domingo, 27 de julho de 2014

Lançamento do livro NORTEANDO - Amadeu Ferreira e Luís Borges


Temos muita pena por não podermos estar presentes, principalmente por ser o dia de aniversário do Amadeu.
Temos saudades da tua alegria de viver e do teu abraço amigo.

Mara e Marcolino Cepeda

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Miranda do Douro: Festival “ L Burro i l Gueiteiro” assume-se como como uma iniciativa “amiga” do ambiente

O Festival itinerante "L Burro i L Gueiteiro" assume-se como uma iniciativa "amiga do ambiente e da cultura tradicional" do território do planalto mirandês, pretendendo acima de tudo dar a conhecer a diversidade da região.
"É um festival diferente que decorre em Portugal de forma itinerante e que viaja por pequenas aldeias do planalto mirandês, tendo a particularidade de mostrar o que cada uma tem de melhor, ao nível cultural ou dos seus valores naturais", explicou Miguel Nóvoa, um dos promotores da iniciativa que termina domingo.
Para os mentores do festival, a iniciativa "não é só itinerante, mas sim um motor da cultura que arrasta com ele".
Mais de 200 participantes, entre músicos e burriqueiros partiram, hoje, numa aventura por velhos caminhos e mouriscas que fazem a interligação do concelho de Miranda do Douro, entre Granja, Fonte Ladrão, Palaçoulo e Prado Gatão.
"O verdadeiro conceito do festival passa pela sua riqueza cultural, onde anualmente os participantes interagem e travam conhecimentos com a população na companhia do burro de Miranda, ao som de instrumentos tradicionais", acrescentou.
Assim, até domingo, os participantes vão deambular ao som das gaitas de foles e da música tradicional mirandesa, sempre da companhia de um "fiel amigo" que é o burro de raça mirandesa.
Segundo os promotores do evento, um dos objetivos do festival é procurar que a arte e a cultura sejam a causa para a revitalização da região, procurando novas aproximações artísticas, sociais e económicas e, ao mesmo tempo, estimular sinergias entre o património faunístico e florístico e o património cultural, material e imaterial.
"É importante procurar em cada aldeia do interior o que cada uma tem de melhor, para assim compartilhar as suas tradições culturais e etnográficas com quem nos visita", frisou Miguel Nóvoa.
O festival "L Burro i L Gueiteiro", ou seja, em português "o Burro e o Gaiteiro", destaca-se de outros festivais pelo ambiente festivo e de partilha entre visitantes e os habitantes das aldeias, proporcionando vivências inéditas aos participantes.
 

Retirado de www.rba.pt

Red Burros Fly-In desperta o interesse de Angola

O “Red Burros Fly-In” regressa a Mogadouro. A quinta edição do festival aéreo está marcada para amanhã e está despertar o interesse do Instituto de Turismo de Angola.

Virgínia Vieira, vereadora da cultura e do turismo da autarquia mogadourense, confirma o interesse dos angolanos em importar a iniciativa. “Fomos contactados pelo Instituto de Fomento de Turismo de Angola que se mostrou interessado para levar o conceito da iniciativa em Angola. Será muito importante para Mogadouro já que somos os únicos a ter esta actividade no distrito de Bragança”.A autarquia de Mogadouro e o Instituto do Turismo de Angola vão estabelecer uma parceria através do Red Burro Fly-In. Mas, segundo Virgínia Vieira, há outras actividades que poderão fortalecer os laços entre as duas instituições.O festival aéreo vai realizar-se no aeródromo municipal de Mogadouro e este ano conta com 140 aeronaves, vindas de Espanha e Portugal, mais 50 que o ano passado.
Para a vereadora do município o Red Burro Fly-In é “um bom cartão-de-visita da vila”, que atrai milhares de visitantes.

São esperados mais de 2500 visitantes para assistir ao Red Burros Fly-In. O festival aéreo está marcado para sábado, a partir das 14h00, e conta ainda com baptismos de voo, caso as condições meteorológicas o permitam, um desfile aéreo, exposição de aeronaves e passeios de burros.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Torre de Moncorvo vai ter museu do Castelo


A Câmara Municipal de Torre de Moncorvo está a recuperar o património arqueológico da vila.

Numa primeira fase das obras, que começaram há cerca de um mês, estão a ser valorizados os vestígios arqueológicos do castelo e da antiga Casa do Cacau. 

O presidente do Município, Nuno Gonçalves explica que o objectivo é criar um núcleo museológico ao livre e outro subterrâneo. “Irá ser o chamado museu do castelo onde estarão patentes algumas peças que foram encontradas aquando da escavação e poderemos também fazer uma visita entrando pela ‘porta da traição’, subindo até onde hoje está o edifício dos CTT e entrando depois num espaço que a Câmara tem intenção de chamar jardim de D. Dinis”, descreve o autarca. O autarca salienta que este era um espólio até agora desconhecido da maioria dos moncorvenses. O objectivo é também valorizar a zona medieval da vila onde vai ainda ser criado o Centro de Estudos de Arte Barroca e recuperada a Sinagoga de Torre de Moncorvo. A primeira fase das obras tem um orçamento de cerca de 80 mil euros e prevê-se que esteja concluída ainda este mês. O valor total do investimento ainda não está contabilizado. O projecto conta com o apoio da Direção Regional da Cultura do Norte e vai ser candidatado a fundos comunitários. Prevê-se que esteja concluído até 2017.

Escrito por Brigantia

Retirado de www.brigantia.pt

segunda-feira, 21 de julho de 2014

“Escapadinhas” promovem Terra Fria

"Escapadinhas na Rota da Terra Fria Transmontana" é a forma mais recente de promover o turismo nesta zona do Nordeste Transmontano, que abrange os concelhos de Bragança, Miranda do Douro, Mogadouro, Vimioso e Vinhais.
A ideia é lançada pela Associação de Municípios da Terra Fria e foi apresentada, ontem, em Bragança. As “escapadinhas” são programas de alojamento e refeição nos concelhos da Terra Fria, disponíveis para três dias, duas noites ou cinco dias. Podem ser comprados no site www.rotaterrafria.com ou em dois parceiros aderentes da área da promoção turística, a ANDAD’I, em Bragança e a Douro Pula Canhada, em Miranda do Douro.
António Fontes, da empresa Essentia, responsável pela comunicação e concepção das escapadinhas, acredita que deixando de depender apenas dos fundos comunitários e envolvendo parceiros de hotelaria e restauração será possível atrair mais turistas a esta região. “Com o envolvimento dos privados e com o interesse económico que a rota possa gerar, penso que haja condições para que as campanhas possam continuar no futuro e que as Câmaras Municipais tenham mais interesse em envolver-se também nessa promoção”, salienta o empresário.
Para já, estão envolvidos cerca de 40 parceiros da hotelaria e restauração, que ontem assinaram contrato com a empresa para aderirem ao projecto das “escapadinhas”.

Retirado de www.jornalnordeste.com   

Agricultura de Montanha vai ter mais apoios comunitários

A agricultura de montanha vai ter mais apoios no âmbito do próximo quadro comunitário. A garantia é do secretário de Estado da Alimentação e da Investigação Agro-alimentar. 

Nuno Vieira e Brito participou num seminário em Bragança sobre A nova Política Agrícola Comum e as áreas de montanha na Europa e garantiu mais ajudas para a pequena agricultura. O governante apelou ainda às entidades da região para aproveitarem o dinheiro disponível para este sector no novo programa 2020. Neste seminário foi também lançado o repto para que as estratégias de desenvolvimento sejam feitas por quem conhece bem a região e não por gabinetes de planeamento em Lisboa. Francisco Cordovil, investigador no Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, sublinha que a região tem todas as condições para liderar os processos de definição de estratégias. A Escola Superior Agrária de Bragança a acolher um seminário para debater as oportunidades ao nível do novo quadro comunitário de apoio para a agricultura das zonas de montanha.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Centro Investigação de Montanha do IPB com novos equipamentos

O Centro de Investigação de Montanha do Instituto Politécnico de Bragança vai passar a fazer análises, por exemplo na área das plantas, que antes eram feitas noutras Universidades.

Este espaço de laboratórios tem instalações e equipamentos novos, que permitem aos investigadores aumentarem a produtividade. O coordenador do Centro, Jaime Pires, sublinha que o trabalho desenvolvido é direcionado para a agricultura, ambiente e produtos e poderá a partir de agora ser feito com mais rigor e qualidade. Investigação que Jaime Pires não tem dúvidas que é fundamental para ajudar os produtores da região. O novo espaço vai permitir também acolher um maior número de estudantes. O Centro de Investigação de Montanha do Instituto Politécnico de Bragança conta, actuamente, com uma equipa de mais de 150 investigadores. O investimento no novo espaço é de 1,9 milhões de euros, comparticipado por fundos comunitários.

Escrito por Brigantia

Retirado de www.brigantia.pt