quarta-feira, 11 de abril de 2018

Mostra de arte visuais, dramáticas e músicas abre hoje na cidade de Bragança


A exposição IMPLICARTE - Mostra de arte visuais, dramáticas e músicas, abre hoje, dia 10 de abril, ao público no Centro Cultural Municipal Adriano Moreira. A iniciativa tem o apoio do Instituto Politécnico de Bragança e Município de Bragança.


A exposição dá a conhecer trabalhos dos alunos dos cursos artísticos da Escola Superior de Educação de Bragança, do Instituto Politécnico de Bragança.
O IMPLICARTE propõe a apresentação do trabalho de 3 áreas fundamentais do ensino artístico: as artes visuais, o drama e a música.
Distingue o trabalho realizado nos cursos de formação artística em funcionamento na Escola Superior de Educação de Bragança, mostrando percursos, matérias e linguagens que ao longo do processo de formação vão sendo questionados e experimentados.
O evento decorre entre os dias 10 de abril e 10 de maio e inclui na sua programação um leque de atividades como exposições, conferências, workshops, aulas abertas, concertos, dramatizações e performances que irão ocorrer em vários locais da cidade como o Auditório do Conservatório de Música e Dança de Bragança, Bar Praça 16, o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, o Centro Cultural Adriano Moreira, a Escola Superior de Educação de Bragança, o Foyer do Teatro Municipal de Bragança, Igreja da Misericórdia e Museu Abade de Baçal.
A Organização pertence ao Departamento de Artes Visuais, de Expressão Dramática e Educação Musical da Escola Superior de Bragança.


“Dias do Património a Norte”: Ciclo de Eventos de Turismo Cultural pretende envolver as comunidades locais


Miranda do Douro, Vila Real, Bragança (Outeiro), Mogadouro e Alfândega da Fé são as localidades transmontanas que durante o próximo verão irão acolher o ciclo de eventos integrados na Operação “Dias do Património a Norte”, uma proposta da Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN) que pretende envolver as comunidades locais. 

A iniciativa é promovida pela DRCN, em parceria com os municípios locais, representando um investimento total de 400 mil Euros, cofinanciado pelo Programa Norte 2020, através do FEDER.
Em Ano Europeu do Património Cultural, a DRCN aposta na descentralização e na oferta cultural disseminada pelo território, apresentando um projeto de turismo cultural inovador, agregador e atrativo, que utiliza como instrumentos fundamentais a programação cultural, o trabalho de mediação com as comunidades e a comunicação ao serviço da qualificação da experiência turística e da competitividade da economia regional.
Está desenhada uma experiência única e particular para cada um dos lugares, oferecendo, ao longo de dois dias, uma programação que irá impregnar de novas memórias os espaços, visitantes e comunidades.
O programa estende-se a diversas localidades de todo o norte do país, mas em Trás-os-Montes o ciclo de programação “Dias do Património a Norte” vai decorrer na Concatedral de Miranda do Douro, entre 1 e 2 de junho; na Sé de Vila Real, entre 15 e 16 de junho; na Basílica de Santo Cristo de Outeiro, Bragança, nos dias 27 e 28 de julho; no Castelo de Mogadouro, nos dias 10 e 11 de agosto e na Igreja Matriz de Sambade, Alfândega da Fé, nos dias 28 e 29 de setembro.
Pelo seu carácter e valor muito particulares e capital simbólico, os espaços patrimoniais disseminados pela Região Norte reúnem todas as condições para se assumirem como âncora de uma renovada oferta de experiências culturais e criativas únicas, dinamizando a economia, envolvendo as comunidades e valorizando de forma sustentável a sua paisagem natural e cultural”, refere o Diretor Regional de Cultura do Norte, António Ponte.
À necessidade de salvaguarda da integridade física dos recursos patrimoniais – e visando potenciar os resultados dos investimentos infraestruturais realizados no âmbito dos quadros comunitários anteriores, bem como previstos no presente Programa Operacional de Desenvolvimento Regional – acresce, desta forma, a pertinência de uma “estratégia de qualificação destes recursos enquanto âncoras da oferta de uma nova dinâmica de turismo cultural na região Norte”, acrescenta.
Como tal, a operação “Dias do Património a Norte” apresenta-se como um evento em rede que, ao longo de seis meses, vai transformar oito lugares patrimoniais da região Norte, em palcos de uma programação artística, cultural e gastronómica, desenhada com o traço da identidade singular de cada território. Em cada local, uma estória, um sabor, uma tradição, uma descoberta, estimulando uma dinamização cultural em locais de valor patrimonial inesgotável, criando sentimentos de descoberta e de pertença.
O primeiro evento desta programação em rede arranca nos dias 20 e 21 de abril, no Mosteiro Santa Maria de Arouca, no distrito de Aveiro, com o apoio da Câmara Municipal de Arouca, e contando com a presença do Ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes.


MEMÓRIAS DA EMIGRAÇÃO NO NORDESTE - 11/04/2018



«Memórias do Salto» recolheu 72 testemunhos de emigrantes que partiram à procura de uma vida melhor durante o Estado Novo. Foram 900 mil portugueses que emigraram nesta altura e 550 mil a salto.
César Afonso tem 81 anos, é de Nuzedo de Cima, Vinhais. Foi a salto para França em 1964 e usou o método da fotografia rasgada para os pais pagarem a sua passagem quando chegasse a França. “O passador português levou-me até à Espanha, o espanhol até à França e o francês é que me levou para Clermont- Ferrand. Eram três passadores. Eu só paguei depois de lá estar, eram 7 mil escudos. Eu dei-lhe uma fotografia minha rasgada. Levei metade comigo e eles ficaram com outra metade. Quando eu lá cheguei, a fotografia que eu deixei aqui, já tinha chegado a Clermont-Ferrand. Quando reunimos as duas partes da fotografia é que eu mandei pagar aos meus pais a passagem” contou César Afonso. Este é um dos testemunhos que foi recolhido através do projecto «Memórias do Salto» que o Museu Abade Baçal, em Bragança, inaugurou na sexta-feira, às 21h00. Um projecto de levantamento de testemunhos de transmontanos que entre 1954 e 1974 emigraram a salto. A exposição «Memórias do Salto» retrata a emigração clandestina na raia com 72 testemunhos com “vários perfis, que vão desde o passador, ao PIDE, guarda-fiscal e aos emigrantes”, explicou a directora do museu, Ana Maria Afonso. A apresentação deste trabalho, permite a nível histórico, antropológico e sociológico, fazer um estudo bastante profundo e sobretudo comunicar e dar voz a estes protagonistas que de outra maneira se perderia porque como era emigração clandestina, não existia registo. “É uma obrigação que temos e de homenagem a estas pessoas”, acrescentou a directora do espaço que também acolhe a exposição «Douro, lugar de um encontro feliz» da autoria de António Barreto. Outros dos testemunhos é de António Machado que foi agente da PIDE. Esteve no posto de fronteira de Quintanilha entre 1959 e 1963 e contou que a PIDE tinha má fama, mas muitas histórias eram exageradas. O objectivo do seu trabalho era apanhar os passadores e afirmou que “era muito difícil fazerem os emigrantes falarem, pouco servia apertar com eles, não confessavam nada” refere António Machado.  
A apresentação do projecto contou, sábado, com um ciclo de conferências dedicadas ao tema. O primeiro painel esteve a cargo de Victor Pereira, historiador francês com ascendência portuguesa que explicou o contexto histórico do Estado Novo.  “O Estado Novo e a ditadura vigente até 1974 não emitiam facilmente passaportes porque não se pretendia que as pessoas fossem embora. Por um lado, havia as guerras coloniais, a partir de 1961 e eram precisos soldados e colonos.” Continuou a contar que existia uma forte resistência dos proprietários agrários que não queriam que as pessoas fossem embora, porque iam aumentar os salários, e também porque tinham medo que quando os portugueses emigrassem para a França, sendo este um país democrático, onde já havia sindicatos e a emergência do Partido Comunista e temia-se que os portugueses voltassem comunistas, como se dizia na altura. “Por esses diversos motivos, era muito difícil ter um passaporte de migração e muitas pessoas escolhiam ir a salto” relatou Victor Pereira. 
Uma das referências a nível nacional e internacional sobre a migração que esteve presente nas conferências que decorreram no sábado foi Maria Beatriz Trindade, que congratulou o trabalho desenvolvido, “eu acho que este museu e esta cidade estão de parabéns e sobretudo este projecto para o futuro. O espaço da exposição é excelente e a prova é que conseguiu encher um auditório e estes assuntos mais ligados às humanidades, nem sempre despertam nem catalizam o interesse” contou a professora Catedrática da Universidade Aberta e fundadora do Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais – CEMRI. 
Mélanie Lopes foi a investigadora de «Memórias do salto», no âmbito de uma dissertação apresentada em Setembro de 2016 e que resultou neste acervo cultural que retrata a emigração de 900 mil portugueses e 550 mil clandestinamente. 
Para além do ciclo de conferências também foram exibidos os filmes «O Salto», «A Fotografia Rasgada» e «Lissac».
Os municípios onde foram recolhidas estas histórias de vida foram Vinhais, Bragança, Vimioso, Miranda do Douro, Mogadouro e Macedo de Cavaleiros. 
Um projecto desenvolvido pelo Museu Abade Baçal, pela Associação dos Amigos do Museu e pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. O projecto teve o valor de 100 mil euros, com o apoio do Norte 2020. As exposições vão estar patentes até ao dia 30 de Junho. 

Escrito por: Jornalista Maria João Canadas

IRS EM FORMATO DIGITAL É UM PROCESSO COMPLICADO PARA A POPULAÇÃO MAIS IDOSA (11/04/2018)



A submissão das declarações do IRS começou no dia 1 de Abril e vai terminar no fim do mês de Maio. Pela primeira vez é obrigatório realizar este processo somente através de suporte digital.
Pela primeira vez, a submissão do IRS terá de ser realizada através da internet para todos os contribuintes. No entanto, nem todos estão de acordo com a medida. Para os mais idosos, entregar o Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares – IRS informaticamente pode ser bastante complicado. Armando Palavras, de 75 anos de idade, contou que tem que pagar um serviço especializado para submeter a declaração. “Antes fazia-a eu ou a minha filha. Eu não tenho internet, não tenho nada disso e como é que eu vou fazer? Tenho que pagar ou conseguir alguém que me realize este serviço. Indivíduos com 80 anos vão fazer a submissão? Nunca na vida”, disse revoltado. 
A submissão para todas as tipologias de contribuintes terá de ser realizada de forma electrónica até ao final mês de Maio.
Mas também Amílcar Afonso, de 64 anos tem dificuldades para realizar a submissão do imposto sobre os rendimentos relativa ao ano passado. 
Adriano Pereira, que também já passa dos sessenta anos sustentou que o “IRS deveria continuar como estava até ao outro ano, porque há muitas pessoas que não conseguem realizar sozinhas sem auxílio, porque da forma como estava não constituía nenhum problema e quem não tinha computador tinha possibilidade de o fazer sem problema nenhum, sem ir pagar para o fazer” declarou. Álvaro Clemente também contou que ainda não fez a submissão mas que se a dirigir as Finanças para o auxiliarem no processo.  
As Juntas de Freguesia vão ajudar a população, como é o caso da União de Freguesias de Nunes e Ousilhão, do concelho de Vinhais. “Como é a primeira vez que as pessoas têm que preencher a declaração informaticamente e como a maioria não tem acesso à internet ou como muitas não sabem manusear, nós vamos tentar garantir o serviço desde o preenchimento do IRS até à submissão”, contou a tesoureira, Sandrina Fernandes. Para auxiliar a população de cerca de 300 habitantes destas aldeias, a União de Freguesias vai abrir dois gabinetes, no sábado, das 14h00 às 17h00 e no domingo, das 9h30 às 12h30m. Também a Junta de Freguesia de Ervedosa, do concelho de Vinhais é outro exemplo de uma freguesia que pretende ajudar a população neste processo que pode ser difícil para as pessoas com mais idade. Segundo Franclim do Nascimento, presidente da junta de freguesia de Ervedosa, as juntas daquele concelho prestam este serviço há vários anos.
O Portal das Finanças continua a registar problemas pontuais na área do IRS, impedindo alguns contribuintes de apresentarem a declaração e o governo garante que o reembolso será realizado no prazo máximo de 12 dias. Até ao dia de hoje já meio milhão de portugueses submeteram a declaração do modelo 3. 

Escrito por: Jornalista Maria João Canadas

quarta-feira, 21 de março de 2018

A SEARA DO JOIO TRIUNFANTE (Editorial do Jornal Nordeste - 20-03-2018)

Quando já não parece possível que o descaramento triunfe numa sociedade que se pretende informada, atenta, vigilante e mesmo vigorosa na erradicação das ameaças à justiça, à equidade e à dignidade que o sistema democrático exige, há notícias que nos atingem como raios de uma trovoada final, arrasadora de todas as esperanças no futuro do país e da humanidade.
Estranhamos Trump e outros títeres, espantamo-nos com Maduro mas, afinal, basta abrirmos a porta de casa para percebermos que, também aqui, na seara da nossa política o bom grão está a ser asfixiado pela cizânia, o joio que inspirou antiga parábola, que não logrou aproveitamento da lição para que florescesse o lado melhor da condição humana.
A tendência para a mesquinhez, o videirismo e a vigarice despudorada parece campear neste país onde, no entanto, se proclamam, sem cessar, as virtudes da cidadania, da solidariedade e da honra.
Não se encontra explicação para esta contradição manifesta senão que a sociedade está infestada de indivíduos que se vão aproveitando da boa fé dos outros para lograr vantagens e estatutos que não merecem. Por vezes beneficiam mesmo de alguma tolerância com a ousadia, que fascina a venalidade estrutural dos cobardes.
Uma das expressões mais habituais do oportunismo destes tempos democráticos é o aldrabar das habilitações literárias, o que constitui um novo paradoxo numa sociedade que tem vindo, aparentemente, a desvalorizar o percurso académico e a fazer chacota com os títulos que as universidades conferiram ao longo de séculos.
Na verdade, quanto mais afoitos a diminuir os doutores, mais propensos a ostentar diplomas, anéis de curso e outros aviamentos de superfície, talvez porque, afinal, o povão até gostaria de ter respeito por quem estuda, investiga e sabe alguma coisa para além do senso comum, apesar de os negócios e o enriquecimento não passarem propriamente por gastar os fundilhos nos bancos das universidades.
Pior ainda. Para chegar a tais diplomas e anéis de predrarias coloridas, quando não se garantiram níveis mínimos de conhecimento, foram surgindo universidades de esquina, que distribuíram diplomas “à rebanhica”, com o que se legitimou todo o tipo de torpezas. É interessante verificar que desses estancos irromperam licenciados e doutores de que a história registará a desvergonha, mas que contribuíram, pela sua ignorância e falta de escrúpulos, para encher de lama o país.
O último, por agora, é o caso do tipo que chegou a secretário-geral do PSD, licenciado com 11 por uma universidade privada, onde depois fez mestrado com 18, concedido por um júri de curiosa constituição, que falsificou o currículo e foi secretário de Estado de um tal Miguel Relvas, que viu anulada uma licenciatura, conseguida também numa universidade privada. Por caminhos semelhantes andou a licenciatura abstrusa de José Sócrates e as de outros que virão ao de cima, se não tomarem consciência de que é tempo de a dignidade voltar a orientar a condução das vidas dos cidadãos de um país que não merece as humilhações a que o têm sujeitado.

Escrito por Teófilo Vaz, Diretor do Jornal Nordeste
Retirado de www.jornalnordeste.com

terça-feira, 20 de março de 2018

PRIMAVERA



Devagar, devagarinho,
Vai chegando a primavera.
Vem muito de mansinho
Quem há muito se espera
Mas vem para ficar
Pois é tempo de semear.
Ventosa e arisca, mas não breve,
como quem marca posição,
trouxe com ela granizo e neve
chuva também, nunca verão.

Sabemo-la benfazeja e florida.
Que abrilhante a nossa natureza
 E que tudo resplandeça de vida.
O verde primaveril estende a sua beleza
Cobrindo, com leve manto, duendes e fadas
Que laboriosamente, colhem flores em braçadas
Para entregar aos meninos e meninas,
Com olhos de sonho, onde se reflete o sol.
Com o seu leve toque de sedas finas
Envolve os mais pequeninos, num enorme lençol.

É primavera! Vem esbaforida e gaiteira
Como tela colorida numa qualquer prateleira
De um quarto de menina ou em qualquer museu.
Parece que o inverno, não quer ir embora não.
Que fazer? Vamos lá! Chegou a hora, pois então?
Agora a casa é dela. Nada se pode fazer.
Faz a mala, vai andando. Agasalha-te que está frio.
O calor tarda a chegar. Fecha o quarto que foi teu.
Deixa a primavera entrar, não vá o campo ficar vazio.
Também o outono se foi quando o inverno chegou
De luvas e cachecol, de sobretudo e galochas.
E logo fez frio e vento e chuva e levemente nevou
E toda a bicharada: formigas, abelhas, lesmas, carochas…
Foi dormir aconchegada na sua fofa caminha
Que isso de andar ao relento, não tem piada nenhuma.
E ela vem fria, agora. Amanhã… amanhã é um novo dia!


MARIA CEPEDA (poema e fotos)

domingo, 18 de março de 2018

Edifícios Municipais de Alfândega da Fé às escuras para salvar o planeta


O Município de Alfândega da Fé vai voltar a associar-se à iniciativa Hora do Planeta como protesto contra as alterações climáticas. 

No dia 24 de março, entre as 20.30h e as 21.30h o edifício dos Paços do Concelho, o edifício “Câmara Antiga”, a Casa da Cultura Mestre José Rodrigues e a Biblioteca Municipal vão ficar às escuras durante uma hora. Um gesto simbólico que é o reflexo da preocupação da autarquia com a sustentabilidade de recursos e com a proteção ambiental e que ao mesmo tempo pretende alertar consciências, incentivando os munícipes a juntarem-se a esta iniciativa.
A Hora do Planeta começou em 2007 em Sidney, na Austrália, quando 2,2 milhões de pessoas e mais de 2.000 empresas apagaram as luzes por uma hora numa tomada de posição contra as mudanças climáticas.
Nesta iniciativa da organização não-governamental WWF -World Wide Fund for Nature participaram, em 2017, 180 países e mais de 9000 cidades e vilas. Em Portugal, 145 municípios aderiram e centenas de monumentos emblemáticos nacionais ficaram às escuras, como a Ponte 25 de Abril, o Mosteiro dos Jerónimos e o Cristo Rei.
Chamar a atenção para questões relacionadas com o aquecimento global, mas também para a necessidade adotar comportamentos sustentáveis, em prol do planeta e da qualidade de vida das gerações futuras é um dos principais objetivos de movimento global. Ao nível local a autarquia de Alfândega da Fé tem demonstrado a sua preocupação com as alterações climáticas tendo em marcha uma estratégia para a mitigação dos seus efeitos, como os projetos Life Adpatate e NetEfficity e a implementação do Plano Estratégico de Adaptação às Alterações Climáticas.