segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Alfândega da Fé: Parque verde sem barreiras

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»Autarquia vai criar zona de lazer acessível a cidadão com dificuldades de mobilidade
Alfândega da Fé vai ter o primeiro parque verde acessível do Nordeste Transmontano.
A revelação foi feita na passada sexta-feira durante um workshop sobre Acessibilidade e Mobilidade no qual foram apresentados os resultados do Plano de Promoção da Acessibilidade de Alfandega da Fé.
A presidente da Câmara assegura que as intervenções feitas pretendem tornar a vila acessível e inclusiva. “O projecto de requalificação urbana que fizemos já tem em atenção as questões de acessibilidade”, afirma Berta Nunes, acrescentando que “o nosso parque verde vai ter a certificação de primeiro parque verde acessível no Nordeste Transmontano depois de terminarmos a intervenção que estamos a planear”.
Depois de fazer a radiografia das acessibilidades na vila e das barreiras arquitetónicas existentes, a coordenadora do plano apresentou propostas à autarquia para a resolução dos problemas encontrados. “Alguns problemas podem ser intervencionados de forma rápida e sem grandes custos como é o caso de remover um sinal de trânsito do meio do passeio ou uma papeleira, mas depois também há um conjunto de problemas que exigem algum investimento e que terão de aguardar por fundos comunitários”, refere Paula Teles.

Rede de excelência

Alfândega da Fé já faz parte da Rede de Cidades e Vilas de Excelência. O coordenador realça a qualificação do espaço público. “Nos últimos anos, Alfândega da Fé tem vindo a qualificar o seu espaço público que pode ser motivo de aprendizagem para todos os que integram a rede”, afirma Pedro Ribeiro da Silva.
Em todo o país já são 40 os municípios que fazem parte desta rede. Em Trás-os-Montes, Alfândega da Fé é o único.

Retirado de www.jornalnordeste.com

Distrito de Bragança: Câmaras emagrecem orçamentos

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»Quebras nas receitas obrigam autarquias a apertar o cinto » Economia e Acção Social passam a ser as prioridades
A quebra de receitas faz reduzir o orçamento da Câmara de Bragança para o próximo ano. Em 2014 a autarquia da capital de distrito vai contar com perto de 34 milhões de euros.
“Em comparação com 2013, o orçamento de 2014 tem uma redução de 15,21%, são mais de seis milhões de euros”, revela o presidente da câmara, explicando que “esta redução teve de ser feita por ter havido uma redução significativa dos fundos comunitários, bem como da receita do Orçamento Geral do Estado que são quase 400 mil euros, acrescida da perda de receita devido à redução da taxa de IMI”.
Hernâni Dias salienta que as prioridades do investimento se centram sobretudo em duas áreas: a social e a económica. “Mesmo com menos recursos conseguiremos fazer um bom trabalho, respondendo às necessidades dos nossos munícipes, contribuindo para a melhoria das habitações de algumas famílias que precisam desse tipo de apoio”, refere. “Queremos também desenvolver a parte económica, muito ligada ao sector primário e turismo para dinamizar o nosso município”, acrescenta.
A falta de fundos comunitários também fez emagrecer o orçamento da Câmara de Vinhais para este ano. Dada a situação económica do país, o dinheiro disponível para este município ronda os 15 milhões de euros.
“Há uma diminuição nas receitas nomeadamente em dois factores: por um lado nas receitas correntes e também uma redução nos fundos comunitários”, refere o presidente, acrescentando que “há que ter em conta que este é o primeiro ano deste mandato e há reequacionar alguns investimentos”.

Centro Nacional de Raças Autóctones

Um dos projectos a concretizar é a construção do Centro Nacional de Raças Autóctones. “Penso que teremos condições para iniciar a obra brevemente através da recuperação de um solar no centro da vila. Será um centro único no país que já tem financiamento garantido, estando em fase de concurso para começar os trabalhos no início da Primavera”, adianta Américo Pereira.
Alfândega da Fé vai terminar o Programa de Apoio à Economia Local até ao final do primeiro trimestre de 2014. A consolidação das contas do município é precisamente uma das prioridades do executivo para o próximo ano, que conta com um orçamento a rondar os nove milhões de euros.
“Temos de terminar o PAEL e do reequilíbrio financeiro que iniciámos este ano e que concluiremos no primeiro trimestre do ano que vem”, refere a presidente, Berta Nunes, acrescentando que “a prioridade é continuar a consolidação orçamental, tentando reduzir as despesas com pessoal e despesas correntes, mas também terminar os projectos deste quadro comunitário e começar a preparar o aproveitamento do próximo”.
Em Torre de Moncorvo a Câmara vai contar com mais de 17 milhões de euros para gastar no próximo ano. Há mais um milhão para gastar do que em 2013.
Ainda assim, o orçamento é inferior à média dos últimos três anos. “As prioridades serão de caracter social devido ao período que estamos a passar. É muito importante assegurar as funções sociais, a educação e a saúde que vão absorver 63,65% das despesas das grandes opções do plano”, refere o presidente da câmara, Nuno Gonçalves.

Mirandela em obras
A conclusão dos edifícios da Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo (4.588.293,21 €), a Ecoteca (1.049.994,20 €), Museu da Oliveira e do Azeite Mirandela (618.069,41 €), Quartel da GNR de Torre de Dona Chama (520.905,00 €) e a requalificação de algumas estradas do concelho são as empreitadas previstas para 2014 no concelho de Mirandela. Para as funções sociais, incluindo a Educação, Cultura, Desporto entre outras, o orçamento prevê mais de 14 milhões de euros.
No total, a autarquia conta com um orçamento de 34 milhões e 900 mil euros, reduzido em cerca de nove milhões de euros, comparativamente ao ano passado.

Retirado de www.jornalnordeste.com

Mogadouro: Gabinete de apoio do CLDS + promove em meio ano a criação de 68 empregos

A Misericórdia de Mogadouro anunciou que o Gabinete de Apoio à Empregabilidade (GAE) do programa de desenvolvimento social CLDS+ submeteu 24 candidaturas ao Instituto de Emprego, gerando, em ano e meio, 68 de postos de trabalho no concelho.   
"As candidaturas, aprovadas no último meio ano, destinam-se a pessoas desempregadas que agora passarão a trabalhar em juntas de freguesia e intuições de solidariedade do concelho, desempenhando tarefas que vão desde à conservação do património, levantamento da etnografia e cultura local ou atividades artesanais", explicou a coordenadora do GAE, Juliana Mouro.
O projeto, que teve o seu início em junho de 2013, conta com a colaboração de empresas, intuições ou autarquias.
"A missão do GAE passa por promover o empreendedorismo, a criação de emprego e a captação de investimentos para o concelho, assumindo-se como “interface" entre os empresários e os agentes locais e setoriais com influência na atividade económica, “criando condições para um ambiente de negócios competitivo e para o crescimento sustentado do emprego local", explicou a técnica.
O GAE resulta, assim, de um protocolo de colaboração em rede entre vários parceiros tais como a misericórdia, município, Instituto do Emprego e Formação Profissional, instituições de ensino e Associação Comercial e Industrial de Mogadouro.
Por outro lado, o CLDS + (um contrato local de desenvolvimento social de segunda geração), que vai vigorar no próximo ano e meio, tem igualmente por missão promover a inclusão social dos cidadãos nos territórios envelhecidos ou atingidos por calamidades.
No âmbito destas funções, a equipa do CLDS + de Mogadouro levou a efeito, em parceria com as juntas de freguesia do concelho, uma campanha de solidariedade traduzida na recolha de bens de primeira necessidade, que foram distribuídos por 45 famílias carenciadas do concelho.
"As dificuldades económicas que continuam a condicionar o dia a dia das famílias não as impediram de ajudar os que mais precisam. Esta capacidade mostra que a responsabilidade social é um sentimento vivido e partilhado pela nossa sociedade, o qual favorece a coesão social do concelho", assinalou a provedoria da Misericórdia.
Esta recolha de bens está inserida em um dos três eixos que são contemplados no projeto CLSD+ da Segurança Social.

Retirado de www.rba.pt

Bragança cumpre tradição de cantar os Reis

reis.jpg Este fim-de-semana ficou marcado pela tradição de cantar os Reis, um pouco por todo o distrito de Bragança.
“Vós bem sabíeis e vós bem sabeis que no dia 6 se canta os Reis”, assim é a letra de uma das músicas mais antigas de Reis que foram cantadas um pouco por todo o País.
Em Mirandela, como já é habitual, reuniram-se as pessoas por freguesias, no Auditório Municipal, e cantaram-se os Reis ao presidente da Autarquia.
Quem canta, gosta da tradição e do convívio, pois é nessa altura que as freguesias se encontram e mostram o que valem na música.
Em Rebordainhos, Bragança, a tradição é secular e única na Península Ibérica. Um careto anuncia a chegada de quatro cantadores às casas onde rezam pelas almas ou cantam de acordo com a vontade do dono da habitação.
As pessoas oferecem comidas e bebidas, mas não esquecem a esmola para as almas. Jorge Pereira, natural de Rebordainhos só espera que a tradição se mantenha por muitos anos.
Francisco Martins, um dos quatro cantadores de Reis, diz que é “importante ensinar os mais novos para que a tradição se mantenha na aldeia”.
Todos os anos é nomeada a Mordomia das Almas, composta por um único elemento que fica encarregue de acompanhar os cantadores às casas, receber o dinheiro e depois de marcar as respectivas missas em memória dos falecidos.
Escrito por Brigantia
Retirada de www.brigantia.pt

DRAN analisa candidaturas para compensar estragos do incêndio de Picões

Foram apresentadas 18 candidaturas ao PRODER para intervenções de emergência na sequência do incêndio que deflagrou em Julho em Picões, no concelho de Alfândega da Fé, e alastrou aos concelhos de Torre de Moncorvo, Mogadouro e Freixo de Espada à Cinta.
O director regional de Agricultura e Pescas do Norte, Manuel Cardoso, sublinha que a prioridade é a conservação dos solos e das linhas de água.
 
“Nós estamos a falar em tudo aquilo que tem a ver com a estabilização de emergência pós-incêndio e portanto tudo quanto sejam coisas relacionadas com as redes hidrográficas, com a redução dos impactos erosivos, como erosão de encostas, tratamentos dos taludes, consolidação de margens, a desobstrução de leitos e ainda a recuperação de algumas culturas que também estão contempladas”, realça o director regional. O incêndio destruiu vários hectares de culturas, como é o caso de olivais e amendoais, mas ainda não há uma linha de apoio para repor estas culturas. “Neste momento nós não estamos ainda a fazer a recuperação do potencial produtivo relacionado com culturas, nós estamos apenas a fazer a estabilização de emergência. A questão das culturas ainda vai ser vista em projectos futuros. Vamos ainda avaliar em que termos é que os projectos que ainda estavam em execução e que foram subitamente interrompidos pelo incêndio. Nós para isso ainda estamos a fazer contas”, afirma Manuel Cardoso. Os 18 pedidos de apoio ao PRODER foram apresentados por freguesias e municípios dos quatro concelhos do sul do distrito afectados pelo incêndio. As candidaturas vão ser analisadas durante o mês de Janeiro. Estão disponíveis 2,6 milhões de euros.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

ATMAD distinguida com selo de qualidade da água

A empresa Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro (ATMAD) foi distinguida com o selo de qualidade da água.
O galardão foi atribuído pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos que distinguiu 61 entidades em todo o país responsáveis pelo abastecimento, num total de 403.
 
Esta iniciativa foi lançada pela primeira vez e pretendia destacar a excelência do serviço prestado. Para o administrador-executivo da empresa este é o reconhecimento público da qualidade da água fornecida aos consumidores. “Representa o reconhecimento público de que a água que fornecemos aos cidadãos é água de qualidade, o que deve tranquilizar os transmontanos e durienses, pois a água tem a qualidade que a lei determina o que lhes dá garantias do ponto de vista da saúde pública”, afirma José Paixão. Para a atribuição do selo a Entidade Reguladora verificou o cumprimento de um conjunto de critérios. Mas José Paixão salienta que a verificação da qualidade da água é feita diariamente pela própria empresa. “Diariamente nós fazemos a monitorização da água que captamos e dependendo da qualidade definimos a metodologia do tratamento e verificamos a água à saída”, explica o responsável. “Depois vêm cá laboratórios externos, acreditados pelo regulador, uma ou duas vezes por mês, que faz a verificação da qualidade da água e é em função dos resultados que o selo é atribuído”, acrescenta. A Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro vai receber um certificado que atesta esta distinção e o direito a usar a imagem do selo de qualidade da água.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Obras no Parque de Ciência e Tecnologia recomeçam

Já foram retomadas as obras no Brigantia EcoPark.
Os trabalhos estavam parados desde Outubro devido a dificuldades financeiras por parte da empresa construtora.
 
O presidente da câmara de Bragança explica que “a empresa que estava contratada para a construção do equipamento cedeu a sua posição contratual a um consórcio que entretanto foi criado, constituído por duas empresas, estando já tudo formalizado”. Hernâni Dias assegura que no início de Janeiro as obras vão avançar em força. “Neste momento já há pessoas desse consórcio que estão nas instalações a ultimar alguns preparativos para que as obras arranquem no início de Janeiro”. Por causa desta paragem nas obras, a conclusão do projecto ficou atrasada. “Prevê-se que a obra esteja concluída em meados de 2014 e queremos que não haja nenhuma derrapagem temporal para que esse prazo venha a ser cumprido”, afirma o autarca. O Parque de Ciência e Tecnologia de Bragança representa um investimento de 20 milhões de euros.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt