quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Frentes de obra paradas na Auto-estrada Transmontana

auto_estrada_transmontana.jpgHá frentes de obra paradas na Auto-estrada transmontana.Nas últimas semanas tem sido notório o abrandamento nos trabalhos, nomeadamente no troço entre Bragança e Macedo de Cavaleiros.

A situação está a preocupar o deputado socialista, Mota Andrade, esperando que a obra não venha a ser suspensa. “Noto um significativo abrandamento entre Bragança e Macedo, que é preocupante, pois de resto as coisas estão em bom ritmo e grande parte até já está em funcionamento”, refere Mota Andrade. “Entre Bragança e Macedo nota-se que se está a andar a passo de caracol e espero que não haja aqui um sobressalto até pela dificuldade que hoje existe em transitar entre as duas cidades”, acrescenta o deputado.Já o presidente da câmara de Bragança mostra-se confiante na conclusão da empreitada dentro dos prazos anunciados.Tendo em conta que parte da via já está concluída, Jorge Nunes considera normal o redimensionamento de meios.“O facto de a maior parte da extensão da auto-estrada já estar aberta leva ao redimensionamento de meios. Não podemos querer ver tantas máquinas e pessoal a trabalhar como se via há uns meses atrás”, afirma o autarca. “Devemos confiar na determinação do Governo que não suspendeu esta obra e a sua finalização é mais do que provável nos prazos que foram anunciados”, acrescenta.Contactado pela Brigantia, o responsável da concessionária Auto-estradas XXI diz que o abrandamento nos trabalhos se deve à alteração das condições climatéricas e ao gozo de férias de alguns trabalhadores.“As condições atmosféricas não são tão favoráveis à execução de um conjunto de trabalhos”, explica Rodrigues de Castro. Além disso, “alguns sub-empreiteiros concederam agora férias ao pessoal para aproveitar melhor a época de Verão nos trabalhos”. O responsável admite que há trabalhos parados nomeadamente “as terraplanagens e as frentes de betuminioso pois as condições atmosféricas não permitem a sua execução” e garante que este abrandamento nas obras “não está relacionado com falta de financiamento. Houve um pequeno atraso mas já está tudo resolvido”.Ainda esta semana poderá abrir ao trânsito o troço da Auto-estrada Transmontana entre Bragança e Quintanilha.A vistoria já foi feita e a concessionária aguarda apenas a autorização da Estradas de Portugal para a abertura oficial.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Aerovip processa Estado

aerovip.jpgA Aerovip vai avançar com uma acção em tribunal contra o Estado. A operadora aérea reclama o pagamento de cerca de 800 mil euros relativos ao serviço prestado na carreira aérea Bragança/Lisboa.Segundo o consultor da companhia aérea, citado pela agência Lusa, a verba em causa diz respeito ao período de cerca de quatro meses em que a empresa esteve a operar depois do fim da concessão e o visto do Tribunal de Contas para o contrato de prorrogação do serviço.A secretaria de Estado dos Transportes entende que não deve pagar este período.A companhia mostrou-se disposta a reduzir o prazo do contrato, que é de sete meses, para apenas mais três meses, mas incluindo os quatro de serviço prestado desde o início do ano. A resposta do Governo foi negativa.Por isso, a empresa vai interpor uma acção no Tribunal Administrativo contra o Estado, reclamando o pagamento de cerca de 800 mil euros, o equivalente ao custo da operação nos moldes em que está contratualizado.Segundo o responsável a Aerovip recusa-se agora a prolongar o serviço para além do prazo estipulado, sem que haja abertura de um concurso público internacional.
Por isso, as ligações aéreas vão mesmo terminar a 27 de Novembro, a data do fim do contrato de concessão da linha aérea.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Gastronomia em destaque na Norcaça

A 11ª Feira Internacional do Norte, Norcaça - Norpesca & Norcastanha decorre de 1 a 4 de Novembro, no pavilhão do NERBA em Bragança.
A organização é da Câmara Municipal que conta mais uma vez divulgar e valorizar os sectores da caça, pesca e a castanha.
“São três sectores muito importantes para a região transmontana. Bragança sempre foi um destino dos caçadores, a pesca é também um recurso importante na região porque temos excelentes rios na região de montanha e a castanha é o produto mais importante no tecido económico da região”, explica o vice-presidente da Câmara de Bragança.
Das 23 actividades que vão decorrer ao longo dos quatro dias, a gastronomia vai estar em destaque com a presença de Chefes de renome internacional. “Chamo à atenção no aspecto da gastronomia que é um sector que nós vamos reforçar este ano com a presença de grandes Chefes”, acrescenta Rui Caseiro.
Apesar da conjuntura económica, a autarquia pretende manter os 15 mil visitantes da edição anterior.
“A nossa estimativa é manter o mesmo número de visitantes do ano passado, também porque apostamos na divulgação da feira em Espanha”, salienta o vice-presidente.


Cortes no orçamento

O certame representa um investimento de 70 mil euros, menos 20% que em 2011.
“Conseguimos poupar aqui e ali no orçamento fazendo melhores acordos sem afectar a qualidade do certame”, garante Rui Caseiro.
A Câmara Municipal conta com a colaboração Associação Empresarial da Região de Bragança, do Turismo do Porto e Norte de Portugal, da Junta de Freguesia da Sé, da Associação Brigantina de pesca Desportiva, da Federação das Associações de Caçadores da 1ª Região Cinegética, da Confraria Ibérica da Castanha.

Retirado de www.jornalnordeste.com

Mau cheiro esgota a paciência dos vizinhos

Os moradores e empresários instalados na entrada sul de Mirandela estão fartos do mau cheiro provocado pelos resíduos armazenados pela Mirapapel, uma empresa de reciclagem sediada naquela cidade.
“Não se aguenta aqui com o cheiro. Muitas vezes, eu tenho que trabalhar com a porta fechada, o que é muito chato para mim porque os clientes acham que estamos fechados”, conta um dos empresários com negócios naquela zona. No Verão a situação agrava-se, e mesmo quem passa de carro na auto-estrada consegue sentir o mau cheiro nas imediações da empresa.
“Eu tenho aqui casa há 33 anos, fugi do centro da cidade para não ter problemas, mas agora nem posso ter as janelas abertas que ninguém aguenta o cheiro e os insectos”, lamenta uma das moradoras, visivelmente indignada. A autarquia reconhece o problema e garante que está a pressionar o proprietário da empresa para que a situação se resolva.
“Houve um excesso de armazenamento de plástico. A empresa não conseguiu escoá-lo e está tudo em fardos. Foi isso que levou a armazenar em toda a fábrica e é isso que tem provocado este descontentamento da população”, refere o presidente da Câmara de Mirandela, António Branco.
Também a unidade que a Mirapapel possui na aldeia do Cachão já foi alvo de protestos por parte da população.
“Acontece o mesmo problema no complexo agro-industrial do Cachão, onde o empresário tem alguns espaços com excesso de resíduos”, acrescenta o autarca.

Proprietário não fala

O Jornal Nordeste tentou, várias vezes, entrar em contacto com o proprietário da Mirapapel, mas sempre sem sucesso.
Segundo o presidente da autarquia, o empresário pediu tolerância e garantiu que é um problema temporário. No entanto, a Câmara continua a fazer pressão para regularizar esta situação, que se tem vindo a arrastar. De acordo com António Branco, a Mirapapel pediu alguma tolerância. “A empresa alega que esse problema de armazenamento é temporário e nós estamos a aguardar que de uma vez por todas sejam retirados dali aqueles fardos e que a actividade continue normalmente”, conclui.

Retirado de www.jornalnordeste.com

Serviços do IEFP de Bragança integrados em Vila Real


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Alguns serviços do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) do distrito de Bragança vão ser integrados em Vila Real.A transferência resulta da reorganização interna do IEFP cuja portaria já foi publicada em Diário da República. Os serviços dos concelhos de Carrazeda de Ansiães, Mirandela e Vila Flor, que até agora eram coordenados por Mirandela, vão ser transferidos para a unidade orgânica de Chaves, enquanto as representações dos concelhos de Freixo de Espada-à-Cinta, Torre de Moncorvo e Vila Nova de Foz-Côa, que até agora eram coordenados por Torre de Moncorvo, vão passar para a alçada de Vila Real.O presidente da câmara de Mirandela não compreende a lógica desta reorganização.“Com toda a sinceridade, a gestão ser comandada a partir de Bragança ou de Chaves não me preocupa, mas do ponto de vista regional o mais interessante seria colocar uma sede de um centro de emprego em Mirandela e concentrar todo o Alto Trás-os-Montes”, considera António Branco, pois “esta concentração nem sequer tem uma lógica de Comunidade Intermunicipal porque há concelhos que pertencem a esta organização e que são transportados para outros lugares”.O autarca quer, no entanto, que os postos de trabalho sejam salvaguardados bem como as competências do serviço em Mirandela.“Há que salvaguardar que o centro de emprego de Mirandela não perca qualquer tipo de competências, e que os funcionários continuam aqui sem haver transferências ou mobilidades associadas”, afirma António Branco. Além disso “também queremos saber de quem fica dependente o equipamento”. “Queremos respostas porque fomos surpreendidos com esta lei”, conclui.Procurámos também ouvir o autarca de Torre de Moncorvo, no entanto Aires Ferreira não quis comentar o assunto.Mas as mudanças não ficam por aqui.Os serviços de Alfândega da Fé, Macedo e Cavaleiros e Mogadouro, que até agora eram coordenados por Macedo, passam para a alçada de Bragança.Procurámos ouvir o presidente da câmara de Macedo de Cavaleiros, mas até ao momento não foi possível chegar à fala com Beraldino Pinto.Quem reage através de comunicado é a câmara de Bragança considerando que “a área de influência da unidade orgânica distrital do Centro de Emprego e Formação Profissional de Bragança é territorialmente desintegrada”.Além disso, diz que “não se compreende um sentido de orientação lógica em termos territoriais”.Por outro lado, “considera inaceitável que tenha sido tomada uma decisão político-administrativa sem discussão”.
Por isso, a autarquia da capital de distrito pede ao Presidente do IEFP e ao Primeiro-ministro que seja “reposta a actual área geográfica de intervenção do Centro de Formação Profissional de Bragança”.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Nunes pede novo concurso público para assegurar avião


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O presidente da Câmara de Bragança já solicitou ao primeiro-ministro a abertura de um novo concurso para garantir a continuidade da carreira aérea regional Bragança – Vila Real - Lisboa.De recordar que o serviço só está assegurado até ao final de Novembro. Jorge Nunes diz que a autarquia da capital de distrito tem vindo a alertar o Governo para a importância de manter este serviço e garante que vai continuar a fazê-lo para garantir as ligações aéreas até à Capital.“Pelo facto de não ter sido promovido o concurso normal de contratação para um período mais alargado foi novamente manifestada junto do primeiro-ministro a preocupação por parte do município relativamente a este processo que se aproxima de uma situação que pode ser critica se não forem tomadas duas medidas, uma é o desencadear de um processo de contratação para um período mais longo e a outra é uma medida de contratação temporária enquanto decorre esse processo”, realça o edil. Jorge Nunes diz que a suspensão deste serviço representa prejuízos avultados para a região.“Tanto sob o ponto de vista que representa os cidadãos em geral, instituições e actividade económica, como para os municípios de Bragança e Vila Real que investiram nos últimos anos muito dinheiro em infra-estruturas, modernização, certificação de serviços, aquisição de novos equipamentos, garantia de regularidade no funcionamento das infra-estruturas aeroportuárias com despesa corrente muito elevada e uma interrupção pode corresponder a uma degradação ou desactivação de um serviço cujos custos de retoma serão elevados”, salienta Jorge Nunes.
O presidente da Câmara de Bragança espera, agora, que o Governo tome uma decisão atempada para que as ligações aéreas entre Bragança e Lisboa não sejam suspensas.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

20% de quebra na produção de azeitona


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A campanha da apanha da azeitona já começou na região de Trás-os-Montes e é marcada por uma quebra significativa na produção. O presidente da Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro garante que a qualidade se mantém, mas em termos de quantidade a redução atinge os 20 por cento em relação ao ano passado. “Em termos de qualidade vai ser um ano muito interessante. Em termos de quantidade estimamos uma quebra que começou em Maio com calores elevados. Contamos ter uma descida muito significativa da produção”, realça António Branco.O responsável defende uma nova estratégia ao nível da comercialização do azeite. O objectivo é que o preço faça jus aos prémios mundiais que o ouro transmontano conquista ano após ano.“Este é um ano atípico, houve um aumento do preço tendo em conta as previsões de menor quantidade, já há uma grande descida neste momento. No entanto, mesmo que haja uma subida na ordem dos 20 por cento isso não é suficiente, porque azeite que nós produzidos deveria ser produzido a um preço que valorizasse a sua qualidade e isso não acontece”, acrescenta António Branco.
O presidente da Associação de Olivicultores considera, ainda, que a folha da oliveira deveria ser classificada como um sub produto e não como um resíduo, o que encarece os custos dos lagares.

Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt