária de Estado do Turismo disse, na Comissão de Obras Públicas e Economia, que vai encerrar quatro das 16 escolas de hotelaria e turismo do País, nomeadamente, Mirandela, Fundão, Santa Maria da Feira e Santarém. Cecília Meireles avançou no Parlamento que a decisão de encerrar estas escolas foi tomada tendo em consideração diversos critérios, que têm que ver com a procura, com as instalações e com o investimento que precisava de ser feito nos próximos anos e para o qual não há verba. Segundo a governante, esta decisão foi assumida depois de ter sido averiguado que havia um aumento exponencial dos custos na formação do Turismo de Portugal a rondar os 180 mil euros mensais em rendas.Aquela responsável adiantou que foram propostas às quatro autarquias, onde as escolas vão fechar - Mirandela incluída - a manutenção apenas da formação.Quanto ao futuro que estará reservado para os alunos das escolas a fechar, Cecília Meireles diz estar assegurada a sua continuidade em outras escolas da rede.“A todos os alunos foi assegurado a continuação dos seus estudos em outras escolas se fosse o caso. Em todos os casos de encerramento que estão em causa foi dada a oportunidade de celebração de um protocolo com as autarquias em que era assegurada formação”, afirma a governante.Segundo apuramos, o conselho directivo do Turismo de Portugal (TP) deu a conhecer ao Município de Mirandela, no início do mês de Julho, que aprovou um projecto de redimensionamento que previa o encerramento da EHTM, no modelo actual.Nesse sentido, deixou à consideração do executivo, liderado por António Branco, três opções para a implementação e o desenvolvimento deste processo, mas deixando bem claro que qualquer uma delas tem como objectivo “minimizar os impactos decorrentes do encerramento desta EHT”, refere a proposta.A primeira prevê que a EHTM passe a ser um estabelecimento de ensino do Município, sendo responsável pela gestão da escola, estrutura organizativa, disponibilização de instalações, equipamentos, pessoal não docente (incluindo director) e todos os meios materiais necessários à formação. Ao TP cabe, exclusivamente, a coordenação técnico-pedagógica da formação e a disponibilização do corpo docente. A segunda proposta caminha para um processo de desactivação faseada em que o Município assegura os meios necessários e respectivos custos de funcionamento da escola durante o período indispensável para que os actuais alunos terminem, em Mirandela, os seus cursos. No entanto, será obrigatório não abrir novas candidaturas para o ano lectivo 2012/2013 e a manutenção da escola nas actuais instalações, com renegociação do protocolo vigente, passando a suportar o Município os encargos de financiamento da escola (luz, água, gás, segurança, limpeza e manutenção do edifício) e assumindo o TP os encargos relativos à formação (corpo docente, bens alimentares e equipamentos).A opção final, passa pelo encerramento imediato da escola, com a transferência dos seus actuais alunos e funcionários para outras escolas do TP em condições a acordar entre os alunos, encarregados de educação e funcionários do Turismo de Portugal, sendo que as escolas mais próximas sejam em Lamego, Porto ou Viana do Castelo.A finalizar, diga-se apenas como curiosidade, que a EHTM teve oito anos de vida. O seu “nascimento” e a sua “morte” foram ditados pelo PSD e pelo CDS/PP, cuja coligação sustentava o Governo em 2004, o mesmo acontecendo nesta altura.A inauguração, em Janeiro de 2005, teve a presença de Telmo Correia, então Ministro do Turismo e conhecida figura do CDS/PP. Curiosamente, agora foi a vez da secretária de Estado do Turismo, outra figura do mesmo partido, Cecília Meireles, anunciar o encerramento da mesma escola.Contactado o presidente do Município de Mirandela, para conhecer a sua reacção a este anunciado encerramento, António Branco remeteu para os próximos dias declarações sobre este caso, alegando estar à espera de resposta do Turismo de Portugal a uma contraproposta que diz ter enviado, mas da qual não quis, para já, dar pormenores do seu conteúdo.Recorde-se que, há cerca de duas semanas, depois de informações que davam conta da possibilidade da escola vir a fechar, o autarca de Mirandela deixou bem claro que só aceitava um acordo se a escola se mantiver na rede nacional de escolas de hotelaria e turismo de Portugal.“Eu só considero possível manter esta escola no âmbito da rede nacional das escolas de hotelarias e turismo e foi por isso que a afixamos em Mirandela. Nós queremos uma escola de rede nacional de escolas não queremos uma escola gerida pela Câmara Municipal que tem protocolo para o turismo ainda vir a receber algum dinheiro a Mirandela”, declara o autarca António Branco.
A Câmara municipal gastou mais de 300 mil euros em obras para pôr o edifício a funcionar, por isso, António Branco revelou, há duas semanas, que vai exigir os valores que gastou no espaço.
Escrito por Terra Quente (CIR)
Retirado de www.brigantia.pt

Nunes contra desclassificação da linha do Tua


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A desclassificação da linha do Tua não tem fundamento.A posição é assumida pela câmara de Bragança e deu-a a conhecer em comunicado.Na sequência do pedido de desclassificação daquela via-férrea, apresentado pela REFER, o Instituto de Mobilidade e Transportes Terrestres (IMTT), solicitou à autarquia que se pronunciasse sobre o assunto. A câmara responde dizendo que a proposta “não tem fundamento capaz nem está sustentada numa política de coesão e de ordenamento para o território, em especial no que diz respeito à prestação de um serviço de transporte público às populações”.Além disso, entende que a classificação da Linha do Tua deve ser mantida “enquanto não for definida uma estratégia territorial relativa ao futuro de ligação da Linha do Douro a Salamanca e ligação do Douro a Puebla de Sanábria, onde actualmente está em construção uma linha TGV”.O presidente da câmara de Bragança afirma que “a desclassificação não deveria ser feita pois é preciso equacionar o futuro à ligação da Linha do Douro para Salamanca e à ligação da linha do Douro, por Bragança, para Puebla de Sanábria, considerando a realidade que está em construção que é a linha de TGV”. Além disso “acresce o facto de o Nordeste Transmontano estar muito mal servido de transportes, quer rodoviários e ausência completa de transporte ferroviário que serviu esta região durante décadas”.Jorge Nunes acrescenta que a desclassificação da Linha do Tua não deve ser equacionada enquanto não for estudado e implementado um sistema de transporte público rodoviário integrado.“Impõe-se que o IMTT elabore um estudo no sentido de garantir melhor mobilidade às pessoas deste território de baixa densidade, contrariando a situação em que muitas aldeias se encontram onde não há nenhum serviço de transporte”, refere. Por isso, “se for elaborado um estudo e se for promovida uma construção através de concurso público, pode ser que se encontrem soluções que venham a sustentar e a justificar evoluções no sistema de transportes. Até lá parece-nos absolutamente precipitado que seja feita uma desclassificação deste corredor ferroviário”.
A autarquia salienta ainda que este sistema de transporte deveria ser a “atribuído através da concessão pública” e adequado “a zonas de baixa densidade, no sentido de garantir mobilidade mínima aos cidadãos que residem em aldeias e vilas do Nordeste Transmontano não servidas ou deficientemente servidas por qualquer transporte público”.
Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Taxa de desempregados aumentou 17 por cento


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O desemprego aumentou no concelho de Bragança no primeiro semestre deste ano. Segundo os dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional, a taxa de desempregados aumentou 17 por cento. O concelho de Bragança registou em Janeiro do ano passado 1672 desempregados. Em Junho deste ano são 1955 as pessoas que se encontram sem trabalho, a maioria são mulheres.“Tenho um contrato de trabalho que termina dia 31 de Agosto e um referente a seis horas que terminou a 31 de Julho, trabalho há 13 anos e penso que no próximo ano lectivo vai ser mais difícil”, refere .Raquel Sá. Os despedimentos e o término de contratos de trabalho são os principais factores que contribuem para este aumento.“Sou professor contratado e ainda por cima este ano só tivemos contrato até 31 de Julho ao contrário de anos anteriores”, afirma Paulo Diegues. Relativamente ao distrito, quatro dos doze concelhos conseguiram uma diminuição da taxa de desempregados. Torre de Moncorvo conseguiu diminuir 11 por cento, Carrazeda de Ansiães 7 por cento, Vimioso regista uma diminuição de 4 por cento e Vila Flor 0,8 por cento.
À semelhança do concelho de Bragança, também Miranda do Douro, com 26 por cento, e Mogadouro, com 21 por cento, registaram um aumento da taxa de desempregados.
Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Ambientalistas apelam à UNESCO para travar Barragem de Foz Tua


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Vários representantes de associações ambientalistas apelaram hoje, na Régua, a uma missão da UNESCO presente na região para travar a construção da Barragem de Foz Tua.Alegam que é a última oportunidade para salvar o estatuto de Património Mundial de que o Douto goza desde Dezembro de 2001. Três especialistas do Comité do Património Mundial da UNESCO vieram analisar os impactos provocados pelos trabalhos de construção da barragem, entre os concelhos de Alijó e Carrazeda de Ansiães.Hoje de manhã reuniram no Museu do Douro, na Régua, com os representantes de associações ambientalistas que sempre se mostraram contra a construção do aproveitamento hidroeléctrico.À saída do encontro, Manuela Cunha, dirigente do Partido Ecologista Os Verdes, voltou a defender a paragem das obras.“É preciso parar a barragem, é preciso salvar o vale do Tua, é preciso parar os impactos que a barragem tem sobre o Alto Douro Vinhateiro”, refere, considerando que “não há maneira de minimizar os impactos na barragem, nem com projectos de grandes ou pequenos arquitectos. Se a barragem for para a frente uma ferida fica aberta e será um exemplo negativo que vai desautorizar qualquer proibição no futuro”. Também o dirigente da Quercus, em Vila Real, defendeu a paragem da construção da barragem do Tua, acredita que a UNESCO lhes dará razão.“Fico bem claro que a sociedade civil se opõe à construção desta barragem”, afirma João Branco, acrescentando que “a UNESCO vai fazer o que tem de fazer para manter a integridade da paisagem do Douro, património mundial”. “Não há volta a dar”, considera. “O Governo já devia ter parado a barragem há muito tempo, até antes de terem começado as obras. Só não o fez porque não quis”, salienta.A reunião da manhã de hoje, no Peso da Régua, com a missão da UNESCO que está por estes dias no Douro é a última esperança das associações ambientalistas para parar de vez a construção da barragem do Tua.Ontem, a missão da UNESCO visitou o local onde decorrem as obras da barragem, acompanhada pelo presidente executivo da EDP, António Mexia. A visita ao Douro foi agendada após a última reunião do Comité do Património Mundial da UNESCO, que decorreu em São Petersburgo, Rússia, e durante o qual foi aprovado um abrandamento significativo das obras da barragem, em alternativa à suspensão das mesmas.
Este ritmo de trabalhos vai manter-se até à apresentação do relatório da missão da UNESCO, que deverá estar pronto até ao final do ano.
Escrito por Ansiães (CIR)
Retirado de www.brigantia.pt