sexta-feira, 6 de abril de 2012

É desta que o boneco fica concluído...

A verdade é que nevava com intensidade.
Não estava calor nenhum!
Mais a minha cunhada para ajudar. A terefa apresentava-se difícil.

A verdade é que o boneco de neve ficou muito engraçado!

Páscoa com neve em Bragança

O meu irmão, um paulistano de gema, fazendo um boneco de neve.



Com tanta gente, vamos ver se o boneco fica alguma coisa de jeito.
Parece uma reportagem fotográfica!
É primavera. Onde param as flores?

Neve na Serra da Nogueira - Bragança

A minha mãe achou o máximo!
Primavera com ar de inverno! Finalmente chegou a neve.
A natureza tem destas coisas. Quando menos se espera, prega-nos partidas, dá-nos presentes fantásticos como este.
Apesar de ter ficado com os pés e as mãos gelados, foi muito divertido. Tinha saudades da neve.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

O Clima no Douro e o Vinho do Porto

A região do Alto Douro possui um clima muito especial com características próximas do Mediterrâneo. Isto deve-se essencialmente à cadeia montanhosa do Marão que bloqueia a influência dos ventos marítimos do oceano Atlântico. De facto, é principalmente o clima que determina a divisão do Alto Douro em três sub-regiões: o Baixo Corgo, com temperaturas mais baixas; o Cima Corgo, com temperaturas equilibradas e o Douro Superior com temperaturas extremas. Toda a região do Alto Douro possui ao longo do ano, em média, uma humidade relativamente baixa, sendo, no entanto, a sub-região do Douro Superior onde a humidade tem níveis ainda mais reduzidos, dando origem a vinhos muito intensos.
O clima, o vale com o rio Douro e os pequenos vales dos afluentes, as encostas onde estão plantadas as vinhas com uma exposição solar ideal e o solo permeável formado à base de xisto são fatores que contribuem para uma região com características ótimas para a cultura do vinho.
O xisto existe em grandes quantidades nas vinhas do Alto Douro. Estas pedras facilmente quebráveis fazem com que o solo  se mantenha pouco denso e com grande permeabilidade às águas das chuvas que são pouco abundantes. Assim, toda a humidade é absorvida para pontos profundos aonde as raízes das videiras vão “beber” apenas as quantidades necessárias. Deste modo, fortes raízes tornam os terrenos inclinados resistentes, apesar da sua baixa densidade.
O xisto tem a particular propriedade de absorver com facilidade o calor do sol, funcionando como uma bateria. Depois do sol posto, mesmo nas noites mais frescas, as pedras de xisto irradiam para as videiras e para as uvas o calor absorvido durante o dia, permitindo assim à vinha desenvolver-se a uma temperatura mais ou menos constante.
A fraca humidade e as boas temperaturas originam uma boa maturação das uvas e um ótimo grau de açúcar para a excelência de qualidade do Vinho do Porto.
A fotografia acima (1997) mostra uma vista a partir da Senhora da Ribeira, concelho de Carrazeda de Ansiães, para a Quinta do Vesúvio, pertencente a D. Antónia Adelaide Ferreira - a Ferreirinha -, como ainda hoje é conhecida. Esta famosa empresária duriense dedicou grande parte da sua vida à produção de vinho no Douro, possuindo várias Quintas. À Quinta do Vesúvio, a Ferreirinha dedicava-lhe um especial carinho e vigiava-a de perto.

Retirado de http//jornal.netbila.net

Vimioso aguarda dinheiro do Governo para avançar com obra nas Minas de Argozelo

A Câmara de Vimioso está à espera que o Governo desbloqueie as verbas do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) para poder avançar com a construção do Centro Interpretativo das Minas de Argozelo. O vice-presidente da autarquia de Vimioso, Jorge Fidalgo, diz que o projecto já foi entregue à empresa construtora, mas falta o financiamento para poder avançar com a obra.

“A Câmara Municipal lançou o concurso e neste momento já foram abertas as propostas. A empresa que ganhou o concurso fez uma proposta de 210 mil euros, significativamente abaixo do valor base. Neste momento aguardamos. Trata-se de uma candidatura ao PROVERE, neste caso INOVA RURAL, através da Resíduos do Nordeste, mas uma vez que está em análise todo o financiamento do QREN por parte do Governo, aguardamos que seja possível assinar o contrato de financiamento com a CCDRN”, explica o autarca. Jorge Fidalgo espera que haja uma decisão do Governo ainda durante o mês de Abril. Para o autarca faz todo o sentido preservar as memórias de uma terra ligada à actividade mineira.“Este centro de interpretação vai ter um auditório para 60/70 pessoas, onde a freguesia de Argozelo poderá desenvolver um conjunto de actividades. Vai ter também um outro espaço de exposições onde vamos fazer referência às minas de Argozelo com produtos interactivos para que as pessoas possam ver. O terceiro bloco será destinado à recepção das pessoas e a própria Junta de Freguesia poderá desenvolver lá actividades”, salienta Jorge Fidalgo.  Para o concelho de Vimioso estão previstos mais dois projectos na zona de S. Joanico. Jorge Fidalgo sublinha que se trata de infra-estruturas fundamentais para trazer turistas ao concelho.“Através da Associação de Municípios da Terra Fria também temos dois projectos candidatados, dos quais também já lançámos concursos e já abrimos propostas, projectos que podemos fazer a ajudicação de imediato. Prende-se com a porta da Rota da Terra Fria em Vimioso, que se localiza em S. Joanico, que está integrada no Parque Ibérico Natureza, Turismo e Aventura e o Complexo do Burro Mirandês”, realça Jorge Fidalgo. 
Projectos fundamentais para o desenvolvimento do concelho de Vimioso, que aguardam o desbloqueio das verbas do QREN para avançarem.

Escrito por Brigantia (CIR)
Retirado do site http://www.brigantia.pt/

Crianças aprenderam a fazer folar no forno comunitário

Já cheira a folar. A Páscoa está quase a chegar e já há quem faça a tradicional iguaria transmontana. Ainda ontem o forno comunitário da freguesia de Santa Maria, em Bragança encheu-se de crianças e idosos que meteram as mãos na massa.  
Uma tradição que passa de geração em geração e que o Núcleo Distrital de Bragança da EAPN-Rede Europeia Anti Pobreza, quis reavivar com utentes de mais de uma dezena de instituições. Ivone Florêncio, técnica do núcleo explica que o objectivo é partilhar experiências entre os utentes das instituições de Bragança.
 “São utentes de instituições que trabalham com crianças, com jovens, idosos e deficientes. O objectivo é promover actividades que promovam a partilha de experiências entre as diferentes gerações. Pomos os idosos a ensinar às crianças e jovens tradições do tempo deles. Simultaneamente ajudamos os idosos a tornarem-se, activos e sentirem-se úteis e ao mesmo tempo pretendemos mostrar que os idosos não são inúteis, desmistificar preconceitos que possam existir nos jovens relativamente à terceira idade. Pretendemos mostrar que eles têm muito para ensinar”, revelou.Marília Reis tem 78 anos e faz folar desde 10. Por isso passa a sabedoria aos mais novos.“Primeiro põe-se a farinha na masseira. Depois deitam-se os ovos, depois o azeite, depois deita-se o fermento. Depois amassa-se aquilo tudo e tem que se bater bem ‘batidinho’. Quanto mais batida, melhor”, constatou.As crianças do jardim de infância de Santo Condestável parecem ter entendido a lição. O folar também agrada aos mais novos.“Já tinha visto fazer à minha avó. Hoje aprendi a fazer folar. Gosto de folar”, disse Adriana Santos.“Põe-se ovos, carne, farinha, sal..”, acrescentou Pedro Pires.Já Ana Loureiro refere que a mãe “costuma fazer sempre folar” mas este ano não sabe se “vai ser o pai ou irmão”.
Do forno comunitário de Bragança saíram ontem folares quentinhos para os utentes das instituições da cidade.
Escrito por Brigantia (CIR)
Retirado do site http://www.brigantia.pt/ 

terça-feira, 3 de abril de 2012

Algumas espécies cinegéticas que se podem encontrar em Bragança


Estas são algumas das espécies de caça grossa que se podem caçar em Trás-os-Montes.
A caça deve obedecer a regras e normas muito rígidas para proteção das espécies. A diversidade é fundamental para o equilíbrio da natureza.
O nosso entrevistado desta semana, Eng. Álvaro Barreira, fala-nos deste tema com mestria.