quarta-feira, 4 de julho de 2012

Rotas turísticas mal geridas


foto
A gestão das rotas turísticas criadas no distrito de Bragança não é a adequada para dinamizar a região. A constatação é do administrador delegado do Turismo Porto e Norte de Portugal, Carlos Ferreira, que defende que o distrito de Bragança tome como exemplo outras rotas que funcionam, como é o caso da Rota do Românico, no Vale do Sousa.

O responsável participou, no passado sábado, numa mesa redonda sobre o tema "Panorama mundial do mercado da castanha e perspectivas de valorização turística dos territórios dos castanheiros", inserida no Capítulo de Primavera da Confraria Ibérica da Castanha.
Carlos Ferreira disse que o grande problema é que as rotas não integram os parceiros locais. “Estas rotas foram criadas num tempo em que a forma de criar rotas era um pouco o desenho no papel e é verdade que depois não se pensou na continuidade da gestão dessas rotas”, constata o responsável.
No entanto, o representante da entidade regional de Turismo realça que no caso da Rota da Terra Fria ainda é possível corrigir os aspectos que estão a encravar o seu funcionamento e enveredar por outras formas de gestão.
O responsável defende que a região olhe para os casos de sucesso. “Se eles fazem assim, se calhar fazendo desta forma, adaptando ao contexto do nosso território e às valências que tem a nossa rota, se calhar pode-se fazer funcionar isto melhor”, salienta Carlos Ferreira.
Rotas que já são casos de sucesso devem servir de exemplo para
dinamizar os territórios
O responsável adianta, ainda, que a entidade regional de turismo, no contexto da NUT II, tem uma experiência sobre o território, pelo que pode ajudar a coordenar novas formas de gerir as rotas, apoiando-se nos casos de sucesso.
O debate contou, ainda, com a presença do vice-presidente da Comissão de Coordenação da Região Norte, Carlos Duarte, que defende o envolvimento de todos os parceiros locais, regionais e, até, nacionais, na elaboração dos projectos turísticos. O objectivo é ganharem escala e valorizarem os recursos endógenos, através de uma gestão em rede.

Retirado de www.jornalnordeste.com

Autarcas querem melhores acessos


foto
Oito freguesias do concelho de Bragança, que são atravessadas pela Auto-estrada Transmontana, estão descontentes com os acessos que estão a ser construídos. Os presidentes de junta reuniram-se, na passada quarta-feira, junto à obra para protestar contra esta situação.

Os autarcas de Quintanilha, Rio Frio, Gimonde, Rebordãos, Sortes, Santa Comba de Rossas, Salsas e Quintela de Lampaças queixam-se que os caminhos rurais estão a ficar com inclinações acentuadas.
“Nós tínhamos caminhos paralelos à auto-estrada com bons acessos às propriedades agrícolas e agora estão a deixá-los com muita inclinação. Isto não tem pés nem cabeça, é só para matar os tractoristas”, refere Adriano Rodrigues, representante dos presidentes de Junta.
O autarca acrescenta que “são declives loucos, de 30 e 35%, enquanto a lei não permite mais de 15% e já tem de ter alcatrão”.
Adriano Rodrigues alerta, ainda, para os perigos da situação por causa da neve no Inverno. “Esta é uma zona muito fria no Inverno e com neve não dá para passar e em alguns casos nem há alternativas. Nós não exigimos mais do que tínhamos. Só queremos o que tínhamos”, realça o presidente da Junta de Rebordãos.

Resolução dos problemas
ao nível dos acessos na freguesia de Rebordãos já ficou acordada

Aos autarcas juntaram-se, ainda, o presidente da Câmara de Bragança, Jorge Nunes, o director da delegação da Estradas de Portugal, Nuno Gama, e representantes do consórcio que está a construir a auto-estrada.
Jorge Nunes diz que é preciso encontrar soluções para todos os casos. “Numa estrada com esta extensão há muitos problemas específicos que escapam ao planeamento global da obra. De vez em quando é preciso discuti-los e avaliá-los no terreno para encontrar as soluções”, salienta o edil.
O autarca garante, no entanto, que “em relação aos problemas que preocupavam a freguesia de Rebordãos, que eram significativos e com prejuízo para o povo, já ficou acordada a resolução”. “Os caminhos paralelos vão ser melhorados, vão ser feitos outros onde não existiam e vão ser criadas acessibilidades a zonas que estavam inacessíveis” adianta o presidente da Câmara.
O director da delegação de Bragança da Estradas de Portugal não quis prestar declarações sobre o assunto sem antes visitar todos os locais em causa e fazer o levantamento dos problemas, de forma a poder apresentar soluções.

Retirado de www.jornalnordeste.com

Douro Internacional: Prémios Arribe são porta de entrada de vinhs portugueses no mercado espanhol

A Rota Internacional do Vinho Vindouro-Vinduero é considerada pelos especialistas em vinhos como uma porta de entrada destes produtos portugueses no mercado espanhol através do concurso "Prémios Arribe".

O certame Ibérico de vinhos “Prémios Arribe” realiza-se há oito anos na localidade espanhola de Trabanca, situada nas Arribas do Douro Internacional.
"O objetivo do certame é o de este ano alcançar os 500 vinhos a concurso, com a quarta parte proveniente de denominações de origem Douro e Trás-os-Montes", disse hoje à Lusa a enóloga responsável pela iniciativa, Lisete Osório.
Na edição de 2011 dos "Prémios Arribe" marcaram presença 355 vinhos provenientes de toda a Península Ibérica, cabendo aos néctares portugueses 32 por cento das participações, que se saldaram em distinções nas mais diversas categorias.
Para além de vinhos do Douro e Trás-os-Montes, marcam presença vinhos alentejanos, do Minho, Dão, Bairrada, Tejo, entre outras regiões vinícolas.
"Nos últimos anos do concurso, a imagem dos vinhos portugueses tem sido bem projetada em Espanha, o que tem levado a um aumento de participações, mais concretamente da Região Demarcada do Douro", acrescentou a enóloga de origem portuguesa.
Segundo os promotores do certame vinícola, quem participa uma vez fica com vontade de voltar no ano seguinte, dada a promoção que é feita através do concurso "Prémios Arribe" aos vinhos portugueses.
"Como se está atravessar um período de crise e as adegas, por vezes, não têm condições financeiras para promover os seus vinhos, consideramos que este certame dá uma boa visibilidade a quem pretende entrar no mercado de vinhos em Espanha ", acrescentou.
O Júri internacional será composto por enólogos, provadores e jornalistas do sector enogastronómico, que avaliarão, em "prova cega", os vinhos a concurso.
"Este ano, o júri vai integrar elementos de prestígio internacional, entre os quais se destacam algumas personalidades femininas ligadas ao mundo dos vinhos na Península Ibérica ", frisou Lisete Osório.
O comité de prova é composto por provadores oriundos de Espanha, Portugal, Itália, o que dá " uma forte" visibilidade ao concurso.
"Após o concurso, é elaborado um Guia de Vinho Arribe, no qual será disponibilizada toda a informação dos vinhos premiados no concurso", acrescentou a enóloga.
As inscrições estão abertas através do sítio da internet: www.rutainternacionaldelvino.com, podendo as amostras ser entregues até 27 de julho.

Retirado de www.rba.pt

Castelos da raia em rede


castelo_mogadouro.jpg
Os castelos da raia vão ser conservados e integrados numa rede. A garantia foi deixada pelo secretário de Estado da Cultura durante a visita ao concelho de Bragança. José Viegas disse, ainda, que entre os monumentos a recuperar estão as ruínas do castelo de Outeiro.“Vão ser feitas obras no Castelo de Outeiro como noutros castelos desta zona. Uma das nossas preocupações é estabelecer a rede dos castelos da raia e há aqui uma preocupação nossa que é estabelecer a rede. É mais importante falar em redes de património do que falar só num exemplo, por isso qualquer intervenção terá em conta essa rede”, defende o governante.O governante garante que a rede dos castelos da raia já está a ser desenhada pela secretaria de estado da cultura.“O trabalho que nós estamos a fazer e que será apresentado em breve é o desenho das redes de património e uma dessas redes é precisamente a rede dos castelos raianos e a partir daí há candidaturas que podem ser feitas, porque isto implica fundos comunitários”, salienta José Viegas.
A próxima etapa é candidatar as obras de conservação e restauro do património a fundos comunitários. Para já ainda não há prazos definidos para a implementação da Rota dos Castelos da Raia no terreno.
Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

Cinema pode regressar a Bragança


cinema.jpg
Bragança pode vir a integrar a rede de cine-teatros do País. Esta é a solução apresentada pelo secretário de Estado da Cultura para a capital de distrito voltar a ter cinema. José Viegas diz que Bragança tem todas as condições para abraçar este projecto já em Setembro.“Nós oferecemos já à Câmara de Bragança e que a Câmara de Bragança aceitou foi integrar a futura rede de cine-teatros do País. Tem um cine-teatro muito bom, com qualidade técnica excelente. E portanto quando nós neste Outono lançarmos a rede de cine-teatro, Bragança irá integrar essa rede”, afirmou o governante.Contactado pela Brigantia, o presidente da Câmara de Bragança recusou prestar declarações sobre este assunto.
De recordar que Bragança já está sem cinema há meio ano.
Escrito por Brigantia
Retirado de www.brigantia.pt

terça-feira, 3 de julho de 2012

Viegas preocupado com esvaziamento do distrito de Bragança

José Viegas diz que está preocupado com o encerramento de serviços no Interior anunciado pelo Governo. O secretário de Estado da Cultura, eleito deputado por Bragança, ressalva que está solidário com o Governo, mas diz que os decisores deviam conhecer melhor o terreno.  “Há uma solidariedade institucional com o Governo, agora preocupam-me certos casos de marginalização do interior e principalmente do Nordeste Transmontano. Era importante que os decisores, muitas vezes, conhecessem melhor o terreno”, afirma José Viegas.O governante sublinha que conhece bem o isolamento que afecta o distrito de Bragança e diz mesmo que o futuro da região está nas mãos dos transmontanos.“O isolamento histórico de Trás os Montes tem que ter um fim um dia e é bom que os transmontanos também se apercebam disso, porque o destino de Trás-os-Montes também está nas mãos dos transmontanos”, realça o governante.
José Viegas diz, ainda, à população de Trás-os-Montes e às entidades locais, para lutarem pelos serviços públicos que ainda restam.


Escrito por Brigantia 

Retirado de www.brigantia.pt 

Cooperativa de Freixo avança para a exportação

A Adega Cooperativa de Freixo de Espada à Cinta vai implementar uma estratégia de marketing para iniciar a exportação dos produtos que comercializa.A estratégia passa pela criação de uma nova imagem.  “Até o momento a adega nunca esteve virada para a exportação e agora vai dar um forte passo de marketing para a alteração da imagem, dos rótulos dos vinhos e do azeite, bem como a forma de embalar, de forma a virarmo-nos para a exportação”, refere o presidente da cooperativa, explicando que “a exportação exige que os rótulos tenham determinadas transcrições e isso já vai ficar tudo programado”.José Santos adianta que o mercado europeu e o brasileiro estão na mira da adega.“Já temos algumas perspectivas, nomeadamente o Brasil, mas também o mercado europeu”, afirma. “Já temos feito algumas vendas para o mercado espanhol, não em produto embalado, mas a granel”. Ainda assim, “queremos passar a estar no mercado europeu com os embalados e os engarrafados”, salienta.
A cooperativa conta avançar com este projecto ainda este ano.


Escrito por Brigantia 

Retirado de www.brigantia.pt