quinta-feira, 2 de outubro de 2014

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

IPB recebe 273 novos alunos

Apesar de ter aumentado o número de alunos a escolher o IPB na 2ª fase, há cursos sem qualquer candidato
Dez cursos do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) continuaram sem alunos, depois das candidaturas da 2ª fase. Os resultados, revelados na passada quinta-feira, mostram que ninguém entrou em quatro cursos da Escola Superior Agrária e em quatro licenciaturas em engenharia da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Bragança, através do concurso geral de acesso.  
O presidente do IPB acredita que essas vagas vão ser preenchidas por alunos internacionais, de cursos de especialização tecnológica e dos concursos especiais.
No ano passado estes candidatos representaram quase 60 por cento da totalidade dos alunos do politécnico. Para este ano, Sobrinho Teixeira espera que estes novos públicos preencham cerca de 50 por cento dos lugares nos cursos do IPB.
“Neste momento não estamos preocupados, já no ano transacto o panorama foi semelhante”, salienta o responsável.
Perante a regra que obriga ao encerramento dos cursos com poucos alunos, Sobrinho Teixeira salienta que “o politécnico não teve de fechar nenhum, e este ano será uma situação que se mantém”.
Na segunda fase de acesso ao ensino superior, 273 novos candidatos foram colocados no IPB. Sobrinho Teixeira está “satisfeito” com este número e destaca o aumento de 27% de candidaturas, em relação à mesma fase no ano passado.
“Já na 1.ª fase tínhamos crescido 12,5 por cento, isto dá na totalidade um crescimento global nas duas fases para todo o IPB de cerca de 20 por cento”, destaca o presidente do IPB.
O presidente do politécnico espera ultrapassar as 2200 novas entradas na soma de todas as fases e sistemas de acesso. “Há uma fatia importante que são muitos dos alunos da área tecnológica e também os alunos internacionais”, remata Sobrinho Teixeira.

Retirado de www.jornalnordeste.com

Barragem de Veiguinhas concluída antes do inverno

Deverá estar concluída até ao final de novembro ou início de dezembro a obra de construção da Reserva de Água do Montesinho-Barragem de Veiguinhas, no Parque Natural, em Bragança, adiantou o presidente da câmara, Hernâni Dias, que garante que os trabalhos deverão terminar sem derrapagens financeiras.
A empreitada está orçamentada em 6,8 milhões de euros.
“Não se prevêem problemas, nem com a empresa construtora nem com a dona da obra”, destacou.
A primeira fase do empreendimento está terminada. Entretanto, já começou a parte da betonagem e de impermeabilização, bem como a construção da torre, para que no início do inverno a albufeira possa começar a armazenar água. Depois de algum atraso no inverno passado, nomeadamente em fevereiro, por causa
do mau tempo, o que impediu os trabalhos por alguns dias, a obra entrou em velocidade de cruzeiro. “Mantém-se num bom ritmo, sem acidentes até agora e sem problemas.
Ao contrário do que se disse a obra não parou por causa de nenhuma providência cautelar dos ambientalistas, mas pela impossibilidade de trabalhar devido às condições climatéricas adversas”, afirmou o autarca.

Por: Glória Lopes
Retirado de www.mdb.pt

Mogadouro: Câmara autorizada a cofinanciar Unidade de Cuidados Paliativos

A Câmara de Mogadouro obteve autorização da Assembleia Municipal para a assinatura de um protocolo envolvendo sete entidades que vão repartir entre si parte das despesas plurianuais da Unidade Local de Cuidados Paliativos (ULCP).
Até aqui o montante necessário ao funcionamento da ULCP do Planalto Mirandês, 30 mil euros anuais, era suportado pela Fundação Calouste Gulbenkian, que chegou a comparticipar o arranque do projeto com 75 mil euros.
"Os parceiros nesta ação são a unidade Local de Saúde do Nordeste, os municípios de Mogadouro, Miranda do Douro e Vimioso. Neste processo estão igualmente envolvidas as Misericórdias de cada uma dos três concelhos nordestinos", explicou Francisco Guimarães.
Dos 30 mil euros anuais necessários, as autarquias vão comparticipar a ULCP "de forma proporcional ao número de habitantes de cada concelho" e cada município só poderá comparticipar o projeto após a aprovação da respetiva Assembleia Municipal.
Na região do Planalto Mirandês encontra-se "a única equipa domiciliária de cuidados paliativos em toda a região transmontana e duriense", que presta apoio diário a mais de 60 famílias dos concelhos de Mogadouro, Miranda do Douro e Vimioso.
No terreno chegaram estar três equipas multidisciplinares que integram cerca de três dezenas de profissionais oriundos de diversas áreas da saúde e que vão desde os médicos, aos psicólogos, nutricionistas ou enfermeiros.
Na maioria dos casos, os profissionais desta área da saúde trabalham com doentes "muito debilitados" e, em alguns casos, as queixas não são apenas físicas, mas sim emocionais.
Face a esta situação, foi criada há cerca de quatro anos na região do Planalto Mirandês "a única equipa domiciliária de cuidados paliativos em toda a região transmontana e duriense”, que presta apoio diário a mais de 60 famílias dos concelhos de Mogadouro, Miranda do Douro e Vimioso.

Retirado de www.rba.pt

Isenção de IMI para quem reabilitar edifícios na zona histórica

Quem reabilitar edifícios degradados no centro da cidade de Bragança vai ficar isento de IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis por um período de cinco anos, que pode ser prolongado até 10 anos. Este é apenas um dos benefícios que resultam da criação de uma Área de Reabilitação Urbana, que engloba toda a zona histórica, uma proposta aprovada ontem na Assembleia Municipal.O presidente da Câmara Municipal de Bragança, Hernâni Dias, adianta que a área abrangida pelo conjunto de benefícios é mais abrangente do que o centro histórico.“É uma área com 64 hectares, apanha toda a zona histórica e vai mais além, tentámos abranger outras zonas da cidade no sentido de que essas zonas possam usufruir dos benefícios que possam vir a ser concedidos no âmbito da criação de uma área de reabilitação urbana. Há benefícios que estão tipificados na lei, como sendo a isenção do IMI por cinco anos prorrogável até 10 anos, como sendo a redução ou isenção da primeira transmissão honrosa do IMT, como seja a redução do IVA nas empreitadas, que passam de 23 para 6 por cento”, explica o autarca.  Estes benefícios juntam-se a outros que já são concedidos pela Câmara Municipal. Hernâni Dias garante, ainda, que os proprietários de habitações e espaços comerciais podem recorrer a fundos comunitários para fazer obras.“A própria Câmara Municipal neste momento na zona histórica já concede a isenção das taxas de licenciamento na totalidade para a zona histórica 1 e concede uma redução de 50 por cento para a zona histórica 2”, realça o edil. Esta é uma medida para incentivar os proprietários a reabilitar os edifícios, à qual se junta o agravamento das taxas de IMI para quem tem casas degradadas.“Já houve algumas habitações que foram reabilitadas e por isso vão ser neste momento minoradas em termos de IMI, todos aqueles que estão em estado de degradação acentuada são majorados pelo município na taxa de IMI. É uma majoração de 30 por cento, é o máximo que a lei permite, e o município tenta desta forma levar a que as pessoas possam corrigir essas situações e reabilitem o seu património”, justifica Hernâni Dias.  
O agravamento das taxas de IMI também foi aprovado ontem na Assembleia Municipal, mas não gerou consenso entre os deputados. PS, CDS-PP e PCP abstiveram-se na hora de votar.
Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Alunos do IPB colaboram com instituições na elaboração de candidaturas

Os alunos do Instituto Politécnico de Bragança vão colaborar com 20 instituições Particulares de Solidariedade Social na elaboração das candidaturas ao Programa de financiamento EDP Solidária Barragens. O projecto foi apresentado ontem no IPB, de forma a mostrar aos estudantes quais os objectivos do projecto e de que forma podem ajudar as instituições a candidatarem-se.  Para o Pró-presidente do IPB na área de Empreendedorismo e Inovação, José Adriano Pires, este protocolo estabelecido com a EDP é uma oportunidade para os alunos contactarem directamente com as instituições, o que poderá ser útil para o futuro profissional destes jovens. É uma oportunidade para por os nossos alunos a trabalhar com as instituições e dar-lhes algum conhecimento da realidade prática e que no futuro poderá ser uma forma de abrir portas para o seu emprego”, salienta o Pró-presidente do IPB. Além do IPB, o protocolo da Fundação EDP contempla ainda a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. A Directora de Inovação Social da Fundação EDP, Margarida Pinto Correia, explica que o objectivo é testar este tipo de parcerias com instituições de ensino superior e estender o projecto a outras zonas do país. “Estamos a dar os primeiros passos. Nós sentimos esta mesma fragilidade dos projectos mesmo a nível nacional mas po que nós queremos é daqui crescer para o resto do país”, revela a responsável. 
A inscrição das instituições para poderem ser ajudadas pelos estudantes terminou em Agosto, tendo sido submetidos 39 pedidos de apoio. Agora os jovens vão trabalhar nos projectos que podem ser candidatados ao programa EDP Solidária Barragens entre 20 de outubro e 7 de novembro. Os vencedores serão conhecidos em janeiro do próximo ano.
 
Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt  

Investigador do IPB ganha prémio internacional

Um investigador do Instituto Politécnico de Bragança lançou a ideia de produzir um produto inovador à base de pão, azeite e azeitonas da região.  Ricardo Malheiro apresentou esta ideia na Academia de Verão de Empreendedorismo, na Irlanda, e valeu-lhe o primeiro prémio.Este novo produto vai agora ser desenvolvido em laboratório pelo IPB em parceria com uma empresa local do ramo da panificação.“É uma valorização de três em um, ou seja três produtos regionais, como sendo o pão, a azeitona, nomeadamente as alcaparras, um produto típico da região, e o azeite de Trás-os-Montes, tentar produzir um produto regional com esses produtos. “Vamos ver como reage o mercado ao produto e temos também que ver a durabilidade do produto, mas a meu ver será um produto com potencial de mercado ”, explica o investigador premiado.Este trabalho, que venceu na categoria da investigação para apoiar empresários locais, insere-se no projecto europeu TRADEITE, que pretende transferir conhecimentos e tecnologia para as empresas.O IPB acolhe um dos nove centros instalados nos 19 parceiros europeus, sendo o único em Portugal.A responsável pelo projecto em Bragança, Elsa Ramalhosa, assegura que o objectivo é criar uma rede para apoiar as pequenas e médias empresas da região.“É um projecto em que se espera criar uma rede de colaboração e cooperação entre Pequenas e Médias Empresas (PME`s) do sector tradicional, das áreas da panificação, das carnes, por exemplo dos enchidos, e dos lacticínios, por exemplo queijarias”, explica a responsável pelo projecto em Bragança, Elsa Ramalhosa.O IPB já contactou cerca de 40 empresas de Trás-os-Montes para participar neste projecto.
O primeiro workshop, sobre Qualidade e Segurança Alimentar, está marcado para 10 de Outubro, em Bragança.
Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt